O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Partidos e indígenas contra-atacam e pedem que STF anule lei do marco temporal

29 de dezembro de 2023 Política
Compartilhar
Plenário do STF: maioria dos ministros valida trecho de lei de combate ao crime organizado (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)
Plenário do STF: partidos travam no Supremo briga envolvendo o marco temporal (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)
Por Lavínia Kaucz, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O PSOL, a Rede e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) ajuizaram na quinta-feira (28) no STF (Supremo Tribunal Federal) uma ação que pede a declaração de inconstitucionalidade da lei que estabelece o marco temporal para demarcação de terras indígenas. A norma foi aprovada pelo Congresso em setembro, dias após o Supremo rejeitar a tese do marco temporal.

A lei em questão estabelece que apenas as terras ocupadas por povos indígenas até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição, podem ser demarcadas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vetou esse dispositivo, mas o Congresso derrubou o veto neste mês. A norma foi promulgada ontem.

Os autores da ação pontuam uma série de violações ao texto constitucional na lei e dizem que “o majoritarismo violento do Congresso Nacional não pode vicejar”.

Entre outros pontos, alegam que a norma altera a Constituição por meio de lei ordinária, que não seria o meio adequado, e que os direitos fundamentais são cláusulas pétreas (não podem sofrer alteração legislativa). “Resta nítido que a vigência da lei implica não só o aumento da violência contra os povos indígenas e seus territórios, como também afeta toda a sociedade indígena e não-indígena, à medida que acentua a degradação do meio ambiente e a crise climática vivenciada em todo o globo”, afirmam.

O processo ainda não foi distribuído a nenhum relator. Os autores pedem que a ação fique sob a responsabilidade do ministro Edson Fachin, que foi relator da ação que resultou na declaração de inconstitucionalidade do marco temporal em setembro.

Ontem, partidos de oposição ao governo (PP, PL e Republicanos) protocolaram uma ação em sentido contrário. As legendas pedem que o Supremo reconheça a constitucionalidade do marco temporal sob o argumento de que a última palavra deve ser do Legislativo. A ação foi sorteada para o ministro Gilmar Mendes, que votou contra o marco temporal mas faz ressalvas à amplitude das terras demarcadas.

O governo não protocolou uma ação sobre o tema até agora. O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse ontem ao jornal Valor Econômico que ainda não decidiu se a AGU irá ajuizar uma ação própria ou apenas se manifestar nos processos em curso no Supremo.

Notícias relacionadas

Presidente do TSE vai propor acordo com big techs para combater desinformação nas eleições

Flávio Bolsonaro omite relação dele e de aliados com Daniel Vorcaro em farta aos EUA

Lula inaugura túnel de transposição de água e diz que obra é sonho de retirantes

Partidos devem explicar critérios de divisão de dinheiro do Fundão, afirma MPF

Para 37,8%, vídeo de Michelle enfraquece muito a candidatura de Flávio Bolsonaro

Assuntos Marco Temporal, terras indígenas
Cleber Oliveira 29 de dezembro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Justiça determinou o pagamento imediato dos valores à servidora, vítima de assédio moral (Foto: Janailton Falcão/Amazonastur)
Política

Plínio Valério aciona Justiça para barrar demarcação de terra indígena no AM

19 de março de 2026
MPF alega que área de contrato de crédito de carbono está sobreposta a terras indígenas (Foto: Marcus Biazatti/Idesam)
Dia a Dia

Governo institui programa de justiça climática em terras indígenas

26 de fevereiro de 2026
Agentes do Ibama inspecionam draga de garimpo antes de destruir o equipamento (Foto: Divulgação/Ibama)
Dia a Dia

Agentes do Ibama destroem dragas de garimpo e apreendem madeira ilegal

23 de fevereiro de 2026
Dia a Dia

Desmatamento é maior em áreas de conservação e indígenas no Amazonas

5 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?