O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Gina Moraes

Moralidade, a falta que ela nos faz

26 de janeiro de 2018 Gina Moraes
Compartilhar

Segundo destaca o Princípio da Moralidade Administrativa, tanto os agentes quanto a administração pública devem agir conforme os preceitos éticos. Ora, num País doente do ponto de vista moral e acometido de outras mazelas, cabe a este princípio constitucional, alinhado com os constantes do Artigo 37 da CF, resguardar o interesse público na proteção dos bens da coletividade, “exigindo que o agente público paute sua conduta por padrões éticos, que têm por fim último alcançar a consecução do bem comum, independentemente da esfera de poder ou do nível político-administrativo da Federação em que atue”. Isso significa que nenhum ato, seja de quem for, está acima da lei.

A doença nacional, entretanto, além de ética, é gerencial. Falta aos gestores a moral para administrar o bem comum, confundido a toda hora como extensão do patrimônio pessoal de quem os administra. Por que, então, não pautar este alerta da necessidade inadiável com o compromisso constitucional no trato da coisa pública? O Princípio da Moralidade não é possibilidade, é obrigação! Ora, se soubéssemos escolher os gestores públicos, nossa representação legislativa, por esse paradigma de conduta, seria outra a paisagem socioeconômica do Brasil já que não seríamos campeões mundiais de desigualdade e exclusão no acesso aos frutos de um país farto de patrimônio natural e desfalcado de governos íntegros.

A moralidade não se faz presente há muito tempo neste País e já que estamos falando em doença moral, chamou a atenção do contribuinte, ou dos usuários do SUS, o Serviço Único de Saúde, a matéria do Portal de Notícias Amazonas Atual referente aos deputados federais do Amazonas, que pediram ressarcimento de mais de R$ 1,7 milhão em despesas médicas à Câmara dos Deputados por meio da Ceap (Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar) em 2017, permitido legalmente, mas, embora isso não o deixe menos imoral. O ressarcimento de despesas médicas por outros programas de Assistência à Saúde da Casa chega a R$ 2,1 milhões e totaliza gastos no valor de R$ 3,7 milhões. Façamos as contas: Ao dividir esse valor pelos oito deputados do Amazonas, a média de despesa parlamentar chega a R$ 452.500,00, paralelamente com nossa indignação.
Façamos um comparativo imediato, dentro do Princípio Constitucional de que todos nós somos iguais perante a lei. No orçamento de cem bilhões de 2016 do Ministério da Saúde, dividido entre as Agências relacionadas à Área e ao Fundo Nacional de Saúde, se o distribuirmos pelo número de pessoas atendidas pela saúde pública (150 milhões), teremos um custo médio anual de R$ 666,67 por pessoa, ou seja, R$ 55,56 ao mês. Em nenhuma hipótese de extrema necessidade, faz qualquer sentido o escândalo mil vezes maior dessa desigualdade.

Além do generoso Plano de Saúde, os oito deputados federais do Estado tiveram pedidos de ressarcimento de despesas atendidos para demandas médico-hospitalares, como fisioterapia, psicossocial e psiquiatria, medicina domiciliar e fonoaudiologia. Como não sentir vergonha diante do eleitor miserável e dos hospitais abarrotados de gente sem atendimento médico, sem remédios? Para onde foi a Moralidade?

É urgente meditar – desde o início da função educacional –  sobre o Princípio da Moralidade e da Ética para desenhar a sociedade que queremos, na medida em que tal Princípio orienta o comportamento do homem diante das normas e leis instituídas pela sociedade. A moralidade da população brasileira precisa ser revista e fortalecida. O papel do Judiciário é salutar, posto que a este compete julgar com equilíbrio e rigor a quebra daquele que harmoniza e torna justa a vida em sociedade. A moralidade tem-nos feito falta!


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Toffoli arquiva investigação contra a Transparência Internacional em acordo da J&F

Prerrogativas critica ‘abusos e espetacularização’ no caso do Banco Master

Gilmar Mendes ironiza Sergio Moro e diz que ex-juiz não saberia escrever ‘tigela’

Presidente do STF quer criar código de ética para conduta de ministros dos tribunais

Dias Toffoli autoriza PF a fazer buscas na vara criminal da Lava Jato em Curitiba

Assuntos Gina Moraes, Lava Jato, moralidade, politica
Cleber Oliveira 26 de janeiro de 2018
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro Dias Toffoli
Política

Toffoli arquiva investigação contra a Transparência Internacional em acordo da J&F

12 de março de 2026
Advogado Marco Aurélio Carvalho rebate ironias de Sérgio Moro (Foto; Reprodução/TV PT)
Política

Prerrogativas critica ‘abusos e espetacularização’ no caso do Banco Master

9 de março de 2026
Ministro Gilmar Mendes
Política

Gilmar Mendes ironiza Sergio Moro e diz que ex-juiz não saberia escrever ‘tigela’

27 de fevereiro de 2026
Ministro Edson Fachin
Política

Presidente do STF quer criar código de ética para conduta de ministros dos tribunais

8 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?