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Política

PF manda para Teori e Janot ‘conflito’ de delações da Lava Jato

24 de novembro de 2016 Política
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São Paulo - Malotes da Operação Lava Jato 31ª fase, chegam na Superintendencia da Polícia Federal de São Paulo.
Como os acordos foram homologados pelo Supremo (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

BRASÍLIA – A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba comunicou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o procurador-geral da República Rodrigo Janot sobre o “evidente conflito de fatos narrados” nas delações premiadas do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, e do lobista Zwi Skornicki. Os acordos de cooperação de Pessoa e Zwi, que os obrigam a dizer a verdade, foram fechados com a Procuradoria e homologados pelo Supremo.

O delegado da PF Felipe Pace, que preside alguns dos inquéritos mais explosivos da Lava Jato, encaminhou a Teori – ministro relator da operação no Supremo – e a Janot cópias de depoimentos dos delatores sobre um contrato no valor de R$ 500 mil da UTC com a Eagle Consultoria, empresa que Zwi utilizava para receber no Brasil pelos seus serviços de “intermediação” de contratos na Petrobras, segundo a Lava Jato.

Na versão do empreiteiro, o contrato era “simulado” e o valor foi pago a Zwi para afastar o estaleiro Keppel Fels, que o lobista representava, de uma licitação para o fornecimento de material e construção dos navios-plataforma P-58 e P-62 da Petrobras, em 2010.

As declarações foram prestadas pelo empreiteiro em 20 de junho e anexadas aos autos da Lava Jato pela própria defesa de Ricardo Pessoa. No depoimento, ele alega que “revolveu alguns temas” de sua colaboração e, “especialmente, a lista com mais de 13 mil fornecedores e prestadores de serviços, apercebeu-se que não havia descrito sua relação com a empresa Eagle Consultoria em Engenharia Ltda”.

“Para afastar a Keppels Fels dos pacotes nos quais a UTC tinha interesse, o declarante (Ricardo Pessoa) combinou com Swi (sic) Skornicki de pagar a ele o valor de R$ 500 mil para que este deixasse de apresentar proposta nos dois pacotes que tinham interesse”, seguiu o delator.

O lobista, por sua vez, afirmou que as “imputações” do empreiteiro em relação a este contrato são “inverídicas” e se colocou “à disposição” para uma eventual acareação com Ricardo Pessoa.

“O declarante efetivamente prestou serviços para a UTC Engenharia S/ A, por meio da Eagle Consultoria em Engenharia Ltda., em relação a aditivo para a P55, tal como consta no contrato inclusive apreendido em busca e apreensão realizada em sua residência, tendo feito reuniões de orientação com o Srs. Mauro Cruz e Maximo Alves, à época funcionários da UTC, conforme consta no Anexo 16 do seu acordo de colaboração”, afirma Zwi Skornicki em depoimento encaminhado por sua defesa à Lava Jato.

Como os acordos foram homologados pelo Supremo, o delegado Pace encaminhou as duas versões a Rodrigo Janot e ao ministro Teori, para que “tomem ciência” e, caso necessário, “as providências cabíveis”.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

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Assuntos Janot, Lava Jato, PF, STF
administrador 24 de novembro de 2016
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