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Dia a Dia

Rio Negro deve ficar abaixo de 16 metros até final de dezembro, diz SGB

31 de outubro de 2024 Dia a Dia
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Régua de medição do nível do Rio Negro em Manaus; sem água no porto (Foto: Milton Almeida/AM ATUAL)
Régua de medição do nível do Rio Negro em Manaus; seca extrema (Foto: Milton Almeida/AM ATUAL)
Do ATUAL

MANAUS — A profundidade do Rio Negro na orla de Manaus deve ficar abaixo de 16 metros até a segunda quinzena de dezembro, estima o SGB (Serviço Geológico do Brasil). O nível nesta quinta-feira (31) é de 12,18 metros.

“A expectativa é que o nível fique abaixo de 16 metros até a segunda quinzena de dezembro. Estamos em 12 e pouco, ele vai permanecer mais ou menos nessa cota por uns dias e aí a tendência é que ele volte a subir, mas abaixo da cota 16 até mais ou menos o Natal, o Réveillon”, disse a diretora de Hidrologia e Gestão Territorial do SGB, Alice Castilho, em entrevista coletiva na tarde desta quinta.

De acordo com Aline Castilho, nos próximos sete dias o Rio Solimões, em trechos de Tabatinga e Amazonas, em Itacoatiara, também deve voltar a encher, mas com alguns repiquetes e estabilizações até que o processo de cheia se consolide de fato.

Aline explicou que o repique [cheia e seca em pouco intervalo de tempo] também seja mínimo em Porto Velho (RO) e fique abaixo de 3 m até aproximadamente a segunda quinzena de novembro. Em Óbidos (PA) pode manter-se abaixo de 1 m também até a segunda quinzena de dezembro.

Segundo a especialista, a bacia amazônica é “muito grande” e demora a receber as precipitações de chuvas, por isso “demora a encher”. “Estamos em um mês chuvoso, mas que ainda tem chuvas abaixo da média, por isso ainda não é o fim da seca, pois o nível dos rios sofre oscilações em seus afluentes”.

No dia 25 deste mês, o nível do Rio Negro em Manaus voltou a descer após 11 dias de cheia e, em uma semana secou 32 centímetros, conforme medição do Porto de Manaus.

Deslizamento

A diretora do SGB também apresentou relatório sobre o desmoronamento de terra ocorrido em Manacapuru, no dia 7 de outubro, em que duas pessoas morreram. Ela explicou que o local é naturalmente “erosivo” e o incidente foi ocasionado pelo fenômeno conhecido como terras caídas, mas agravada na seca e por “ação humana”.

“Aquela margem é naturalmente erosiva. Mas ali também tinha um aterro que foi construído em região de solo inconsolidado, ou seja, mais frágil e que não aguenta uma carga extra. Então, basicamente foi isso”, disse.

Questionada sobre a possibilidade de ocorrerem outros deslizamentos no local, Alice Castilho disse que pode ocorrer, pois as terras caídas são um fenômeno natural que acontece todos os anos, mas é necessário tomar medidas para evitar tragédias.

“É importante entender que esse fenômeno é natural na Amazônia, então, há que se aprender a conviver com ele. O que nos preocupa muito é essa questão dos flutuantes estarem tão próximos às margens nesse período, ainda mais de seca extrema. Há que se ter esse cuidado nas áreas que já foram identificadas como de riscos”, afirmou.

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Feifiane Ramos 31 de outubro de 2024
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