O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
>Política

MPF rebate críticas de Bolsonaro sobre atuação no linhão Manaus-Boa Vista

21 de maio de 2019 >Política
Compartilhar
Jair Bolsonaro fez as criticas em evento na Firjan, na segunda-feira (Foto: Alan Santos/PR)
Da Redação

MANAUS – O MPF (Ministério Público Federal) emitiu nota pública para rebater as críticas do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que na segunda-feira, 20, citou o impasse na construção do linhão de energia entre Manaus e Boa Vista (RR), mais conhecida como Linhão de Tucuruí, como culpa da atuação dos procuradores da República.

De acordo com reportagem do ATUAL, a extensão da rede até a capital de Roraima foi paralisada por obstrução dos indígenas Waimiri Atroari. Os fios de transmissão e as torres passarão pela reserva indígena entre os dois Estados. O licenciamento ambiental se arrasta desde 2011.

Para os procuradores, “a tentativa de atribuir ao MPF uma intromissão indevida no caso e aos indígenas Waimiri Atroari a responsabilidade pelo atraso na busca pela solução energética que atenda o estado de Roraima encobre o principal motivo pelo qual a obra não saiu do papel: a falta de compromisso do Estado brasileiro com os preceitos de sua própria Constituição Federal e com os termos de tratados internacionais assinados pelo país”.

Confira a matéria que deu origem à nota.

Abaixo, a nota do MPF na íntegra

Nota pública: Atuação do MPF no caso da linha de transmissão Manaus-Boa Vista é pautada pela defesa de direitos previstos na Constituição

O Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas vem a público rebater as críticas proferidas pelo presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) à atuação deste órgão no caso da linha de transmissão de energia entre Manaus e Boa Vista.

A tentativa de atribuir ao MPF uma intromissão indevida no caso e aos indígenas Waimiri Atroari a responsabilidade pelo atraso na busca pela solução energética que atenda o estado de Roraima encobre o principal motivo pelo qual a obra não saiu do papel: a falta de compromisso do Estado brasileiro com os preceitos de sua própria Constituição Federal e com os termos de tratados internacionais assinados pelo país, que exigem a observação de procedimentos legais relacionados ao direito ao meio ambiente e ao respeito aos direitos dos povos indígenas em caso de obras dessa natureza.

A atuação desta instituição no caso, que já se estende por quase uma década, vem demonstrando que a escolha do traçado em paralelo à rodovia BR-174 não foi precedida de análise das alternativas locacionais existentes, tampouco de avaliação do componente indígena. Essa definição arbitrária motivou o questionamento da validade do leilão da linha de transmissão, uma vez que o empreendimento foi concebido de forma viciada, mediante avaliação meramente econômica, que desconsiderou os diversos aspectos socioambientais da região.

Todos os questionamentos apresentados pelo MPF têm como base a legislação em vigor, portanto, não podem ser considerados intromissões descabidas. Para citar apenas alguns deles: fracionamento indevido do licenciamento ambiental; inexistência de consulta e consentimento livre, prévio e informado dos indígenas Waimiri Atroari – que teriam seu território cortado pela obra; tentativas de coação desse povo, por parte da Eletronorte e da Fundação Nacional do Índio (Funai), para que concordem com a linha de transmissão; emissão de licença prévia ambiental depois de sentença que declarou a nulidade do leilão; entre outros.

Ressalte-se, ainda, que em todos esses casos, a Justiça reconheceu as ilegalidades e atendeu aos pedidos do MPF, inclusive com sentença já prolatada pela anulação da escolha do traçado e do leilão que atribuiu à Transnorte Energia a execução da obra, demonstrando que há, de fato, desrespeito às leis por parte do Estado brasileiro e afastando a suposição de mera intromissão levantada na fala do presidente.

Recentemente, o órgão recebeu nota técnica de especialistas que aponta a existência de alternativas energéticas cuja implantação seria mais rápida que a própria linha de transmissão, e transmitiu-a ao governo por meio do presidente da Funai.

O órgão segue analisando e adotando as medidas cabíveis para garantir os direitos constitucionalmente assegurados aos indígenas e impedir que a falta de diálogo e a tentativa de realizar uma obra de grande impacto de maneira açodada resultem na repetição de episódios de graves violações, como os ocorridos durante a abertura da BR-174 na ditadura militar, que causou a morte de cerca de milhares de indígenas desta etnia.

Notícias relacionadas

MPF move ação contra quatro garimpeiros por exploração ilegal de cassiterita no AM

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

MPF apura contaminação de rios na Terra Indígena Waimiri Atroari (AM)

Justiça absolve ex-secretários de Saúde do AM em ação sobre contrato de hospital

MPF aciona a Justiça contra hospital e médicos no AM por exame de Covid-19

Assuntos Linhão de Tucuruí, Manaus-Boa Vista, MPF, Waimiri-Atroari
Valmir Lima 21 de maio de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Cassiterita
Dia a Dia

MPF move ação contra quatro garimpeiros por exploração ilegal de cassiterita no AM

25 de maio de 2026
Orla de Autazes: Potássio do Brasil vai construir porto para escoar minério (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Economia

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

21 de maio de 2026
Moradia do povo Waimiri-Atroari, no Amazonas. (Foto: EBC)
Dia a Dia

MPF apura contaminação de rios na Terra Indígena Waimiri Atroari (AM)

7 de maio de 2026
Dia a Dia

Justiça absolve ex-secretários de Saúde do AM em ação sobre contrato de hospital

6 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?