O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Gina Moraes

O renascimento para o Amazonas

12 de janeiro de 2018 Gina Moraes
Compartilhar

Em seu livro ‘Lanterna na popa’, o economista Roberto Campos descreve a trajetória caótica do Brasil e do Ocidente e a mistura com suas memórias pessoais. Ele navega ao sabor de suas convicções filosóficas, ao mesclar o conceito de caos para apontar as razões porque o País vai demorar a construir o conceito de logos, o mito da prosperidade e da harmonia social. “Continuamos a ser colônia, um país não de cidadãos, mas de súditos, passivamente submetidos às ‘autoridades’ – a grande diferença, no fundo, é que, antigamente, a ‘autoridade’ era Lisboa. Hoje, é Brasília.”

Ele identifica nessa passividade, perante as autoridades despreparadas, uma das raízes das incoerências nacionais. A outra é o ensino gratuito das universidades públicas. “Todo mundo sabe que grande parte do dinheiro do governo é gasto para sustentar universidades ruins e grátis para classes médias que podem pagar. Nada melhor. Garante comícios das UNE´s da vida, ótima preparação para futuros políticos analfabetos”.

Podemos refletir sobre o significado dos últimos três anos que, aparentemente, ao menos, estão propiciando a expectativa das mudanças e a adoção de alguns modelos de transparência na aplicação dos recursos públicos. Essa expectativa se inspira nas ações do Ministério Público, da Polícia Federal e do Poder Judiciário, embora ainda continuemos a assistir ao predomínio da velha política que nada teme e nada busca em termos de mudança.

Como pensar na mudança da sociedade se o caos está entranhado nos critérios de governo na gestão pública? Em meio à grave crise na saúde, segurança, educação, viu-se, nas comemorações de fim de ano, a gastança nababesca à custa do contribuinte. E o que é pior: com a subserviência da população, o consentimento silencioso de quem paga a folia com elevadas e inaceitáveis cargas tributárias.

Basta relembrar a pirotecnia do Rio de Janeiro, um dos Estados mais atingidos com as mazelas da corrupção e do desmando, com presídios apinhados de gestores públicos de alto escalão. Foi ali que mais se gastou na farra de réveillon, com a justificativa esfarrapada de que o dinheiro arrecadado com o turismo seria expressivo em favor da população. Quem acredita nisso? E, se ninguém acredita, por que admitir esse nível de enganação? O ano começou e com ele permanecem os problemas. Por que continuamos a escolher esse tipo de autoridade e a obedecer-lhe? Podemos deduzir, então, que o caos permanecerá na medida em que o motor da estrutura e funcionamento do Brasil for o povo brasileiro, passivo e conivente com a gestão pública indecente.

O que esperar do Amazonas diante de sua aparente resignação com os últimos acontecimentos políticos e policiais ainda em curso? Ao menos, há a percepção de que nossos graves problemas não começaram agora. Nunca é demais recordar, há quase cem anos, o brado do advogado Heliodoro Balbi: “Qual será o estado definitivo e último da constituição social?” No coração da maior floresta tropical do Planeta, estamos à procura de uma bússola, em direção a dias melhores. Não podemos esquecer que há vestígios de nossa participação nos episódios constrangedores, caóticos, porém, necessários, que a justiça e a polícia estão devastando.

Resta, agora, utilizar nossas escolhas a favor de um novo tempo: digno, transparente e participativo na reconstrução do Amazonas. Como dito por São Paulo: “Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem.”

 


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Juiz suspende empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do Amazonas

Delegado afirma que influenciador convidou primo policial para roubar ouro

Delegado e investigador do Amazonas são presos por roubo de ouro

MPF cobra R$ 153,9 milhões do Dnit e empresas por queda de ponte no AM

Campanha no AM ‘esquenta’ com denúncia de Omar e reação de Cidade

Assuntos Amazonas, Gina Moraes
Redação 12 de janeiro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Governo do Amazonas quer transferir aposetados de regime (Foto: Divulgação)
Política

Juiz suspende empréstimo de R$ 1,46 bilhão do Governo do Amazonas

26 de agosto de 2026
O delegado John Allan Cunha Castilho, da Polícia Civil do Amazonas, foi preso nesta quarta-feira (26)
Polícia

Delegado afirma que influenciador convidou primo policial para roubar ouro

26 de agosto de 2026
A operação foi realizada pela Polícia Federal após investigação da Polícia Civil de Roraima (Foto: Divulgação)
Polícia

Delegado e investigador do Amazonas são presos por roubo de ouro

26 de agosto de 2026
Ponte sobre o Rio Curaçá em setembro de 2022 e reconstruída três nanos depois (Fotosa: Valter Calheiros e Dnbit/Divulgaçãoi)
Dia a Dia

MPF cobra R$ 153,9 milhões do Dnit e empresas por queda de ponte no AM

26 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?