O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Expressão

O descaramento do político brasileiro não conhece limites

2 de fevereiro de 2021 Expressão
Compartilhar
Arthur Lira eleito presidente da Câmara
Deputados aliados comemoram a eleição de Arthur Lira para presidente da Câmara (Foto: Cleia Viana/CD)

MANAUS – Os políticos brasileiros apresentam um pequeno defeito de fábrica, comum à grande maioria: o descaramento. Essa palavra tem como sinônimos, entre outros substantivos, cinismo, desonestidade, imoralidade, desfaçatez… O Dicionário Online de Português a define como “ausência ou falta de vergonha”. É exatamente isso.

O marketing político “vende” durante as campanhas eleitorais a imagem dos candidatos como honestos, probos, transparentes, respeitadores da coisa pública, e, principalmente, como aquele que está ao lado do povo e para ele está disposto a trabalhar.

Ao assumir o cargo para o qual foi eleito, a maioria esmagadora dos políticos brasileiros mudam completamente de comportamento. Alguns, na verdade, não mudam, apenas retiram o manto vestido pelos marqueteiros durante a campanha eleitoral e voltam a ser o que sempre foram.

Isso ocorre tanto com os detentores de cargos do Poder Executivo quanto do Poder Legislativo, mas é nos parlamentos que a desfaçatez impera, que o descaramento salta aos olhos dos cidadãos mais atentos.

Sempre que tem uma votação de grande relevância para a sociedade, os parlamentares, de norte a sul, do menor município ao planalto central, mostram-se os mestres na arte do cinismo.

As eleições para presidente da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, nesta segunda-feira, 1°, são emblemáticas. Houve de um tudo. Falando em nome da defesa do Brasil e do desenvolvimento, políticos mudaram de lado, abandonaram suas legendas e ideologias em troca de favores para eleger os candidatos do presidente da República.

Um humorista do rádio que trabalha no campo da política disse, na manhã desta terça-feira, 2, que Arthur Lira, o eleito, é o presidente da Câmara mais caro da história. A candidata do MDB, Simone Tebet, abandonada pelo partido, denunciou a “compra” de votos e disse que não se vendia.

Pode ser exagero, mas não é surpresa para ninguém que a eleição de Lira, na Câmara, e de Rodrigo Pacheco, no Senado, custou a liberação de milhares de reais em emendas parlamentares e a oferta de cargos na administração federal, inclusive, ministérios.

Em meio á balbúrdia que se transformou a disputa eleitoral no Congresso, aqueles que pregam a transparência nas campanhas produzidas por marqueteiros, agora defendem a votação secreta, com o discurso pronto de que o voto aberto serviria para parte dos parlamentares e partidos coagir os “traidores”.

Muito mais danoso à sociedade é o voto secreto, porque com ele o parlamentar fica à vontade para trair o eleitorado, o partido, os colegas de parlamento. Prevalece a vontade própria do político, as alianças feitas às sombras, os conchavos de esgoto.

Se fosse bom para a sociedade, que mal teria o deputado declarar seu voto neste ou naquele candidato? Que partido poderia coagir o parlamentar que optasse por uma postura republicana, ética, sensata?

Mas não se trata de defender a sociedade, mas de defender seus próprios interesses. E os políticos profissionais fazem isso sem qualquer incômodo. É como se fechassem os olhos para a sociedade. Fechando os olhos, eles não percebem que os cidadãos estão lhes vendo, o que os fazem pensar que tanto faz que estejam nus ou vestidos.

É o cúmulo do descaramento.

Notícias relacionadas

Bancada indígena: projeto reúne 47 pré-candidaturas de 16 estados para o Congresso

Câmara aprova projeto que amplia direitos de pessoas com TDAH

Neymar Jr. é esperança do Brasil na Copa?!

Governo planeja criar Universidade Federal do Esporte em 2027

Senado aprova projeto que protege de corte o orçamento de agências reguladoras

Assuntos Câmara dos Deputados, descaramento, desfaçatez, políticos, Senado
Valmir Lima 2 de fevereiro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
2 Comments
  • Antônio Carlos disse:
    2 de fevereiro de 2021 às 14:22

    Lembrando que isto é comum em todos os Poderes e Esferas de Governo e há muito tempo… José Sarney(2003), Renan Calheiros(2005) , Tião Viana(2007), dentre outros, foram eleitos Presidentes do Senado com as “bençãos” do PT e do ex-Presidente Lula, ou seja, isto NÃO é novidade há Décadas. Mantenham a imparcialidade de vcs, pois estas Ideologias Políticas no Brasil, sejam estas, de Direita ou Esquerda, são extremamente maléficas ao País.

    Responder
    • Marcelo Medeiros disse:
      13 de fevereiro de 2021 às 21:21

      Antonio Pois o governo Bolsonaro que na campanha eleitoral de 2018 pregava a transparência e a anticorrupção se colocando contra a velha política e o Toma-lá da ca e que ta fazendo a mesma coisa que os governos anteriores poderia muito agir diferente e ter cumprindo o que prometeu ne meu chapa 😉😉😉😉😉😉😉😉 ????????

      Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Indígenas no Senado: candidatos buscam representativa dos povos originais (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Política

Bancada indígena: projeto reúne 47 pré-candidaturas de 16 estados para o Congresso

24 de junho de 2026
Amom Mandel
Política

Câmara aprova projeto que amplia direitos de pessoas com TDAH

22 de junho de 2026
atletas
Esporte

Governo planeja criar Universidade Federal do Esporte em 2027

17 de junho de 2026
Plenário do Senado analisa nesta terça-feira projeto de lei que cria a Universidade Indígena (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Política

Senado aprova projeto que protege de corte o orçamento de agências reguladoras

17 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?