O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Recado contra a impunidade, dizem familiares de Marielle sobre condenados

26 de fevereiro de 2026 Dia a Dia
Compartilhar
Antônio Francisco (pai), ministra Anielle Franco (irmã), Luyara Franco (filha), Marinete Silva (mãe), Mônica Benicio (viúva de Marielle): sentimento de justiça (Foto: Valter Campanato/ABr)
Antônio Francisco (pai), ministra Anielle Franco (irmã), Luyara Franco (filha), Marinete Silva (mãe), Mônica Benicio (viúva de Marielle): sentimento de justiça (Foto: Valter Campanato/ABr)
Por Weslley Galzo, do Estadão Conteúdo

RIO DE JANEIRO – Familiares da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes afirmaram nesta quarta-feira (25) que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de condenar os mandantes dos assassinatos dos dois deu recados de combate à impunidade e enfrentamento à violência política com características de gênero e raça. O desfecho do caso ocorreu após oito anos de espera e dois dias de julgamento na Suprema Corte.

A ministra da Igualdade Racial e irmã de Marielle, Anielle Franco, afirmou que é preciso enfrentar e pôr um fim à mentalidade de parcela da sociedade que busca minimizar o assassinato da vereadora. “Isso hoje também é um recado a uma parcela da sociedade que debochou da morte da minha irmã. Uma parcela da sociedade que todo ano eleitoral traz a minha irmã como um elemento descartável, ou como sendo apenas mais uma, ou como falavam ‘o mimimi sobre Marielle Franco’”, afirmou.

Anielle destacou a preservação da memória da irmã como um dos principais resultados do julgamento e reforçou que a violência política de gênero e raça que vitimou Marielle precisa ser “aniquilada”, “acabada” e “exterminada” no país para que “outras mulheres possam ocupar os mesmos espaços e permanecer vivas”.

Marinete da Silva, mãe da Marielle, agradeceu o trabalho das instituições envolvidas no caso, com destaque para o Ministério Público e a Defensoria Pública, assim como da imprensa por acompanhar as investigações. “É uma alívio. A pergunta que ecoava no mundo era quem mandou matar Marielle e hoje a gente está vendo. Tivemos uma justiça digna e saímos aqui de cabeça erguida”, afirmou.

A mãe de Marielle passou mal durante o julgamento. Ela e o marido, Antônio da Silva, pai da vereadora, tiveram picos de pressão alta devido ao estresse. A neta, Luyara Santos, filha de Marielle, também foi atendida pelos bombeiros do STF com sinais de mal-estar e precisou ser retirada de cadeira de rodas do plenário.

Luyara, que atualmente exerce o cargo de diretora-executiva do Instituto Marielle Franco, afirmou que a decisão do Supremo honra os votos dos milhares de eleitores da mãe. “Se a gente chegou aqui hoje, é porque por oito anos ecoamos a pergunta de quem mandou matar Marielle”, afirmou.

A vereadora Monica Benicio, viúva de Marielle, repetiu a avaliação de Anielle de que a decisão do STF enviou um recado às milícias e a outros grupos criminosos que atuam no Rio de Janeiro de que a Justiça brasileira não deixará casos como esse saírem impunes.

“Que o caso da Marielle possa servir como um recado àqueles que, na certeza da impunidade, como vários Brazões que existem ainda no Rio de Janeiro e no Brasil, assim como Ronnies Lessa e Queiroz, que esse tipo de violência não será mais aceito. O STF hoje quebra um ciclo de punitivismo seletivo, que para uns é que jamais iria chegar, enquanto para outros a condenação pela cor, pelo gênero, é sempre o caminho”, afirmou.

A também viúva Agatha Arnaus, esposa do motorista Anderson Gomes, afirmou que ainda há esperança, apesar do cenário de violência que assola o Rio de Janeiro. A análise foi compartilhada por Fernanda Chaves, única sobrevivente do atentado, que classificou como histórica a decisão do STF.

“Quando a gente compreende que historicamente o Brasil tem uma dificuldade de condenar mandantes de grandes crimes, o Estado brasileiro hoje passa um recado de que crimes como esse, um feminicídio político, não é e não serão tolerados”, disse.

A Primeira Turma do STF condenou, por unanimidade, Domingos Brazão, Chiquinho Brazão, Ronald Alves de Paula, Rivaldo Barbosa e Robson Calixto por arquitetar, ordenar e tentar acobertar os assassinatos. Todos estão presos preventivamente até o trânsito em julgado da condenação. Eles negam as acusações.

O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal, foi acompanhado integralmente pelos ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

Justiça reduz pena de prisão de homem que ateou fogo na esposa

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Assuntos Chiquinho Brazão, destaque, Domingos Brazão, Marielle Franco, STF
Cleber Oliveira 26 de fevereiro de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

23 de maio de 2026
Os vereadores garantem direito aos ex-atletas em competições, como lugares privilegiados e entrada gratuita (Foto: Dircom/Divulgação)
Política

Prefeitura repassará R$ 348,4 milhões à Câmara Municipal este ano

23 de maio de 2026
Carla Zambelli com o advogado Pieremilio Sammarco ao deixar a prisão (Foto: pierimilio68/Instagram)
Política

Justiça nega extradição para o Brasil e ex-deputada Carla Zambelli é libertada na Itália

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

23 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?