O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Reforma inclui fim de punição a candidatos e relaxamento de cotas para mulheres

18 de julho de 2021 Política
Compartilhar
urna de votação TSE
Projetos de reforma eleitoral mudará sistema político (Foto: Roberto Jayme/TSE)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Sob condução principalmente da Câmara, o Congresso tentará emplacar nos próximos dois meses a maior reforma eleitoral e política desde a Constituição de 1988. Atualmente há cinco frentes de debate já formalizadas e uma sexta em gestação, todas elas iniciadas em 2021, em meio à pandemia da Covid.

As mudanças pretendidas incluem temas como mudança do sistema de eleição de deputados e vereadores, exigência da impressão do voto eletrônico, simplificação de regras de transparência, amarras ao poder da Justiça Eleitoral, afrouxamento de punição pelo mau uso de verbas públicas e relaxamento das cotas criadas para incentivar a presença de mulheres e negros na política.

Um dos pontos de maior interesse dos parlamentares já saiu do papel, com a aprovação na quinta-feira (15) de proposta que triplica o Fundo Eleitoral – a verba para abastecer candidatos em 2022 pode saltar de R$ 2 bilhões para R$ 5,7 bilhões. O aumento, incluído na Lei de Diretrizes Orçamentárias, ainda tem um caminho a percorrer para entrar em vigor.

O presidente Jair Bolsonaro, que é crítico do fundão, tem prerrogativa de vetar o dispositivo na LDO ou, posteriormente, no Orçamento de 2022, que será votado a partir de setembro. A palavra final em ambos os casos, porém, cabe ao Congresso, que pode derrubar um eventual veto.

Bolsonaro terá que optar entre desagradar sua base eleitoral e entrar em contradição com seu próprio discurso ou irritar sua base de apoio no Congresso. Em 2020, quando passou pela mesma situação, o presidente escolheu a primeira opção e sancionou o fundão de R$ 2 bilhões. A iniciativa mais ousada no sentido de alterar a legislação eleitoral é capitaneada pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

Coube a ele criar um grupo de trabalho que pretende revogar toda a legislação eleitoral ordinária e substitui-la por um único código, além de duas comissões especiais para analisar a obrigatoriedade da impressão do voto eletrônico e outras mudanças na Constituição. Entre as medidas mais polêmicas, está a substituição do sistema de eleição de deputados e vereadores pelo chamado “distritão”.

Hoje, vereadores e deputados – estaduais e federais – são eleitos pelo sistema proporcional. Os assentos nas Casas Legislativas são distribuídos de acordo com a votação total dos candidatos e do partido (voto na legenda). Os votos excedentes dos mais votados ajudam a puxar candidatos com menos votos.

No distritão, são eleitos os mais votados. Ou seja, toda a votação dada em excesso aos eleitos e a dada aos não eleitos não vale nada. Em vez de priorizar o apoio a partidos, o distritão fortalece o personalismo, com tendência de beneficiar políticos já bem colocados e celebridades. Os três colegiados já estão prontos para votar os textos, com graus variados de possibilidade de aprovação.

Bandeira do bolsonarismo, o voto impresso quase foi derrotado em reunião na sexta (16), mas uma manobra de governistas adiou a votação para 5 de agosto, depois do recesso parlamentar.

O tema tem sido usado insistentemente por Bolsonaro para fazer ameaças golpistas contra as eleições de 2022. Ele já afirmou que se a mudança não ocorrer não haverá eleições. Uma reação de 11 partidos, porém, virou o jogo e, até essa sexta, garantia uma maioria para rejeitar a proposta.

Já a comissão especial relatada pela deputa Renata Abreu (Podemos-SP) – onde é discutido o distritão – deve votar o relatório também na primeira semana de agosto.

Dirigentes partidários também se colocaram contra a implantação do distritão. Embora o tema já tenha sido derrotado duas vezes na Câmara, nos últimos anos, a avaliação atual é que há votos suficientes para aprovação no plenário (pelo menos 308 de 513 deputados).

Os contrários tentam barrar a medida na comissão. Se isso falhar, há ainda a expectativa de que o Senado não priorize o tema. O texto da deputada também impõe amarras no poder do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal de interpretar a legislação eleitoral –  resoluções aprovadas com menos de um ano de prazo não valeriam nas eleições.

Essa é uma antiga demanda da classe política, que reclamou especialmente nas últimas eleições da decisão do TSE e do STF de determinar a distribuição proporcional de recursos de campanha entre candidatos brancos e negros.

Já o relatório da deputada Margarete Coelho (PP-PI) – que visa instituir o código eleitoral único –, foi finalizado na quinta. Ela traz uma série de medidas que simplificam e tornam menos rígidas as regras de prestação de contas, além de afrouxar punição a políticos que incorram em irregularidades.

O texto de Margarete ainda pretende proibir a divulgação de pesquisas eleitorais no dia e na véspera das disputas, além de criar um suposto “percentual de acerto” dos institutos. As duas medidas são criticadas por especialistas sob o argumento de que representam censura a informações relevantes para os eleitores.

Também desconsideram a natureza dos levantamentos, que apontam retratos do momento em que foram feitos, passíveis de mudanças até a hora exata do voto.

Já o Senado aprovou na terça (13) e quarta-feira (14) um pacote de projetos que estabelece, entre outros pontos, ampla anistia aos partidos que não cumpriram as cotas de gênero e racial nas eleições realizadas até agora.

Um dos textos prevê cota de cadeiras femininas nos Legislativos (18% em 2022, chegando a 30% em 2038), mas retira a exigência de que os partidos lancem ao menos 30% de candidatas, além de desobrigá-los de destinar recursos de campanha e tempo de propaganda proporcionais ao número de candidatas (desde que não seja inferior a 30%).

Em 2018, 15% das 513 cadeiras da Câmara dos Deputados foi conquistada por mulheres. Especialistas criticam o fim da exigência de cota de candidatas e de financiamento proporcional, afirmando que isso irá inibir a participação feminina.

Outra medida dificulta o acesso de partidos nanicos ao Legislativo (a disputa das chamadas “sobras”), medida que encontra grande apoio entre os congressistas. Esses projetos seguiram para votação na Câmara.

Para o líder do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões (AL), não há conflito de agenda entre deputados e senadores. “Não há nenhum tema que vá de encontro ao que está em debate na Câmara”, disse, se referindo aos projetos do Senado.

O deputado Fábio Trad (PSD-MS), entretanto, diz ver uma falta de sintonia entre as duas casas. “Demonstra uma falta de harmonia entre Câmara e Senado, o que pode prejudicar a normatização das eleições”.

Uma sexta frente ainda está se desenhando e não foi formalizada. Apoiada pelos ministros do STF Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, esse também presidente do TSE, e pelo ex-presidente Michel Temer (MDB), o semipresidencialismo ganhou fôlego nos últimos dias ao receber o apoio de Lira, que defende discussão para implantação da medida em 2026.

O semipresidencialismo é uma espécie de parlamentarismo, mas com a manutenção de mais poder na mão do presidente.

O Presidente da República, eleito pelo voto direto, é o chefe de Estado, comandante supremo das Forças Armadas e tem o poder de dissolver o Congresso em casos extremos, convocando novas eleições, entre outras funções. Ele é responsável por indicar o primeiro-ministro, que é quem governará, de fato, juntamente com o Conselho de Ministros.

Desde a Constituição de 1988, o país passou por alterações de maior monta na legislação política e eleitoral no final dos anos 90 – com a implementação da lei eleitoral e dos Partidos Políticos, além da instituição da reeleição no Executivo – e entre 2015 e 2017.

Nesses anos, o STF proibiu o financiamento empresarial das campanhas. Com isso, o Congresso criou o Fundo Eleitoral. Houve também a decisão de acabar com as coligações nas eleições proporcionais, o que tende a enxugar o quadro partidário.

Notícias relacionadas

Dino proíbe novos penduricalhos; STF manteve apenas oito benefícios fora do salário

Conselho de Ética suspende mandato de 3 deputados por motim na Câmara

Defesa de Vorcaro finaliza proposta de delação premiada ‘satisfatória’ para entregar à PF

Presidente da Câmara revela que é contra empresa estatal para administrar terras raras

PGR pede a Mendonça para manter prisão de ex-presidente e ex-diretores do INSS

Assuntos Câmara dos Deputados, cota para mulher na eleição, Fundo Eleitoral, reforma eleitoral
Cleber Oliveira 18 de julho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A partir do dia 4 de maio, cadastro eleitoral será fechado (Foto: Marcello Casal\ Agência Brasil)
Política

Comissão da Câmara aprova projeto que amplia prazo de mudança do domicílio eleitoral

1 de maio de 2026
Plenário da Câmara: PEC da Segurança foi aprovada sem redução da maioridade penal (Foto: Bruno Spada/Agência Câmara)
Política

Deputados federais derrubam veto ao PL da Dosimetria, que reduz penas para golpistas

30 de abril de 2026
Deputado João Carlos Bacelar fez acordo para devolver dinheiro pago a funcionários fantasmas (Foto: Bruno Spada/Agência Câmara)
Política

Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,3 milhão pago a funcionários fantasmas

29 de abril de 2026
Suspensão é para Zé Trovão, Marcos Pollon e Marcel van Hattem (Fotos: Zeca Ribeiro, Bruno Spada e Marian Ramos/Agência Câmara)
Política

Relator vota para suspender deputados que se apossaram da Mesa Diretora da Câmara

29 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?