O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Follow Up

PPB e insurreição institucional

10 de março de 2016 Follow Up
Compartilhar

Quando se retoma os prejuízos generalizados provocados pela legislação do PPB, é digno é justo utilizar este espaço para reconhecer e destacar na linha de frente desta trincheira o papel do jurista Raymundo Noronha, de longe, a maior autoridade em legislação do modelo Zona Franca de Manaus. Ele é o mais competente defensor da tribo quando se tratam das ilegalidades e distorções constitucionais deste modelo de acertos. Noronha costuma chamar o PPB de excrescência constitucional, pois se trata de uma legislação federal que acumula prejuízos incontáveis à Zona Franca de Manaus. Nesta semana, depois de 2 anos e meio de espera, a Essilor da Amazônia, empresa francesa instalada em Manaus, foi informada da Consulta Pública de seu PPB, o Processo Produtivo Básico para PRODUTOS ÓPTICOS-OFTÁLMICOS, a partir do qual poderá iniciar as linhas de produção autorizadas. Por isso Raymundo Nonato Botelho Noronha se tornou especialista em legislação e história das idas e vindas, distorções e imposições feitas à ZFM. Advogado, ele é um amazonense nascido em Porto Velho quando aquele território ainda pertencia ao Amazonas, que vem defendendo a Zona Franca de Manaus desde os anos 70. “Eles (os burocratas) nunca quiseram a evolução do modelo”. E cita a Portaria n. 308, de 11 de agosto de 1976 – quando o ciclo da ZFM comercial foi ampliado com o desembarque das primeiras indústrias em Manaus – o legislador federal descreveu no “manual de instruções”, que na ZFM, somente ocorreria a montagem simples de produtos industrializados, contando com insumos estrangeiros e com insumos nacionais. Derrubar esse embargo de gaveta do PPB, portanto, assegura Noronha, é resgatar a autonomia da Suframa e decretar sua insurreição institucional.

Tecnologia da insubordinação

Em seus brados históricos, espalhados pela mídia no registro dos repórteres mais atentos, Noronha costuma ser bombástico: “Foi o Amazonas quem primeiro produziu o telefone móvel (celular) no Brasil, assim como o primeiro microcomputador em linha industrial. Ao equiparar as nossas vantagens com o resto do País, tiraram a competitividade dos produtos de informática que viessem a ser fabricados na Zona Franca”. Por outro lado, grandes causas judiciais que contrariavam o modelo, com sua instrução, fundamentação e apoio, foram vencidas. É o caso da Adin 2348/2000 em que o STF não deixou que o Governo modificasse as alíquotas do PIS/Pasep e Cofins. Como represália, o então presidente Fernando Henrique Cardoso, baixou o IPI de produtos fabricados fora da ZFM para 2%. A questão era liberar insumos estrangeiros e cobrar índices de nacionalização de componentes. Pronto!  Não se cogitava qualquer atividade de pesquisa e desenvolvimento ou inovação, incorporação de tecnologias compatíveis com o estado da arte e da técnica, no polo industrial local. Ilustra isso a instrução de que: “a mão-de-obra direta empregada no processo de produção engloba tão-somente a mão-de-obra até o nível supervisor”, segundo a tal Portaria. Pelo visto, o abandono e o boicote na evolução do modelo só fez crescer desde então. Eis aí a fonte e a orientação do desestímulo à instalação, pelas empresas, na Zona Franca de Manaus, de laboratórios e centros de pesquisa, bem assim como recrutamento em outras regiões do País de técnicos qualificados. Na prática, isso representava um veto – que ainda subsiste – ao desenvolvimento local de tecnologia de produtos e de processo de produção e até mesmo à absorção ou emulação de tecnologia adquirida de fontes externas.

Boicote velado ou explícito

Por que o PPB da Novamed, uma empresa que veio produzir medicamentos a partir da farmacopeia amazônica, promissora e natural, demorou 5 anos? Por que a indústria de cosméticos não decola a despeito das coleções e inventários da biodiversidade atestarem há mais de seis décadas que aqui reside a indústria da juventude? Bertha Becker dizia, num de seus últimos alertas contra a intocabilidade da floresta, que as indústrias da beleza nem precisavam pensar em exportar, pois o mercado interno viabilizaria qualquer produção. Por que a pilhagem em cima da presença da Fucapi, Fundação Centro de Pesquisa, Análise e Inovação Tecnológica, na sustentação do modelo e teimosia em lhe conferir densidade tecnológica e agregação de valor? Fundada em 1982, como instituição de direito privado, a partir das pressões e presença das entidades de classe da indústria, CIEAM e FIEAM, a Fucapi é reconhecida como o embrião do avanço tecnológico na Amazônia, na qualidade de principal instituição tecnológica da região, por sua atuação voltada para o apoio técnico às empresas instaladas em Manaus, com laboratórios de última geração e inventividade. E se às empresas foi imposta e estimulada a modelagem de montar partes e peças, a Fucapi, e todas as iniciativas que sua presença estimulou, sinaliza esforços efetivos dos atores locais empenhados em desenvolver – com parcos recursos disponíveis entre os volumes confiscados – as novas saídas da inovação. A Fucapi, vítima de um boicote perverso que contou com a omissão parlamentar regional, é a instituição que criou a primeira escola técnica em informática do país, e tem pioneirismo de cursos de especialização em nível de graduação e pós-graduação em Eletrônica Digital, Engenharia de Produção, Automação Industrial, Qualidade e Produtividade, Desenvolvimento de Recursos Humanos, Marketing, e Design Industrial e regional com serviços de busca e registro de marcas, patentes, desenho industrial e software, entre tantos avanços que Isa Assef e seu time de guerreiros e guerreiras  apaixonadas conseguiram consolidar e que  a opinião pública precisa conhecer, proteger e apoiar.

Esta Coluna é publicada às quartas, quintas e sextas-feiras, de responsabilidade do CIEAM. 
Editor responsável: Alfredo MR Lopes. [email protected]

Notícias relacionadas

Fiesp alega na Justiça que benefício da ZFM pode tirar indústrias de outros estados

Inmetro publica portaria para ampliar a transformação digital da indústria no Brasil

Faturamento do Polo Industrial de Manaus é R$ 18,2 bilhões em janeiro

FPFtech e LG abrem vagas para programa de capacitação em IA da ZFM

Suframa discute regularização fundiária do Distrito Agropecuário

Assuntos Cieam, Coluna Follow Up, PIM, PPB, ZFM
Valmir Lima 10 de março de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

suframa
Economia

Fiesp alega na Justiça que benefício da ZFM pode tirar indústrias de outros estados

19 de maio de 2026
Maturidade Industrial 4.0
Dia a Dia

Inmetro publica portaria para ampliar a transformação digital da indústria no Brasil

6 de abril de 2026
Suframa
Economia

Faturamento do Polo Industrial de Manaus é R$ 18,2 bilhões em janeiro

24 de março de 2026
Curso de IA PFTech e LG
Serviços

FPFtech e LG abrem vagas para programa de capacitação em IA da ZFM

23 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?