O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Alfredo Lopes

PanAmazônia, a agenda da hora

31 de outubro de 2017 Alfredo Lopes
Compartilhar

Na semana passada, o Estado do Acre abrigou a terceira reunião de governadores da Amazônia em 2017. Um observador mais atento pode afirmar que falta nexo, historicamente, entre elas e nos desdobramentos práticos de suas decisões. Provavelmente, como se tratam de estados economicamente pobres em relação ao do Sul e Sudeste do país, não sobra tempo nem recursos para focar nas possibilidades desta comunhão. Falta-lhes, principalmente, a percepção de que a única maneira de sair do lugar seria compartilhar direitos, necessidades e suas potencialidades. Isolados e desvalidos de representação parlamentar mobilizada e eficiente, os Estados permanecerão inibidos em avançar nos caminhos de desenvolvimento econômico social e ambiental integrado.

Num país em que nortista é – preconceituosamente – sinônimo de gente atrasada e desfalcada de qualificação, este estereótipo tem sido fortemente introjetado por uma submissão que se expressa na aceitação de ditames federais sem sentido. O exemplo clássico é o confisco da receita gerada, a partir da renúncia fiscal, e destinada constitucionalmente ao desenvolvimento regional. A representação parlamentar, em lugar de brecar em bloco a ilegalidade do confisco, tem-se dedicado a garantir as vantagens imediatas advindas da adesão às imposições do poder central. O mesmo se dá com as entidades de classe, que dispõem de instrumentos jurídicos, as tais ações de inconstitucionalidade, para conter tais distorções.

Em agosto último, a ONU se manifestou publicamente sobre o dever da comunidade internacional de pagar os países que conservam suas florestas. Nenhuma reação organizado se anotou entre os Estados sobre o assunto. E é por aí que se ilustra a desmobilização entre os integrantes da Amazônia brasileira, que mais forte seria se atuasse em bloco no âmbito da PanAmazônia, a integração da Amazônia Continental. Além da desintegração falta alinhar um conceito comum de desenvolvimento e de sustentabilidade. Há Estados que abominam publicamente o conceito de floresta em pé como um valor mais inteligente e permanente do que a pecuária extensiva, baseada em corte raso e há outros que, usufruindo as benesses da renúncia fiscal, abrem mão do direito de exigir a diversificação e regionalização de sua economia com as verbas legalmente destinadas a este fim.

Na Carta do Rio Branco, fruto da última reunião dos governadores, ocorrida no Acre, as intenções foram as de sempre, aquelas que enchem o inferno da negligência federal com a região: “Construir uma agenda colegiada para a Amazônia Legal e apresentar a riqueza intrínseca de seus recursos naturais, sua diversidade cultural e seu potencial econômico, reafirmando a importância estratégica da região para o equilíbrio do clima e a qualidade de vida do mundo”.

Com raras exceções, os governadores e seus colaboradores diretos, não muito diferentes dos gestores federais, padecem de qualificação histórica, econômica e gerencial para administrar a imensidão deste patrimônio que se consolida quando se fala em Amazônia Continental, a PanAmazônia. E se não há esta consciência como exigir, orientar e compartilhar o encaminhamento competente junto às instâncias superiores de poder, tanto nacional como transnacional?

A partir dos anos 60, o Brasil criou um Fundo de Investimento Setorial, baseado em renúncia fiscal, e plantou, em 50 anos, 7,5 milhões de hectares de floresta. Megaempresas, bancos, montadoras, em vez de pagar imposto, recolhiam para o tal fundo de plantações. Cabe lembrar que, ao assinar o Acordo do Clima, o país jurou plantar 12 milhões de hectares até 2030. Esta seria uma agenda para os governadores abraçarem, exigindo um Fundo federal/global para financiar o manejo florestal sustentável. Só o Amazonas tem 3,4 bilhões de metros cúbicos de madeira, lembrando que esta atividade protege e fortalece a floresta.

Este acervo, a propósito, se insere numa área que é mais de 90% da cobertura original, protegida pelo paradigma econômico vigente e que permitiria a este Estado dizer em alto e bom som porque é legítimo incentivar as empresas que nele se instalam, no paradigma de baixa emissão de carbono, como tem feito as empresas da Zona Franca de Manaus há 50 anos.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Prefeito diz que Suframa tem áreas para instalar fábricas em Manaus, mas deixou que fossem invadidas

Pai é preso suspeito de estupro da filha de 5 anos; esposa o denunciou à polícia

Expansão da indústria em Manaus depende de mudança no Plano Diretor

Defensores do AM poderão receber até R$ 9,3 mil por acúmulo de funções

Dino mantém remoção de vídeos de Salazar com ofensas a David Almeida

Assuntos Amazonas, Cieam, Floresta Amazônica, suframa, ZFM
Cleber Oliveira 31 de outubro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Fábricas no Distrito Industrial de Manaus: maior faturamento (Foto: Suframa/Divulgação)
Economia

Prefeito diz que Suframa tem áreas para instalar fábricas em Manaus, mas deixou que fossem invadidas

9 de junho de 2026
Pai foi preso, suspeito de estuprar filha de 5 anos (Foto: Divulgação/PC-AM)
Polícia

Pai é preso suspeito de estupro da filha de 5 anos; esposa o denunciou à polícia

8 de junho de 2026
Fábricas no Distrito Industrial de Manaus: expansão do polo das indústrias depende de ajuste no Plano Diretor (Foto: Suframa/Divulgação)
Economia

Expansão da indústria em Manaus depende de mudança no Plano Diretor

8 de junho de 2026
Defensoria Pública do Amazonas
Dia a Dia

Defensores do AM poderão receber até R$ 9,3 mil por acúmulo de funções

8 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?