O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Lula afirma que uso da força militar não combate mazelas da América Latina

28 de janeiro de 2026 Política
Compartilhar
Presidente Lula criticou intervenção dos EUA na Venezuela e defendeu autonomia do Panamá (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Presidente Lula criticou intervenção dos EUA na Venezuela e defendeu autonomia do Panamá (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Por Geovani Bucci e Naomi Matsui, do Estadão Conteúdo

PANAMÁ – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (28) que o “uso da força” não é capaz de enfrentar as mazelas do América Latina e defendeu a substituição da “intervenção militar” pela “diplomacia”. A declaração foi dada durante a sessão inaugural do Fórum Econômico Internacional da América Latina, realizado no Panamá. Em discurso, Lula afirmou ainda que os Estados Unidos “já souberam” atuar como parceiros dos países da região.

Anteriormente, o petista já havia criticado em diversas oportunidades a ação militar dos EUA no território da Venezuela que capturou, no dia 3 de janeiro, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cília Flores.

“A história mostra que o uso da força jamais pavimentará o caminho para superar as mazelas que afligem este hemisfério, que é de todos nós”, afirmou o presidente. “A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constitui gestos anacrônicos e retrocessos históricos”.

Nesse sentido, o petista afirmou que a “liberdade contra o medo” passa pelo desarmamento, ao limitar o recurso ao uso da força e às agressões entre nações. Segundo ele, a região precisa de lideranças comprometidas com mecanismos institucionais capazes de articular, de forma equilibrada, os diferentes interesses nacionais. Para o presidente, essa é uma condição essencial para manter a América Latina e o Caribe como uma zona de paz e cooperação, regida pelo direito internacional, o que dependerá de uma inserção soberana no cenário global.

“Entre tantas doutrinas que marcaram a história, também houve momentos em que os Estados Unidos souberam ser um parceiro em prol dos nossos interesses de desenvolvimento”, continuou. “O presidente Lula defende uma política de boa vizinhança, que tem como objetivo substituir a intervenção militar pela diplomacia”.

O presidente disse ainda que nenhum país da América Latina será capaz de resolver seus problemas de forma isolada e defendeu a mudança desse comportamento, com a construção de um bloco econômico capaz de erradicar a fome. Segundo o presidente, a superação dos desafios regionais depende da vontade política conjunta de países como Chile, Argentina, Colômbia, Panamá, Venezuela e Honduras.

Panamá

Lula defendeu a neutralidade do Canal do Panamá e criticou a falta de coesão política na América Latina e no Caribe. Lula afirmou que ainda falta convicção às lideranças regionais para a adoção de um projeto mais autônomo de inserção internacional.

“A integração em infraestrutura não tem ideologia. Por isso, o Brasil defende a neutralidade do Canal do Panamá, administrado de forma eficiente, segura e não discriminatória”, disse o petista. “O Brasil avança em ritmo acelerado na implementação do seu programa de Rotas de Integração Sul-Americana. Continuamos empenhados em trabalhar com todos os países vizinhos”.

O presidente avaliou que a região não pode desperdiçar oportunidades de debate estratégico em um cenário global marcado por instabilidade geopolítica e mudanças na ordem econômica internacional.

Na avaliação do presidente, os mecanismos de articulação política regional perderam força ao longo dos últimos anos, o que teria contribuído para o enfraquecimento da integração latino-americana. O presidente voltou a afirmar que os países da América Latina precisam construir um caminho próprio de reinserção na ordem global, superando divisões ideológicas e disputas externas. “Nossas cúpulas se tornaram rituais vazios. A Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) está paralisada, apesar dos esforços do presidente Petro”, disse. “Falta convicção às lideranças regionais”.

Segundo Lula, setores estratégicos podem servir de base para um novo modelo de desenvolvimento regional, mais sustentável e integrado às demandas da transição energética global. O petista afirmou que setores como centros de dados, a bioeconomia e os minerais críticos podem contribuir para a construção de um modelo de desenvolvimento mais sustentável na região.

No campo econômico, o presidente destacou a estratégia brasileira de diversificação de parceiros comerciais e anunciou a ampliação de negociações com economias emergentes e tradicionais. “Vamos ampliar os acordos com a Índia e o México. Retomamos as tratativas com o Canadá e avançamos nas negociações com os Emirados Árabes Unidos”, disse.

Notícias relacionadas

PSD lidera ranking nacional de candidatos competitivos a governador

David rebate Rotta: ‘Não tem punhalada; o Avante não tem candidato ao Senado’

Maria do Carmo propõe bases fluviais, delegacias 24h e mais hospitais

Candidata mais rica ao Governo do AM declara patrimônio de R$ 118 milhões

Justiça manda remover imagens em que candidatos ridicularizam adversários

Assuntos eua, intervenção militar, Luiz Inácio Lula da Silva, Venezuela
Cleber Oliveira 28 de janeiro de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Lula
Política

‘A gente tem que ter limite’, afirma Lula sobre liberdade de expressão nas redes sociais

6 de agosto de 2026
Presidente Lula
Política

Lula tem melhor imagem positiva entre candidatos a presidente, mostra pesquisa

6 de agosto de 2026
Presidente Lula no pdocast Meteoro Brasil: análise da política na América Latina (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Política

América Latina sempre foi governada pela direita, afirma Lula ao citar ‘revertério’

5 de agosto de 2026
Presidente Lula se mantém à frente de Flávio Bolsonaro em nova pesquisa eleitoral (Fotos: Ricardo Stuclert/PR e TV Senado)
Política

Pesquisa mostra vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro nos 2 turnos

5 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?