O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

LDO prevê déficit das estatais federais de R$ 7,5 bilhões em 2027

16 de abril de 2026 Economia
Compartilhar
Palácio do Planalto: governo federal estima défcits das empresas estatauis em 2027 (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Por Flávia Said, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O governo federal indicou no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027 que as empresas estatais federais devem ter déficit em todos os próximos quatro anos projetados. Os valores estimados para o resultado primário das estatais federais indicam um aumento gradual do déficit para o próximo ano, exercício em que é esperado o maior déficit – superior aos valores apurados nos últimos três exercícios -, e queda nos anos de 2028 e 2029, com pequeno aumento em 2030.

Os resultados projetados para as estatais nos próximos anos são: déficit de R$ 7,5 bilhões em 2027; déficit de R$ 6,1 bilhões em 2028; negativo em R$ 5 bilhões em 2029; e negativo em R$ 5,7 bilhões em 2030. Os números constam.

Em 2023, o déficit das estatais federais alcançou R$ 656 milhões, abaixo da meta estabelecida, de déficit de R$ 3 bilhões O resultado mais favorável decorreu, principalmente, do desempenho do conjunto das empresas do Grupo ENBPar, da Infraero, da Hemobras e da APS (Porto de Santos), que compensaram a piora observada nos Correios e na Emgea.

Em 2024, o déficit primário foi de R$ 6,7 bilhões, também inferior à meta de R$ 7,3 bilhões. Contribuíram para esse desempenho as empresas Emgepron, APS e CDRJ, que juntas apresentaram variação positiva de R$ 2,2 bilhões em relação ao valor inicialmente estimado. Em sentido oposto, as empresas Infraero, Serpro e Hemobras registraram resultados inferiores ao programado, totalizando diferença negativa de R$ 1,3 bilhão.

O déficit primário atingiu R$ 5,1 bilhões no exercício de 2025, novamente abaixo da meta da LDO de déficit de R$ 6,2 bilhões. Esse desempenho foi impulsionado pelo conjunto formado por Correios, SPA, CDP e CMB, que geraram variação positiva de R$ 2,9 bilhões frente à estimativa inicial. Por outro lado, Emgepron, Infraero e Dataprev apresentaram diferenças negativas relevantes, somando R$ 1,8 bilhão em relação ao valor programado.

Risco fiscal

No documento enviado ao Congresso Nacional, o governo coloca que, no que se refere às estatais federais não dependentes, o risco fiscal está relacionado a eventual frustração de receita de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), aporte emergencial da União para empresas com dificuldades e necessidade de esforço fiscal adicional para compensar o resultado primário das estatais. O fluxo estimado de receita de dividendos é de R$ 54,6 bilhões em 2026 e R$ 33,5 bilhões em 2027.

Segundo o governo, a desconsideração, na meta de déficit primário, das despesas destinadas ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) pelas estatais federais, no limite de até R$ 5 bilhões, bem como das despesas do Programa de Dispêndios Globais (PDG) das empresas que possuam plano de reequilíbrio econômico-financeiro aprovado e vigente, até o limite de R$ 10 bilhões, são medidas que contribuem para minimizar o risco de um eventual descumprimento de meta.

“Também pode ser apontado o histórico recente de comportamento do resultado primário anual realizado, que no encerramento dos últimos três exercícios ficou dentro da meta estabelecida, o que indica uma adequada gestão do PDG para cumprir as metas”, diz o governo. “No entanto, para os anos de 2026 e 2027, pode ser considerado possível o risco de descumprimento da meta se medidas de reequilíbrio não forem bem-sucedidas”.

Por fim, o governo destacou que empresas estatais dependem de sua performance para o atingimento das expectativas de resultado primário e que mudanças no cenário econômico podem alterar os resultados.

Exceções à meta das estatais

Na quarta-feira, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, disse que a meta de resultado primário das empresas estatais em 2027 vai levar em conta as mesmas exceções previstas para 2026, inclusive gastos de até R$ 10 bilhões para empresas em reestruturação.

“O nosso entendimento é de que uma empresa que faz o processo de reequilíbrio econômico-financeiro, ainda que o primeiro efeito seja fazer um conjunto de despesas, ela está contratando um reequilíbrio para a frente, que inclusive a retira da dependência do Tesouro, que, a nosso ver, é algo fundamental”, disse.

A retirada desses gastos de R$ 10 bilhões da meta das estatais foi aprovada para 2026 com o objetivo de beneficiar os Correios, que passam pela maior crise da sua história e que é a única empresa federal que tem plano de reequilíbrio econômico-financeiro aprovado e vigente. Se isso não fosse feito, o governo provavelmente teria de mudar a meta das estatais para este ano.

Notícias relacionadas

Indústria freia produção de bicicletas em Manaus, mas acelera a de elétricas

Move Brasil terá taxas para entregadores de 12,5% e 11,5%

ANP vai ampliar em julho fiscalização dos preços de combustíveis

Exportações do agronegócio atingiram R$ 81,6 bilhões em maio

Ocupação de pessoas 60+ sobe 53% em 10 anos; ritmo supera o dos jovens

Assuntos déficit, empresas estatais, governo federal, Lei de Diretrizes Orçamentárias
Cleber Oliveira 16 de abril de 2026
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

‘A BR-319 vai sair’, afirma Lula ao assinar ordem de serviço para reasfaltamento

27 de maio de 2026
Ministro Bruno Moretti afirma que cortes representam compromisso do governo com regras fiscais (Foto: Moreira Mari/Agência Senado)
Economia

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

22 de maio de 2026
Economia

Santo Antônio do Içá tem maior valor médio do Bolsa Família no AM: R$ 876

19 de maio de 2026
Os R$ 10 milhões são para modernização de máquinas e implementos agrícolas (Foto: RICARDO STUCKERT/PR)
Economia

Governo destina R$ 10 bilhões para compra de máquinas por agricultores

27 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?