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© 2022 Amazonas Atual
Augusto Barreto Rocha

Recuperando as indústrias nacionais

20 de abril de 2020 Augusto Barreto Rocha
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A profundidade da crise em que estamos entrando ainda não é de todo conhecida. É difícil prever algo em meio a um problema em curso, pois há muito alarmismo, pouca informação e o pessimismo tende a imperar. Após algum tempo é que será possível perceber o efeito comportamental das pessoas. Arrisco-me a dizer que um dos efeitos benéficos que teremos após todo este caos será a oportunidade de recuperação da indústria nacional.

Outra oportunidade que se abrirá será o desenvolvimento dos comércios locais, pois por algum tempo as viagens serão pouco instigantes. Isso dará a oportunidade para a busca do comércio local, do turismo local, da valorização das interações dentro das comunidades e dos bairros. Esta oportunidade poderá ser explorada.

A obtenção de um serviço de saúde pleno para as necessidades das cidades poderá ser o maior legado desta crise. Sabemos que os hospitais públicos não tinham capacidade de atender às demandas da população, por isso existe uma rede privada de saúde. A construção emergencial poderá ficar como um legado, ajustando a relação entre a demanda e a oferta por serviços de saúde pública.

O nível de endividamento que o cidadão enfrentará também gerará a oportunidade de aprendermos a necessidade de algum nível de poupança. Contudo, reduzindo a ansiedade, antes de chegarmos aos legados, será necessário vivenciar a crise. Se seguirmos na crise repetindo pensamentos e comportamentos arcaicos, sem aproveitar o momento poderá ser uma grande perda.

A Europa espera dobrar o nível de desemprego, com perda de até 59 milhões de empregos. Por aqui, temos vários sistemas de informações públicos (eSocial, por exemplo), mas pouca transparência e pouca estatística disponibilizada, apesar de eles serem invasivos e detalhados, os noticiários giram em círculo sobre mortes e leitos. Difícil construir raciocínios.

Observar o mundo pelo problema e pela oportunidade é o que nos fará superar a crise. Se optarmos por olhar somente para os problemas teremos ao final um cenário pessimista e pior do que o que estava anteriormente, levando a uma saudade do que tínhamos. A Walt Disney interrompe nesta semana o pagamento de 100 mil trabalhadores, cerca de metade de sua força laboral. Imagine só o que vivem as pequenas e médias empresas do Brasil.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Assuntos Augusto Barreto Rocha, indústrias, pandemia
Cleber Oliveira 20 de abril de 2020
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