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Economia

Reajustes da Petrobras deixam de valer para o AM com venda da Reman

7 de dezembro de 2022 Economia
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Postos de gasolina da bandeira Atem reajustaram o valor da gasolina comum (Foto: ATUAL)
Postos de gasolina reajustaram o valor da gasolina comum em Manaus (Foto: ATUAL)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – A redução de preços dos combustíveis para as distribuidoras anunciados pela Petrobras deixaram de valer para o Amazonas e estados da região com a venda da Refinaria de Manaus ao Grupo Atem, efetivada no fim de novembro. Desde o dia 1º de dezembro, os preços dos produtos estão sendo definidos pela Ream (Refinaria da Amazônia), que os divulgará às quartas-feiras.

No último domingo (4), o preço do litro da gasolina comum em postos de combustíveis de Manaus aumentou de R$ 4,59 para R$ 5,29, mesmo sem aumento do valor do produto na refinaria, a única da Região Norte. A alta foi registrada, inicialmente, em postos de bandeira Atem e Shell, mas depois foi adotada por outras empresas. Ainda não há explicação para o aumento.

Na terça-feira (6), a Petrobras anunciou que a partir de hoje o preço médio de venda de gasolina A para as distribuidoras passaria de R$ 3,28 para R$ 3,08 por litro em suas refinarias, uma redução de R$ 0,20 por litro. O preço do diesel A também sofreu reajuste, passando de R$ 4,89 para R$ 4,49 por litro, uma diminuição de R$ 0,40 por litro.

Em Manaus, no entanto, os postos mantiveram o valor reajustado no domingo. É que com a venda da Refinaria de Manaus ao Grupo Atem as operações no mercado de combustíveis na região passaram a ser geridas pela Ream, e não mais pela Petrobras, que detinha o monopólio do setor de refino. Agora, é o Grupo Atem que definirá os preços.

O mesmo ocorre desde dezembro de 2021 com a Refinaria de Mataripe (antiga Refinaria Landulpho Alves), na Bahia, que foi vendida para o fundo Mubadala Capital. Com a operação, o preço dos combustíveis para as distribuidoras dos estados da Bahia, Sergipe e norte de Minas Gerais não mais seguiu os reajustes da Petrobras.

Procurada pela reportagem, a Ream informou que assumiu a gestão da refinaria há apenas sete dias e que “estabeleceu o critério de divulgação semanal do preço da Gasolina e do Óleo Diesel como forma de comunicar os ajustes ao mercado, sempre às quartas-feiras, para que sejam praticados a partir das quintas-feiras”.

A nova proprietária da Refinaria de Manaus informou que sua política de preços será “amparada em critérios técnicos que levam em conta seus custos de suprimentos e cenários de mercado”. Com o critério estabelecido pela Ream, os preços dos combustíveis a ser praticado em Manaus deve ser anunciado ainda nesta quarta-feira (7), com validade a partir de amanhã.

Aumento de preços

No dia 1º de dezembro, ao assumir a gestão da Refinaria de Manaus, a Ream reajustou o preço do gás de cozinha (GLP) sob alegação de que precisa suprir os custos referentes a compra do produto na base da Petrobras, em Coari. Com a medida, a botija de 13 kg foi de R$ 112 para R$ 124 em Manaus. m alguns pontos de venda o produto pode ser encontrado por até R$ 132.

A Ream informou ao ATUAL a refinaria de Manaus produz apenas 10% do que é consumido no mercado da capital amazonense e o restante é produzido pela Petrobras em Coari. “Com a logística de aquisição do GLP, a Ream tem de arcar com os custos da operação com terminal aquaviário, transporte de navio e praticagem, dentre outros”, informou a empresa.

Distribuidoras de gás repassaram o reajuste de R$ 0,93/kg aos revendedores a partir do dia 1º de dezembro. Conforme as empresas, os preços de GLP foram aumentados pela Ream em R$ 0,84/kg sobre os preços praticados em Coari, o que equivale a R$ 0,76/kg sobre os atuais preços em Manaus. Com a incidência do ICMS, o aumento alcança R$ 0,93/kg.

Antes da operação, toda a logística de distribuição de GLP em Manaus passava por infraestrutura pertencente somente à Petrobras, incluindo o produto oriundo de Coari, que representa 90% do GLP comercializado na capital. Com a venda da Reman ao Grupo Atem, criou-se mais um elo na cadeia, o que impactou no preço do produto vendido no Amazonas e em Roraima.

O TUP Reman, único terminal aquaviário capaz de receber produtos de outros lugares, foi incluído na venda da Reman, mas será operado por uma outra empresa criada pelo Grupo Atem. Com isso, as distribuidoras que quiserem comprar produtos de outros lugares, incluindo a própria Ream, terão que pagar taxas para usar a estrutura, custo que será repassado ao consumidor.

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Assuntos Grupo Atem, manchete, Petrobras, postos de combustíveis, preço dos combustíveis, reajuste, Reman
Felipe Campinas 7 de dezembro de 2022
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6 Comments
  • joel disse:
    8 de dezembro de 2022 às 09:54

    resumindo: vão aumentar os preços quando querem da forma que querem e ninguém faz nada??? virou casa de mãe Juana? cadê os órgãos fiscalizadores?? a dias o preço aumentou na maioria dos postos e ninguém fez nada, foi anunciado uma redução e ninguém reduz, ninguém cobra, só querem reajustar preços para cima.

    Responder
  • Thiago disse:
    8 de dezembro de 2022 às 17:13

    Essa aí é pra quem dizia que privatizando melhorava… Nem adianta mais noticiar aqui no norte que a Petrobras diminuiu o preço, porque agora quem manda no mercado todo É A ATEM e ela bota o preço que quiser nos produtos todos!!!

    Responder
  • Davi pinto disse:
    8 de dezembro de 2022 às 18:11

    O povo não sabe o q é privatizar e ou entregar o patrimônio, q é dele…entrega depois vai chorar em cima do leite derramado…agora aguente…assim aconteceu com a energia e agora com a REMAN….aguente….

    Responder
  • Sales disse:
    8 de dezembro de 2022 às 19:16

    É antes era o cartel, agora é o Barão quem manda e o povo que aceite calado.

    Responder
  • Anônimo disse:
    9 de dezembro de 2022 às 14:37

    Foi feito campanha/protestos pelos funcionários da refinaria para não ter a venda e acabou acontecendo mesmo assim e agora a população colhe esse mal resultado. E ainda tem gente que apoia privatização de tudo, tá aí o que acontece.

    Responder
  • Barreto disse:
    9 de dezembro de 2022 às 14:42

    Brasil o país do roubo livre

    Responder

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