O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Petrobras lucra mais com petróleo caro, afirma analista do Goldman Sachs

25 de maio de 2022 Economia
Compartilhar
Plataforma P70 na Baía de Guanabara
Navio plataforma da Petrobras: lucro com petróleo é maior (Foto: André Motta de Souza/Agência Petrobras)
Por Nicola Pamplona, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – A crise gerada com a nova troca no comando da Petrobras e a expectativa de trava no preço dos combustíveis pega a estatal em um momento confortável, com baixas defasagens em relação à paridade de importação.

Mas, para analistas do banco Goldman Sachs, mesmo que as cotações internacionais voltem a subir e as defasagens aumentem, o lucro da estatal com a venda de petróleo compensa a perda de receita com a venda de combustíveis abaixo da paridade.

A empresa terá, porém, perdas de até US$ 1 bilhão (R$ 4,8 bilhões) por ano se tiver que importar produtos mais caros para cobrir o déficit do mercado brasileiro sem reajustes para acompanhar eventual alta das cotações internacionais.

“O ganho de Ebitda [indicador que mede a geração de caixa de uma companhia] da área de exploração e produção mais do que compensa as menores margens de refino caso os preços da gasolina e do diesel continuem nos níveis atuais”, dizem os analistas Bruno Amorim, João Frizo e Guilherme Costa Martins.

Eles estimam que cada US$ 10 (R$ 48) de alta no petróleo garantem à Petrobras efeito positivo de US$ 2 bilhões (R$ 9,6 bilhões) no Ebitda da companhia, mesmo sem aumentos nos preços da gasolina e do diesel. No fluxo de caixa, o efeito positivo é de US$ 1,3 bilhão (R$ 6,1 bilhões).

Segundo suas projeções, a área de refino da Petrobras passa a ter Ebitda negativo com petróleo a US$ 130 (R$ 624) por barril. Ainda assim, o ganho da área de exploração e produção ajudaria a elevar o Ebitda total da empresa.

Mesmo com o aumento das margens de refino internacionais, os impactos são limitados dentro das projeções de preços, dizem os analistas, considerando que a Petrobras não terá a obrigação de importar para suprir a parcela de mercado que o refino nacional não consegue atender.

A viabilidade das importações é um dos argumentos usados pela direção da Petrobras e pelo setor de combustíveis em defesa de preços alinhados às cotações internacionais. Eles alegam que importadores privados deixam de atuar com defasagens elevadas, o que gera riscos ao suprimento.

Para os analistas do Goldman Sachs, o estatuto da Petrobras e a Lei das Estatais reduzem as chances de que a empresa atue com prejuízo nas importações de combustíveis. Mas, se tiver que fazê-lo sem repasses ao preço final, passará a ter perdas bilionárias.

A conta dos analistas considera que os descontos nos preços internos ficariam no patamar médio deste ano, de 11% para o diesel e 15% para a gasolina.

Segundo dados da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), porém, hoje o preço do diesel está alinhado com a cotação internacional e, no caso da gasolina, o desconto é de 6%. A queda das defasagens reflete a valorização do real frente ao dólar e o recuo das cotações internacionais.

A possibilidade de trava nos preços dos combustíveis ganhou força nas últimas semanas, primeiro com a mudança no comando do MME (Ministério de Minas e Energia) e, depois, com a demissão de José Mauro Coelho da presidência da estatal.

A menos de cinco meses das eleições, o assunto passou a ser debatido de forma mais aberta no governo, que vê impactos negativos da alta na avaliação do presidente Jair Bolsonaro (PL). A Folha ouviu de membros do alto escalão que há ao menos duas medidas em estudo.

Uma delas estabeleceria faixas para o preço internacional do petróleo – e, caso o preço do barril varie dentro dos valores delimitados, a empresa não poderia fazer reajustes. Outra ideia citada é de um intervalo mínimo de cem dias para os reajustes.

Para mudar sua política de preços, porém, a estatal precisa alterar seu estatuto, que determina compensação financeira do governo em caso de operações deficitárias para apoiar políticas públicas ou perdas operacionais, como os relativos à venda de combustíveis.

Notícias relacionadas

Fazenda autoriza empréstimo de R$ 1,4 bilhão ao Governo do Amazonas

Anatel autoriza venda da telefônica Oi, mas impôs condições

Novo gasoduto privado de R$ 1,5 bilhão é incluído no PAC

Trabalhadores por aplicativo exerceram 5,4 horas a mais de serviço

Apenas 1 a cada 5 motociclistas de aplicativo tem garantia previdenciária

Assuntos Petrobras, preços dos combustíveis
Cleber Oliveira 25 de maio de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Abastecimento de avião: queresone é quase um terço dos custos das companhias aéreas (Foto: iStock/Divulgação)
Economia

Petrobras aumenta preço do querosene de aviação para as distribuidoras

1 de setembro de 2026
O preço da gasolina subiu 1,53%, alcançando R$ 7,31 (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Economia

Lula sanciona lei que institui redução de imposto sobre os combustíveis

28 de agosto de 2026
Navio plataforma da Petrobras: lucro da petrolífera foi menor em 2023 (Foto: Agência Petrobras/Divulgação)
Economia

Margem Equatorial pode garantir mais 40 anos de petróleo para Petrobras

22 de agosto de 2026
Coque de petróleo é de alto valor e um dos maiores mercados é a China (Foto: Divulgação)
Economia

Petrobras exportará coque de petróleo por São João da Barra (RJ)

20 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?