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Variedades

Museu do Seringal Vila Paraíso mantém viva a história do período áureo da borracha

16 de janeiro de 2018 Variedades
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MUSEU-DO-SERINGAL
Local está aberto para visitação todos os dias, de 8h às 16h, com ingressos que custam R$ 5. (Foto: Michael Dantas/SEC)

MANAUS – A beleza da natureza interligada com a história do período áureo da borracha é o que você pode encontrar ao visitar o Museu do Seringal Vila Paraíso. Projeto cultural e turístico mantido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), o espaço está localizado a 25 minutos de Manaus, às margens do igarapé São João, afluente do igarapé Tarumã Mirim, zona rural da capital.

No museu, é possível conhecer a casa do barão seringalista, o tapiri de defumação da borracha, a casa da farinha, a capela de Nossa Senhora da Conceição, a Casa da Sinhazinha e demais ambientes que retratam a realidade da época, numa visita guiada que dura cerca de uma hora. Todos os espaços foram criados para a produção do longa-metragem “A Selva” (2002), baseado no romance homônimo de Ferreira de Castro, dirigido por Leonel Vieira e estrelado pela atriz Maitê Proença.

A casa do barão é recheada de objetos interessantes para quem deseja conhecer mais os móveis utilizados na época, os utensílios de cozinha e produtos de marcas famosas do período da borracha. Ela é composta por sala de jantar, sala de estar, canto de leitura, cozinha com fogão a lenha e dois quartos.

O guia apresenta, numa trilha em meio a inúmeras seringueiras, como é feita a retirada da borracha desde a extração na árvore até a defumação. Outro local a conhecer nesta trilha é a casa da farinha, onde o guia mostra como a mandioca é ralada e torrada e o visitante pode se imaginar no cenário da época.

Todos os dias o local está aberto a estudantes, professores, pesquisadores, turistas e público interessado de todas as idades, das 8h às 16h, com ingressos que custam R$ 5.

O acesso ao local é feito somente por via fluvial, por meio de embarcações particulares (sem relação com a Secretaria de Estado de Cultura), saindo da Marina do Davi, na Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus.

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Assuntos Amazonas, cultura, turismo
Redação 16 de janeiro de 2018
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1 Comment
  • jonata davi aperador freitas disse:
    12 de setembro de 2018 às 18:52

    queria saber um pouco sobre o caçador e o canoeiro

    Responder

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