O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Maioria tem medo de agressão por motivos políticos, aponta Datafolha

15 de setembro de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Militante do PT assassinado no aniversário
Tesoureiro do diretório do PT em Foz do Iguaçu, Marcelo Arruda, foi morto por motivo político (Foto: Reprodução)
Selo Eleições 2022
Da Folhapress

SÃO PAULO – A maioria dos eleitores diz ter medo de sofrer agressões por motivos políticos, aponta pesquisa Datafolha feita sobre as perspectivas do brasileiro para as eleições.

O levantamento foi encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pela Raps (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade) e teve dados coletados pelo Datafolha dos dias 3 a 13 de agosto.

Questionados se estão com medo de serem “agredidos fisicamente pela sua escolha política ou partidária”, 67,5% dos entrevistados responderam que sim. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Foram ouvidas 2.100 pessoas em 130 municípios pelo país.

A atual campanha tem sido marcada por episódios de violência política, como o assassinato a tiros do tesoureiro municipal do PT Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu (PR), em julho, durante sua festa de aniversário. O STF (Supremo Tribunal Federal) inclusive determinou no início do mês restrições relacionadas à posse de armas e de munições em razão do risco para o período eleitoral.

A pesquisa encomendada pelas duas entidades também mostra que 3,2% dos entrevistados sofreram ameaças por motivos políticos no mês anterior. O objetivo da sondagem é dimensionar o apoio à democracia no país e à agenda de direitos civis e humanos.

Com base em uma sequência de questionamentos aos entrevistados, os responsáveis pela pesquisa elaboraram três índices para aferir o respaldo a determinadas visões: propensão à democracia, propensão ao apoio a posições autoritárias e propensão ao apoio à agenda de direitos civis, humanos e sociais.

Os resultados se baseiam em perguntas nas quais os entrevistados dizem se concordam ou não com afirmações como: “A democracia é preferível a qualquer outra forma de governo”, “Não há racismo no Brasil” e “Os homens podem ser divididos em duas classes: os fracos e os fortes”.

O respaldo ao autoritarismo caiu em relação à edição anterior da pesquisa, realizada em 2017. Ao tabular as respostas, as entidades apontaram que o índice de propensão ao apoio a posições autoritárias estava em 8,1 pontos há cinco anos e agora está em 7,29. A escala vai de 0 a 10.

Os pesquisadores afirmam que discursos autoritários perderam força especialmente no segmento dos jovens de 16 a 24 anos em relação ao levantamento de cinco anos atrás.

O estudo ainda correlaciona o apoio ao autoritarismo a quem tem mais medo da violência urbana, tema frequente de campanhas eleitorais. O receio da violência, aliás, subiu em relação à pesquisa anterior.

O apoio à democracia aferido pelas entidades também é considerado alto, com índice de 7,25. Esse enfoque específico não tinha sido pesquisado em 2017.

Na mais recente sondagem, 88,1% disseram que o eleito deve tomar posse em 1º de janeiro. Para 89,3%, é essencial “escolher seus líderes em eleições livres e transparentes”. A pesquisa aponta ainda que a propensão ao apoio à democracia aumenta de acordo com o nível de escolaridade. Indivíduos com ensino fundamental incompleto “são os menos propensos” a apoiar esse modelo.

No campo social, a propensão ao apoio à agenda de direitos civis, humanos e sociais tinha índice de 7,8 em 2017 e agora está em 7,6. Nessa parte do estudo, 82% dos entrevistados se disseram favoráveis à demarcação de terras indígenas, iniciativa paralisada na atual legislatura por Jair Bolsonaro (PL).

A maioria dos entrevistados também rechaça outra bandeira do presidente da República, a do armamento. Dizem que armar a população não aumentará a segurança 66,4% dos entrevistados.
Segundo as entidades, as mulheres tendem a apoiar mais a agenda de direitos sociais do que os homens.

Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, diz que o levantamento mostra que “vivemos em uma sociedade permeada pela violência extrema e pelo medo”. “A pesquisa reforça a centralidade que a segurança pública precisa ter no debate político”.

Mônica Sodré, diretora-executiva da Raps, afirma que, em meio a ataques a instituições, como ao sistema eleitoral, a população mostra que não concorda com essa ofensiva. “O dado de que 90% dos brasileiros confiam no processo e acreditam que [o eleito] deve ser empossado em 1º de janeiro é muito positivo”.

O Fórum Brasileiro é uma ONG criada em 2006 para tratar de assuntos e políticas relacionados à gestão da segurança pública no país. A Raps também é uma organização não governamental e apoia lideranças políticas de diferentes posicionamentos ideológicos, incluindo congressistas no exercício de mandato.

Notícias relacionadas

Boias que limitam área de banho na praia da Ponta Negra são furtadas

Jovem é preso suspeito de atropelar e causar a morte de catador de latinhas

Lancha bate em banco de areia em rio do Amazonas, vereador cai e morre

MPF alerta: PEC da Segurança põe direitos individuais em risco

Justiça manda melhorar assistência médica a indígenas no Amazonas

Assuntos agressão, Datafolha, Eleições 2022, pesquisa Datafolha, políticos
Murilo Rodrigues 15 de setembro de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Lula e Flavio Bolsonaro
Política

Datafolha: Lula tem 47%, e Flávio Bolsonaro soma 43% em eventual segundo turno

21 de agosto de 2026
TSE reservou três datas para o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Política

TSE proíbe bigtechs de recomendar perfis de políticos nas redes sociais

19 de agosto de 2026
Presidente do TSE, Kassio Nunes Marques recebe lista do dirigente do TCU, Vital do Rêgo (Foto: Luiz Roberto/TSE)
Política

Lista de políticos com contas irregulares tem 453 nomes do Amazonas

5 de agosto de 2026
Autista agredido
Dia a Dia

Amom vai acionar o MP após 2° caso de agressão contra autista em Manaus

31 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?