O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Isenção fiscal para alguns produtos deveriam ser encerrados, diz presidente do Satander

9 de junho de 2020 Economia
Compartilhar
Fábrica em Manaus gozam de incentivos fiscais (Foto: Suframa/Divulgação)

Da Folhapress

SÃO PAULO – O presidente do Santander, Sergio Rial, diz que alguns produtos financeiros deveriam ter o fim de sua isenção fiscal. O objetivo, segundo ele, seria elevar a arrecadação no Brasil em um contexto de alta na dívida do país.

“A grande resposta do Brasil em relação a esse déficit fiscal não pode ser aumento de carga tributária. Já temos 35% do PIB (de arrecadação), quando comparado com qualquer outro país emergente está alto. Temos que repensar isenções fiscais. Há um universo enorme de produtos financeiros com isenção fiscal, não sei se isso é preciso. Existem muitas isenções que deveriam ser eliminadas”, disse Rial em transmissão ao vivo do Santander nesta terça-feira, 9.

Segundo um estudo coordenado pelo economista Marcos Lisboa, presidente do Insper e colunista da Folha de S.Paulo, a despesa extraordinária com a pandemia de coronavírus pode levar o déficit nas contas públicas a R$ 1,2 trilhão em 2020, cerca de dez vezes o projetado no início do ano, superando 100% do PIB (Produto Interno Bruto).

São isentos de imposto: poupança, LCI (Letra de Crédito Imobiliário), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), CRA (Certificados de Recebíveis do Agronegócios), debêntures incentivadas, fundos imobiliários dividendos de ações e vendas de ações até R$ 20 mil mensais.

“Não acredito em déficit fiscal permanente sustentando o equilíbrio social. Um país que não tem agenda de crescimento, não permite que os cidadãos progridam. E agora, como se paga a conta? Tem que se pensar na carga tributária. O que você não consegue pagar, você tem que cortar”, disse Rial.

Neste contexto, tramitam três projetos no Senado que aumentariam a arrecadação e reduziriam o lucro dos bancos: um suspende a cobrança dos empréstimos consignados durante a pandemia, outro eleva de 20% para 50% a tributação da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) e o terceiro propõe que os juros do cartão e do cheque especial sejam limitados em 30% ao ano – hoje, eles são de 130% e 290% ao ano, respectivamente.

“Entendo até racionalidade, são medidas de curto prazo, só que o grande desafio do Brasil não é ter mais impostos pagos pelos bancos, mas como a gente transforma o custo de crédito no final, tirando as assimetrias. Temos que reorganizar a indústria financeira ao redor dos clientes que não estão negativados”, afirma Rial sobre o aumento do CSLL.

Ele cita o Cadastro Positivo como uma medida para reduzir o juros no país. Apesar na Selic na mínima histórica de 3%, os juros cobrados ao consumidor seguem elevados. Segundo Rial, desenhar a indústria financeira para oferecer produtos aos clientes sem dívidas seria uma saída para baixar o custo de crédito, bem como o aumento da concorrência no setor.

Na transmissão, Rial disse ainda que o Santander vai implementar o home office pós-pandemia para os funcionários de certas áreas do banco que optarem por trabalhar de casa. O funcionário terá que ficar no home office por, pelo menos, dois anos, e ir uma vez por semana ao escritório.

“Se isso te poupa tempo, deixa de gastar combustível e sua vida fica mais fácil, até economicamente, por que não, talvez, dividir uma dessas coisas com a empresa? Por que não ser voluntário com alguma abdicação de benefício ou salário?”.

Segundo o executivo, hoje, quase todos os procedimentos nos bancos podem ser feitos remotamente, inclusive, o fechamento do balanço financeiro.

Notícias relacionadas

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Governo mantém cronograma de leilão de hidrovias no Norte

Conselho Monetário aprova R$ 1 bilhão em crédito para empresas aéreas

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

China suspende compra de carne de três frigoríficos brasileiros

Assuntos isenção fiscal, renúncia fiscal, Santander, Sergio Rial
Cleber Oliveira 9 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

compra online golpe
Economia

Governo isenta de imposto compra do exterior de até R$ 245

13 de maio de 2026
Trecho da BR-153: rodovia da Rota Sertaneja está incluída no Reidi (Foto: Dnit/Divulgação)
Economia

Rota Sertaneja é incluída no Reidi; isenção fiscal deve atingir R$ 86,4 milhões

6 de abril de 2026
Ferramenta lançada pelo Santander usa inteligência artificial para criação de conteúdos no YouTube (Imagem: Reprodução)
Tecnologia

Santander lança programa de criação de conteúdo para o YouTube

23 de fevereiro de 2026
ZFM - Suframa (Foto: Suframa/Divulgação)
Economia

Saiba como será o corte de incentivos fiscais aprovado pelo Congresso

22 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?