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Dia a Dia

Mulher acusada de mandar matar mãe para ficar com herança vai a Júri Popular

24 de janeiro de 2022 Dia a Dia
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Julgamento será realizado no Fórum Ministro Henoch Reis (Foto: Raphael Alves/TJAM)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – Acusada de mandar matar a própria mãe para ficar com uma herança de família, Sarah Martins Chaves vai a Júri Popular na próxima terça-feira (1º), em sessão que será realizada no Fórum Ministro Henoch Reis, em Manaus. Airton Veras Bastos e Cristiano Caldas Mascarenhas, acusados de terem cometido o assassinato, também serão julgados.

De acordo com a denúncia do MP-AM (Ministério Público do Amazonas), Sarah contratou Airton e Cristiano por R$ 18 mil para matar Izabel Martins Chaves. O crime que aconteceu no bairro Santo Agostinho, zona oeste de Manaus, no dia 8 de junho de 2007. As investigações da Polícia Civil apontam que a intenção de Sarah era se beneficiar de uma herança de família.

Familiares de Sarah relataram ao MP que a mulher era filha de Izabel, mas havia conseguido uma decisão judicial que anulou o registro de nascimento dela e a reconheceu como filha de Isaura e Jaime Chaves, pais de Izabel. A intenção de Sarah, conforme os parentes, era ser considerada herdeira e ser beneficiada com a partilha de bens.

O plano de Sarah, no entanto, foi ameaçado quando Izabel e seus irmãos (tios de Sarah) ajuizaram uma ação para reverter a sentença. A justiça ordenou a realização de exame de DNA para confirmar a filiação ou não de Sarah, mas, para evitar que Izabel fosse submetida a uma coleta de sangue para exame, a mulher decidiu mandar matar a própria mãe.

Depois que a Justiça decidiu que Sarah, Airton e Cristiano seriam julgados pelo Júri Popular, a defesa da acusada apresentou diversos recursos para anular a sentença de pronúncia, mas todos foram rejeitados.

Em edital publicado neste mês, o juiz Celso Souza de Paula, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, marcou a sessão de julgamento para o dia 1º de fevereiro.

Na última quarta-feira (19), a defesa de Sarah pediu o adiamento da sessão, alegando que não havia sido intimada para comparecer à sessão. Nesta segunda-feira (24), o magistrado negou o pedido, sob argumento de que o processo é muito antigo e já foi resignado outras vezes. “Não podemos ficar mais adiando o encerramento deste feito”, disse Celso.

De acordo com o juiz, todos os réus e advogados foram informados, no último adiamento, que a sessão ocorrerá no dia 1º de fevereiro. Além disso, foi expedido edital de intimação para os réus e as demais intimações com as informações sobre a sessão de julgamento. “Então a alegação de falta de intimação não tem razão de ser”, afirmou Celso de Paula.

“Some-se a isso o fato de o próprio advogado da ré alegar que ficou sabendo sobre a audiência no site do TJAM por volta do dia 19 de janeiro, data do pedido. Vinte dias é tempo suficiente para se programar para uma viagem. Certamente o nobre causídico está acostumado com esses procedimentos”, completou o juiz.

O caso envolvendo Sarah, Airton e Cristiano será o primeiro da pauta da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, que tem 78 processos para serem julgados no primeiro semestre deste ano. Os meses de março e maio deverão concentrar o maior número de julgamentos, cada um com 17 processos pautados. Em junho serão 16, e em fevereiro e abril, 14 processos, cada.

(Com informações do TJAM)

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Assuntos destaque, Herança, homicídio, julgamento, Júri Popular
Felipe Campinas 24 de janeiro de 2022
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