O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Quatro deficiências fragilizam e põem em risco a Zona Franca de Manaus

21 de maio de 2022 Economia
Compartilhar
Augusto Rocha, professor da Ufam em entrevisa ao programa O A da Questão (Foto: Reprodução/YouTube)
Augusto Rocha, professor da Ufam em entrevisa ao programa O A da Questão (Foto: Reprodução/YouTube)
Da Redação

MANAUS – A Zona Franca de Manaus precisa corrigir as deficiências históricas da região para sobreviver. Ao mesmo tempo, é necessário pensar em novas atividades produtivas que garantam a saúde financeira do Amazonas, afirma o professor Augusto César Barreto Rocha, da Ufam (Universidade Federal do Amazonas), em entrevista ao programa “A da Questão”, do ATUAL, na quarta-feira (18).

“Essas deficiências são logísticas, educacionais, de representatividade e de conectividade das indústrias com a natureza. Uma das saídas está na forma diferenciada de desenvolvimento para o interior do estado, conforme potencialidades específicas”, diz Augusto Rocha. Ele cita o turismo em alguns municípios como alternativa à indústria.

Para o professor, que é engenheiro civil, o modelo Zona Franca “não pode ser eterno, tem que ser um modelo com data finita”. E sanar essas deficiências é primordial para acabar com a dependência de decisões que vêm de fora do estado.

“A Zona Franca de Manaus depende de um diferencial fiscal para se viabilizar, porque temos uma série de deficiências históricas que não são sanadas. A Zona Franca de Manaus está há muitos anos, mas não se enfrenta os grandes desafios de como sanar as deficiências da região”, diz.

As falhas atrapalham o desenvolvimento não só de Manaus, como de todos os municípios do Amazonas, afirma Augusto Rocha. “São fatores sistêmicos. Logística é um deles. Nós não temos infraestrutura abundante aqui. Falta estrada, faltam portos, falta custo competitivo para transportes. Isso é um aspecto”.

Cesar Rocha cita o impasse sobre a BR-319 (Manaus-Porto Velho/RO). O reasfaltamento de trecho da rodovia é apenas promessa que passa de governo para governo.

Augusto Rocha, que também é diretor da Fieam (Federação das Indústrias do Estado do Amazonas), aponta falhas na capacitação profissional adequada. “Nós temos deficiências do sistema educacional. Faltam pessoas abundantes dentro da formação necessária para o tipo de indústria da Zona Franca de Manaus”.

ZFM - Suframa (Foto: Suframa/Divulgação)
Linha de produção em fábrica de Manaus: indústria desconectada da natureza (Foto: Suframa/Divulgação)

Outro desafio que Augusto Rocha cita é a necessidade de construir uma indústria vinculada com a natureza da Amazônia e integrada aos fatores industriais. “O rompimento de deficiência é de infraestrutura, de energia, é de educação e é também de vinculação com a floresta, para que a gente seja uma indústria sem essas ‘amazonidades’, sem essas questões amazônicas presentes”, diz o professor.

De acordo com Augusto Rocha, a saída é enfrentar e resolver os problemas e usar os recursos das florestas remunerando as comunidades tradicionais. “É preciso dialogar para chegar a um meio termo, respeitando o meio ambiente e a sociedade local porque tipicamente ignoramos a sociedade local, ignoramos a sociedade amazonense”, afirma.

“Quando Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Londres, Nova York, Tóquio fazem juízo de valor sobre a Amazônia é predatório. É um juízo de valor de guardar para um uso futuro, um futuro que nunca chega. Ou de usar e usurpar as riquezas para levar para outro lugar do mundo. Como se fosse um banco, mas que é só para os interesses de fora da região”, diz Augusto.

Mas, para alcançar resultados, é necessário ação e vontade. “A problemática é que a gente nunca faz o nascente do próximo passo. Nunca faz o nascente do rompimento da deficiência da infraestrutura e nunca faz o nascente da indústria de tecnologia com base nos recursos regionais”.

Como exemplo, ele defende o desenvolvimento dos municípios do interior conforme suas potencialidades, sempre com a exigência de melhorias na infraestrutura. “É possível ter turismo de pesca em Barcelos, desque que houvesse aeroporto, voo fácil, conexão imediata com voos internacionais, hotéis…”

“Teria que se eleger cinco projetos estratégicos para o interior e usar os recursos que já existem, como o FTI [Fundo de Fomento ao Turismo, Infraestrutura, Serviços e Interiorização do Desenvolvimento], uma contribuição feita pela indústria”, defende.

O programa A da Questão é transmitido ao vivo todas as quartas-feiras pelo canal de YouTube e pelo perfil no Facebook do Amazonas Atual

Notícias relacionadas

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Assuntos manchete, redução de IPI, Zona Franca
Redação 21 de maio de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Com casos crescentes de violência nas escolas, professor assume também a função de apaziguador (Imagem ilustrativa gerfativa por IA/Google)
Dia a Dia

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

23 de maio de 2026
Dia a Dia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

22 de maio de 2026
Campanha de proteção à mulher contra violência doméstica: mais denúncias e pedido de medida protetiva (Foto: Divulgação/PC-AM)
Dia a Dia

Lei determina proteção imediata à mulher vítima de violência

22 de maio de 2026
Contas do governador Wilson Lima no TCE
Política

TCE recua de ampliar poderes, mas propõe recondução ilimitada do presidente

21 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?