O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Rio gastou mais de R$ 1,5 bi com propaganda no governo Cabral e Pezão

12 de janeiro de 2015 Política
Compartilhar
De mãos dadas: Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão superaram Rosinha Garotinho na gastança com publicidade (Foto: Carlos Magno/Divulgação)
De mãos dadas: Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão superaram Rosinha Garotinho na gastança com publicidade (Foto: Carlos Magno/Divulgação)

RIO DE JANEIRO – O governo fluminense gastou mais de R$ 1,5 bilhão com a rubrica publicidade e propaganda nos oito anos do governo Sérgio Cabral Filho/Luiz Fernando Pezão (PMDB) encerrados em dezembro de 2014, em valores corrigidos pelo IGP-DI. Em média, os dois governadores destinaram a essa finalidade quase R$ 200 milhões anuais. São valores em torno de 52% reais acima do que despendeu Rosinha Garotinho (PMDB), que governou o Rio de 2003 a 2006. Todas as cifras já consideram a inflação do período, porque foram corrigidas pelo IGP-DI. Os cálculos usaram despesas liquidadas (consideradas corretas para pagamento).

De 2003 a 2006, Rosinha destinou a publicidade e propaganda R$ 309.987.548,11. Corrigido para reais de dezembro de 2014, o valor chegou a R$ 511.319.389,08, ou R$ 127,8 milhões anuais. Nos oito anos seguintes, o Estado despendeu R$ 1.298.562.128,15 com a mesma finalidade – depois da correção, R$ 1.559.058.680,53 média de R$ 194,9 milhões/ano. O ano em que Rosinha gastou mais no setor foi 2004: R$ 99.009.418,63 (R$ 167.931.478,89 em cifras de hoje). Já a gestão Cabral/Pezão teve em 2011 seu auge em gastos publicitários. Foram despesas de R$ 222.553.588,12 (corrigidos, R$ 263.083.556,48).

O segundo período de Cabral (finalizado por Pezão) registrou mais gastos que o primeiro com esse fim. Foi um aumento de R$ R$ 731.658.524,09 para R$ 827.400.156,40, uma expansão real de 16%.

A rubrica Publicidade e Propaganda abrange todos os gastos do Estado com essa finalidade. No governo Rosinha, a maior parte das verbas foi alocada pela Secretaria de Comunicação Social. Já de 2007 a 2014 a maioria das verbas publicitárias do Rio de Janeiro era operada pela Subsecretaria de Comunicação Social, subordinada à Secretaria da Casa Civil. As despesas pesquisadas incluem o que foi gasto com essa finalidade em outros órgãos do Estado, como demais secretarias e departamentos. Sua participação no total, porém, é muito pouco relevante.

Os gastos com publicidade do governo do Rio nos últimos oito anos contrastam com a impopularidade de Cabral, que renunciou em abril do ano passado. O então governador vivia uma crise junto à opinião pública, aberta pelas manifestações de junho de 2013. A Polícia Militar, sob seu comando, foi acusada de uso de força excessiva e indiscriminada para reprimir as passeatas. A renúncia foi parte da estratégia do grupo político que controla o Palácio Guanabara desde 2007 para vencer as eleições de 2014. Cabral deixou o cargo e sumiu, evitando contaminar Pezão, seu candidato à sucessão.

Deu certo

Sem Cabral, a campanha de Pezão pode “construí-lo” como homem simples e apresentá-lo como continuação de si mesmo. O governador de quem era vice apareceu poucos segundos na televisão, sem ser identificado como ex-chefe do Executivo estadual. Foi apagado da história recente da administração estadual. A discrição continuou após a eleição. Cabral tem evitado repórteres. Nem mesmo à posse do filho, Marco Antônio Neves Cabral, como Secretário de Esporte, Lazer e Juventude, compareceu.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Moraes determina que ministérios providenciem extradição da ex-deputada Carla Zambelli

Luiz Fux diverge de Gilmar Mendes e defende limitar foro privilegiado para autoridades

Deputada Erika Hilton rejeita negociação sobre compensações na PEC da 6×1 

Michelle Bolsonaro chama Moraes de ‘irmão em Cristo’ e profetiza conversão

Congresso analisa veto de Lula e pode liberar doações durante a campanha eleitoral

Assuntos gasto, Luiz Fernando Pezão, propaganda, publicidade, Sérgio Cabral
Valmir Lima 12 de janeiro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Deputado Nilto Tatto apresentou projeto de lei para proibir publicidade de produtos à base de combustível fóssil (Foto: Mario Agra/Agência Câmara)
Política

Deputado quer proibir propaganda de produtos derivados de combustíveis fósseis

10 de abril de 2026
Amom Mandel
Política

Amom assina PEC para reduzir IPVA e limitar gasto público com propaganda

6 de fevereiro de 2026
Ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral está preso no antigo Batalhão Prisional, em Benfica (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Política

Ex-governadores do Rio são condenados a pagar R$ 4 bilhões por enriquecimento ilícito

7 de outubro de 2025
Projeto institui restrições à publicidade de Bets (Foto: Bruno Peres/ABr)
Política

Senado aprova projeto que restringe publicidade de empresas de apostas esportivas

2 de junho de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?