O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Novo ministro da Educação defendeu expurgo do ‘marxismo cultural’

8 de abril de 2019 Política
Compartilhar
Cúpula Conservadora: mobilização contra a esquerda (Foto: Kiko Sierich/Futura Press/Folhapress)
Cúpula Conservadora: mobilização contra a esquerda (Foto: Kiko Sierich/Futura Press/Folhapress)
Banner Desktop Banner Mobile

Por Anna Virgina Balloussier, da Folhapress

RIO DE JANEIRO-RJ – Jair Bolsonaro ainda não havia sido empossado quando Abraham Weintraub e seu irmão Arthur foram à Cúpula Conservadora, evento idealizado por Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) em dezembro, e lá defenderam um expurgo do ‘marxismo cultural’ nas universidades. Quem viam como um aliado natural nessa batalha: Olavo de Carvalho.

Os irmãos, à época, integravam a equipe de transição do presidente eleito e, voltados ao direito previdenciário, ajudaram a formular programas do futuro governo nessa área.

Abraham defendeu, no resort em Foz do Iguaçu (PR) que abrigou o encontro direitista, que dava “pra ganhar deles (da esquerda)” se os conservadores adaptassem as ideias de Olavo. Ah, e não podiam ser chatos. “A gente tem que ser mais engraçado que os comunistas” para “ganhar a juventude”, disse, cumprindo o que havia já no início do painel: fazer uma apresentação “mais rock ‘n’ roll que MPB”.

Ali os irmãos Weintraub fizeram quase que um jogral para criticar o que enxergavam como um monopólio de ideias de esquerda nas universidades.
“Um pouco da contribuição que podemos dar é como vencer marxismo cultural nas universidades”, disse aquele que, exatos quatro meses depois, seria anunciado como substituto de Ricardo Vélez Rodríguez no MEC.

Abraham aconselhou a plateia: se um comunista chega com o “papo ‘nhoim nhoim’, xinga”. Exatamente como o escritor Olavo de Carvalho sugere fazer. “Nesse tipo de diálogo”, continuou, não dá para ter “premissas racionais”.

Arthur também criticou a suposta dominação esquerdista no ensino superior do país. Contou que, quando estudou na USP, tinha “coleguinhas que diziam que não aprendiam inglês ou francês” por serem línguas imperialistas. Concluiu de cara: “Esse cara tá fora do jogo”. Mas logo esses “foram para Brasília e ficaram ricos”, lamentou.

Os irmãos também alvejaram o comunismo – um vírus, segundo Arthur- e Fidel Castro. Para Abraham, o ditador não passa de um ‘playboy’ fã de roupas de marca que atolou Cuba na pobreza.

Crise no MEC

A saída de Vélez era ensaiada havia algumas semanas por causa da crise permanente na pasta, expondo uma disputa entre militares e seguidores do escritor Olavo de Carvalho. Na sexta, 5, Bolsonaro indicou a jornalistas que resolveria a questão nesta segunda, 8.

Weintraub foi apresentado a Bolsonaro por Onyx, mas o novo ministro da Educação tem proximidade com Olavo de Carvalho. O presidente escolheu um nome afinado ideologicamente com Olavo, mas sem vinculação direta com os grupos que disputam espaço. A lógica, segundo auxiliares do governo, foi evitar mais briga entre olavistas e militares.

Apesar de ter sido anunciado pelo presidente como doutor, a plataforma Lattes indica que o economista tem apenas mestrado, finalizado em 2013 na FGV. O site da Unifesp, onde o novo ministro leciona, também informa que Abraham possui apenas mestrado. Na carreira profissional, segundo o currículo oficial, foi diretor estatutário do Banco Votorantim, CEO da Votorantim Corretora no Brasil e da Votorantim Securities nos Estados Unidos e na Inglaterra.

Notícias relacionadas

Moraes libera para julgamento ação contra Eduardo Bolsonaro por atuar pelo tarifaço

Câmara dos Deputados apressa análise de projeto que libera garimpo de pequeno porte

Lula afirma que eleição será decisiva para o ‘fortalecimento da democracia’ no Brasil

CPI do Banco Master é para fazer ‘palanque eleitoral’, afirma presidente do Senado

Defesa de Daniel Vorcaro propõe nova deleção do banqueiro à Polícia Federal e à PGR

Assuntos Abraham Weintraub, cúpula conservadora
Cleber Oliveira 8 de abril de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ex-ministro Geddel Vieira foi acusado de tráfico de influência na construção irregular de um edifício na Bahia (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
Política

Comissão de Ética arquiva processo contra Geddel e aplica censura a Weintraub e Silvinei

6 de agosto de 2024
No novo posto, Abraham Weintraub poderá receber até R$ 115,8 mil mensais (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Dia a Dia

CGU demite Abraham Weintraub da Unifesp por faltas injustificadas

7 de fevereiro de 2024
No novo posto, Abraham Weintraub poderá receber até R$ 115,8 mil mensais (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Política

Ex-ministro de Bolsonaro quer disputar eleição para prefeito, mas sem partido

27 de janeiro de 2024
No novo posto, Abraham Weintraub poderá receber até R$ 115,8 mil mensais (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Dia a Dia

Unifesp suspende salários do ex-ministro Weintraub após meses sem trabalhar

1 de agosto de 2023

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?