O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Liberar plantio de maconha abrirá porta para consumo generalizado, diz ministro

9 de julho de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Osmar Terra disse que ‘não existe maconha medicinal’ (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)
Da Folhapress

BRASÍLIA – A liberação do plantio de Cannabis para pesquisa e produção de medicamentos no Brasil deverá abrir as portas para o consumo generalizado, afirmou nesta terça-feira, 9, o ministro da Cidadania, Osmar Terra.

“É o começo da legalização da maconha no Brasil”, afirmou o ministro. “Se abrir as portas do plantio, vai abrir as portas do consumo generalizado. A proibição mantém de alguma maneira controlado esse processo”, disse.

Para Terra, que está à frente de mudanças recentes que tornaram mais rígida a política de drogas, a proposta em discussão na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) deverá aumentar a dependência química entre jovens.

A agência, porém, tem informado que a regulação será restrita a empresas para pesquisa e produção de remédios à base da planta, com base em critérios de segurança, e sem espaço para outros produtos ou uso recreativo. A venda de remédios também será controlada, informa.

O ministro contesta. “Se não controla proibindo, imagina controlar no detalhe?”, afirmou em audiência pública no Senado sobre o uso medicinal da Cannabis. 

“Não precisa plantar maconha para ter os remédios. Tem laboratório produzindo sinteticamente o canabidiol puro, sem o THC. Não precisa plantar papoula para ter tratamento para a dor com a morfina”, comparou.

A declaração expõe o racha que ocorre entre membros do governo e da Anvisa em torno do uso medicinal da Cannabis.

No último mês, a agência colocou em consulta pública duas propostas sobre o tema: uma com regras para o plantio e outra para registro de medicamentos que podem ser gerados neste processo.

Atualmente, o cultivo de maconha é proibido no país. Desde 2006, no entanto, a lei 11.343 prevê a possibilidade de que a União autorize o plantio “para fins medicinais e científicos em local e prazo predeterminados e mediante fiscalização” -daí a proposta de regulamentação do tema.

A ideia da Anvisa é que o cultivo seja feito por empresas em locais fechados e com acesso controlado por biometria e outros dispositivos de segurança, após obtenção de licença especial. Também estão previstas cotas de plantio e monitoramento por órgãos como a Polícia Federal.

O objetivo é aumentar o acesso a medicamentos feitos à base de derivados da planta, como o canabidiol. Desde 2015, a Anvisa autoriza a importação de óleos e medicamentos à base da substância, reconhecida por ter efeitos terapêuticos para alguns quadros e não ser psicoativa. 

Ao todo, 6.789 pacientes já obtiveram o aval, a maioria para epilepsia, autismo, dor crônica, doença de Parkinson e alguns tipos de câncer. Pacientes, no entanto, reclamam dos custos e da dificuldade de acesso. Em alguns casos, um tratamento por três meses fica em torno de R$ 2.000, o que tem feito crescerem as ações judiciais para que planos de saúde e no SUS forneçam os produtos. 

Antes de deixar o local, Terra pediu a senadores que “não permitam” que a liberação do plantio aconteça. “Não existe maconha medicinal”, afirmou.

Leandro Ramires, presidente da Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal, rebateu as declarações do ministro. “Cannabis não é esse crime. A epidemia [de drogas] dita aqui é bem diferente de estudos que poderiam ter sido colocados públicos e não foram”, afirmou, em referência a estudo elaborado pela Fiocruz cuja publicação foi engavetada pela Senad (Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas). Segundo pesquisadores da área, o resultado demonstrou que o país não vive uma epidemia de drogas, especialmente de crack.

O diretor-presidente da Anvisa, William Dib, deve participar do debate à tarde, junto com representantes do Conselho Federal de Medicina. Outra audiência sobre o mesmo tema está prevista para ocorrer na Câmara. 

Nesta terça, a diretoria da Anvisa também aprovou a abertura de uma audiência pública sobre o tema. O debate está marcado para 31 de julho. A ideia é coletar mais subsídios para a regulamentação do plantio no país.

Durante a reunião, Dib afirmou que a proposta deverá dar mais segurança a pacientes que buscam óleos e extratos à base de Cannabis, “não tendo que submeter ao contrabando para ser atendido”.

Notícias relacionadas

Inscrições para o Enem 2026 começam nesta segunda-feira; veja mudanças

Fim da escala 6×1 pode beneficiar 130 mil trabalhadores no Amazonas

Motociclista sem habilitação atropela e mata Idosa na faixa de pedestres

Papa Leão XIV defende regulação da IA e critica uso bélico da tecnologia

Mudanças climáticas afetam 85% dos brasileiros, mostra pesquisa

Assuntos Anvisa, maconha, Osmar Terra
Redação 9 de julho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Saúde

CFM aprova regras para uso do fenol, substância proibida pela Anvisa

23 de maio de 2026
Cerca de 2,5 toneladas de maconha do tipo skank, três fuzis e munições foram apreendidos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Traficantes pulam no rio, fogem e deixam 2,5 toneladas de maconha e armas no barco

22 de maio de 2026
Anvisa suspendeu a fabricação, a comercialização e a distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1 Ypê (Foto: Joédson Alves/Agência Brasil)
Dia a Dia

Ypê orienta consumidor a não usar nem descartar produtos do lote 1

20 de maio de 2026
A Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê (Foto: AM ATUAL)
Dia a Dia

Anvisa mantém suspensão da venda de produtos da Ypê

15 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?