O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

PEC paralela da Previdência corre risco de ficar esquecida com aprovação do projeto do governo

6 de setembro de 2019 Política
Compartilhar
Sessão do Senado sobre a reforma da Previdência: PECC paralela gera divergência (Foto: Agência Senado)

Da Agência Senado

BRASÍLIA – Na quarta-feira, 4, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou a reforma da Previdência (PEC 6/2019) com a criação de um segundo texto, que abrigará as intervenções dos senadores. A chamada PEC paralela (PEC 133/2019) é um recurso para fazer mudanças na reforma sem interromper a sua tramitação. O expediente foi adotado também na última grande reforma previdenciária, em 2003.

Parlamentares que se opõem a aspectos da reforma de 2019 já manifestaram receio de que a PEC paralela acabe esquecida depois que o texto principal for promulgado. A história mostra que essa preocupação não é infundada. A primeira PEC paralela levou mais de um ano para ser aprovada, e os senadores tiveram que brigar pelo seu andamento.

A reforma da Previdência de 2003 (Emenda Constitucional 41), articulada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve como principais resultados a extinção da aposentadoria integral no serviço público e da paridade de reajustes para servidores aposentados, além da instituição de cobrança para servidores aposentados e pensionistas. Também criou o abono de permanência.

Durante a análise, o relator da reforma, ex-senador Tião Viana (AC), reuniu emendas de parlamentares críticos à proposta em um segundo texto. O acordo foi aprovar o conteúdo principal, que já tinha o aval da Câmara dos Deputados, e enviá-lo para promulgação, enquanto as intervenções dos senadores tramitariam separadamente.

A PEC paralela foi apresentada em outubro de 2003, no dia seguinte à rejeição formal das emendas. Seus apoiadores eram tanto oposicionistas interessados em desidratar a reforma quanto integrantes da própria base que divergiram do governo no processo, como Paulo Paim (RS) e Serys Slhessarenko (MT). A primeira signatária foi Ideli Salvatti (SC), que nos meses seguintes se tornaria a líder do PT na Casa.

Nem todos os governistas que se opunham à reforma aceitaram o acordo que resultou na PEC paralela. A ex-senadora Helo[isa Helena (AL) classificou a negociação como uma ‘farsa política’e uma ‘mentira’. Ela também afirmou acreditar que o novo texto sequer seria votado porque em breve teria início um ano eleitoral. Em 2004, Helena deixaria o PT e seria uma das fundadoras do PSOL, partido que nasceu, em parte, por causa das dissidências provocadas por aquela reforma previdenciária.

A nova PEC, de início, continha critérios diferenciados de contribuição e benefícios para servidores com doenças graves ou necessidades especiais, e delegava aos estados a responsabilidade de legislar sobre as aposentadorias dos seus policiais. Também trazia mecanismos de controle social sobre os regimes previdenciários.

Coube a Tião Viana relatar também a PEC paralela, que foi aprovada no Senado apenas seis dias depois da conclusão do texto principal da reforma. Como já era o fim do mês de dezembro, os senadores se mobilizaram em favor de uma convocação extraordinária do Congresso durante o recesso parlamentar, para garantir que a PEC não perderia o impulso.

A convocação de fato aconteceu, mas a proposta acabou não sendo votada. Foi o primeiro revés na tramitação da PEC paralela. Ela passou todo o ano de 2004 parada na Câmara dos Deputados. A comissão especial montada para a PEC esgotou o seu prazo sem analisá-la. Encaminhada direto para o Plenário, a proposta ficou em impasse depois que o relator, deputado José Pimentel (CE) – o então vice-líder do PT na Câmara –  apresentou um parecer que alterava diversos pontos do texto.

Senadores reagiram às sinalizações dos deputados. Paulo Paim disse que estava em curso um ‘golpe’ no Senado e lembrou que havia demonstrado confiança no líder do governo, Aloizio Mercadante (SP), ao rejeitar oferta para registrar por escrito os termos do acordo que produzira a PEC. Já Serys Shessarenko chegou a acusar Pimentel, seu colega de partido, de ‘traição’, e falou em cobrar a sua saída da função de relator se ele não cumprisse o combinado.

A proposta acabou aprovada apenas em março de 2005. Com a pressão dos senadores, ela manteve os seus dispositivos originais e trouxe, ainda, a garantia de integralidade e paridade para servidores ainda na ativa, além de algumas regras de transição. O Senado confirmou as mudanças e, em julho de 2005, o material foi promulgado (Emenda Constitucional 47).

Inspiração

A PEC paralela de 2019 segue o mecanismo usado em 2003, mas alguns detalhes importantes serão diferentes neste caso. Para começar, a proposta já foi dada como aprovada pela CCJ, de modo que ela pode seguir diretamente para o primeiro turno de discussão e votação em Plenário.

A proposta de 2003 foi apresentada do zero a partir das emendas dos senadores, passou pelo crivo da CCJ e só depois seguiu para o Plenário. No caso de agora, como a PEC paralela foi desmembrada de elementos do relatório da PEC principal, a comissão decidiu aproveitar as etapas de tramitação já cumpridas.

A atual presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS), defendeu essa decisão afirmando que as deliberações já estavam maduras e o colegiado é unânime em relação ao avanço da PEC paralela. “Ela só não existia formalmente, mas existia em relação ao conteúdo, que foi discutido. Não tinha sentido, depois de todo o debate, ela voltar para o relator falar a mesma coisa”.

Tanto a PEC 6/2019 quanto a PEC 133/2019 entram agora em fase de recebimento de emendas perante o Plenário. O relator da reforma, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), recolherá os dois textos com as suas respectivas sugestões e oferecerá, primeiro, o parecer sobre a PEC principal. Depois disso ele se debruçará sobre a PEC paralela, e poderá, inclusive, convocar audiências públicas na própria CCJ para aprimorar o conteúdo.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, espera aprovar o texto primário da reforma da Previdência já na próxima semana. A PEC paralela, no entanto, pode ser concluída até o final do mês. Depois, ela será enviada para a Câmara dos Deputados.

Notícias relacionadas

Ministro Dias Toffoli deixa a relatoria do processo do Banco Master

‘Jogo político’, diz David Almeida sobre filiação de Tadeu de Souza ao Progressista

Justiça italiana conclui julgamento de Zambelli, mas não divulga decisão sobre extradição

TSE rejeita pedido para barrar desfile que homenageará Lula no carnaval

Dias Toffoli confirma ser sócio da empresa que fez negócios com o Banco Master

Assuntos PEC paralela, reforma da previdência
Cleber Oliveira 6 de setembro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Professores encerram greve sem reverter mudança na aposentadoria

21 de novembro de 2025
Dia a Dia

Protesto de professores teve tumulto e ameaça na Ponta Negra

21 de novembro de 2025
ManausPrev
Política

Prefeito sanciona lei que muda regras de aposentadoria de servidores

20 de novembro de 2025
Ana Cristina Rodrigues do Sinteam
Dia a Dia

Sinteam pede arquivamento do PL de reforma da previdência de Manaus

16 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?