
Do ATUAL
MANAUS – O secretário de Segurança Pública do Amazonas, Carlos Alberto Mansur, contestou o ministro da Justiça, Flávio Dino, que declarou, na segunda-feira (24), haver uma crise da segurança pública no Amazonas. Dino anunciou a transferência de 13 presos do estado para presídios federais.
“Pra falar em crise, nós temos que ter indicadores. E quais são esses indicadores? Aumento daqueles indicadores criminais, indicadores relacionados a mortes violentas intencionais, crimes praticados contra o patrimônio. Crise na segurança também é quando você vê depredação de prédios públicos ou de coletivos urbanos, isso não estamos vendo. Muito pelo contrário”, disse Mansur em entrevista à TV Amazonas na manhã desta sexta-feira (28).
O secretário disse que a fala de Flávio Dino se justifica pela solicitação da SSP-AM (Secretaria de Segurança Pública do Amazonas) ao Ministério da Justiça para a transferência dos detentos para o sistema penitenciário federal, que, segundo Mansur, é uma ação de “praxe” da secretaria para desconcentrar líderes de organização criminosa no estado.
Mansur disse ainda que houve redução dos indicadores criminais no Amazonas, considerando os dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgados no dia 20 de julho deste ano. No entanto, apesar da redução no número de homicídios dolosos e latrocínios, o relatório indica que o estado é o terceiro mais violento do Brasil, com taxa de 38,8 mortes violentas intencionais a cada 100 mil habitantes. Em relação ao último anuário, o Amazonas desceu apenas uma posição.
Conforme o documento, os crimes de roubo a pedestres e roubo de celular são os mais comuns no estado, mesmo com redução no número de ocorrências, continuam registrando altos índices. Mansur admite que há falta de efetivo de policiais, mas que, para compensar esse déficit, o estado lançou o “serviço gratificado”, em que o policial vende as horas de folga. Questionado sobre o chamamento de policiais aprovados no concurso, o secretário não estipulou previsão.
“Tudo isso está sendo trabalhado e, no momento em que essa tramitação administrativa, respeitando a lei de responsabilidade fiscal, depois que essa fase for concluída, o Governo do Estado vai fazer a convocação dessas pessoas aprovadas, dentro do limite de vagas”, disse o secretário de Segurança.

Coitado dos cadastros reservas desse concurso. Foram ofertadas 1 mil vagas para soldado. Mas na fase de redação e discursiva, o governo em vez de chamar os 3 mil para as próximas fases, como propaganda política para mostrar que estava preocupado com a segurança ele chamou 6 mil e não aumentou o número de vagas, sendo assim todos esses 6 mil gastaram cm exames médicos que não é barato, quem mora em outros municípios ou até mesmo em outros Estados gastaram oq não tinha para fazer as próximas fases entre hospedagem, passagens, exames, alguns pagaram treinamento para realizar o teste de aptidão física, ao todo foram 6 etapas até a homologação final.
Querer chama somente 1 mim homens é da um tapa na cara de cada candidato seus familiares e principalmente a toda população do amazonas que vivi sim uma crise de segurança, esses 1 mil não vai cobrir nem os que foram para reserva nos últimos 2 anos, visto que em torno de 500 militares vão para reserva te ano, existe um déficit de quase 8 mil homens na PM AM. Basta ligar a tv em qualquer noticiário do Estado para ver o tanto de mortes diárias por aqui. É triste vê que qndo eles chegam no poder esquecem do povo. Mas a luta não deve parar, vamos continuar, contamos com ajuda dos senhores.