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Dia a Dia.

‘Lixão é o Brasil do Século 19; é inadmissível que o Brasil ainda tenha lixão, diz ambientalista

20 de outubro de 2019 Dia a Dia.
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fábio feldmann simpósio tce
Fábio Feldmann participou do terceiro dia do Simpósio Sobre Gestão Ambiental (Foto: Reprodução/TCE)
Por Iolanda Ventura, da Redação

MANAUS – Um dos últimos conferencistas do 2º Simpósio Internacional Sobre Gestão Ambiental e Controle de Contas Públicas, realizado em Manaus, o ambientalista e ex-deputado federal Fábio Feldmann, criticou os lixões no Brasil e a falta de política pública de combate à poluição do ar.

“O lixão é o Brasil do Século 19. É inadmissível que o Brasil ainda tenha lixão”, afirmou. Feldmann foi autor do proposta da legislação que criou a política de nacional de resíduos sólidos, que o Congresso nacional levou oito anos para ser aprovada e, passados nove anos, ainda não conseguiu acabar com os lixões no Brasil.

Segundo o ambientalista, o Brasil vive um conflito ideológico que dificulta a transição do país para o Século 21 nessa questão do lixo e de políticas ambientais de um modo geral.

Poluição do ar

Sobre a poluição do ar, Efeldmann informou que no Brasil o único estado que monitora a poluição do ar é São Paulo.

Feldmann questionou a falta de ações efetivas dos governos no combate ao problema ambiental, que afeta a todos, ricos e pobres. “Eu posso escolher a água que eu tomo, o alimento que eu uso, mas eu não posso escolher o ar que eu respiro”, disse.

Conforme Feldmann, faltam políticas para tratar a questão da poluição do ar. “Nós temos tido muitas dificuldades em fazer com que o Brasil implemente uma política efetiva de controle de poluição. O único estado brasileiro que controla a poluição – e digamos assim, de 0 a 10, dou uns 7,5 – é o estado de São Paulo”, disse.

O ex-deputado considera o país atrasado no tratamento do problema. “De um lado a gente não monitora a poluição e os padrões estabelecidos no Brasil são padrões longe dos padrões europeus”, afirmou.

De acordo com Feldmann, a OMS (Organização Mundial da Saúde) considera a poluição do ar a mais grave ameaça à saúde da população hoje.

Lin-Jinjun Pequim Simpósio Gestão Ambiental TCE
Lin Jinjun, da Divisão de Auditoria Ambiental de Pequim, apresentou o modelo de fiscalização na cidade (Foto: Reprodução/TCE)
Exemplo da China

Lin Jinjun, vice-diretor de Agricultura, Recursos e Divisão de Auditoria Ambiental de Pequim, na China, discutiu o assunto abordando o trabalho de auditoria ambiental realizado em localidades da capital chinesa.

Segundo Jinjun, as tarefas preventivas de fiscalização trazem uma eficiência evitando a poluição. Há o monitoramento da qualidade do ar pelos órgãos responsáveis e o trabalho de análise dessas instituições são compartilhados em conjunto, disse o gestor.

De abril de 2018 a abril de 2019, o governo de Pequim investigou e puniu cerca de 92 mil veículos por poluição excessiva do ar.

Jinjun disse que cerca de 500 veículos foram punidos dez vezes em um ano e um deles, 75 vezes. “Esses motoristas que estavam desobedecendo as leis, estavam má intencionados”, afirmou.

A punição vai desde multa até a suspensão das licenças dos veículos para circular nas cidades chinesas.

Lin Jinjun explica que o foco da auditoria é fazer com que haja reconstrução do meio ambiente e que as indústrias reduzam a utilização de carvão como combustível.

“Nós devemos fazer com que as tarefas seja bem controladas no sentido de trazer benefícios de governança e de auditoria, para completar as tarefas relacionadas à reestruturação industrial da região, fazendo com que haja a redução das emissões de poluentes. Por exemplo, alguns governos locais têm ajustado a energia e a estrutura gradualmente reduzindo o uso de carvão e substituindo para a energia limpa”, disse.

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Assuntos fábio feldmann, II simpósio internacional de gestão ambiental, lin jinjun, Meio Ambiente, Pequim, poluição do ar, TCE-AM
Redação 20 de outubro de 2019
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1 Comment
  • Carlos Mesquita disse:
    20 de outubro de 2019 às 21:32

    Manaus um capital metropolitana tem um lixão. Ninguém até hoje se preocupou com ele. Já fazem mais de 10 anos que falaram em desativar e nada aconteceu. O pior é o mal cheiro que afeta a população que mora próximo e o igarapé da Ponte da Bolívia que foi poluído e este crime ambiental até hoje não fizeram nada.

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