O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Há um ano, governo já sabia da falta de dinheiro para o Bolsa Família

26 de fevereiro de 2020 Economia
Compartilhar
bolsa família cas
A matéria segue agora para a análise da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) (Foto: Agência Brasil)
Por Thiago Resende, da Folhapress

BRASÍLIA – Documentos internos revelam que o governo Jair Bolsonaro já havia sido alertado, em fevereiro de 2019, para o fato de que a verba para o Bolsa Família não seria suficiente.

Ao menos cinco vezes, o Ministério da Cidadania pediu mais dinheiro para que a fila de espera continuasse zerada.

Os pleitos, porém, foram barrados pela Junta Orçamentária, formada pelos ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni, então na Casa Civil e que, na semana passada, passou a comandar o Ministério da Cidadania, responsável pelo Bolsa Família.

Procurado, Onyx não quis comentar as recusas para elevar os repasses que evitariam a queda na cobertura do programa e a barreira a mais de 1 milhão de famílias que pediram o benefício.

O programa atende famílias com filhos de 0 a 17 anos e que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 por mês. O benefício médio é de R$ 191.

Sem dinheiro, o governo praticamente suspendeu a liberação de novos benefícios, desde junho do ano passado.

Assim, a fila de espera, quando a família aguarda há mais de 45 dias para entrar no programa, voltou a se formar. Documento do Ministério da Cidadania mostra que mais de 1 milhão de famílias estavam nessa situação no fim do ano. A tendência é o número continuar subindo, podendo chegar a 1,454 milhão no início de 2020, diz nota técnica da pasta.

O número, contudo, depende da habilitação -ato para checar se as famílias fizeram uma declaração verdadeira da renda ao se cadastrarem no programa social-, e só após 45 dias o pedido passa a ser contabilizado na fila.

A primeira tentativa de conseguir dinheiro para o programa foi feita em 6 de fevereiro de 2019. Foram requisitados R$ 3,7 bilhões, sendo R$ 2,5 bilhões para o pagamento da 13ª parcela, promessa de campanha de Bolsonaro, e R$ 1,2 bilhão para manter a fila zerada.

O governo, então, concedeu apenas o valor referente ao 13º. O montante não era suficiente para atender a todas as famílias que cumprem os requisitos do programa, concluíram técnicos da Cidadania.
Os estudos constataram ainda que o Bolsa Família atingia, no início do ano passado, alto grau de eficiência. Uma combinação de duas políticas: a de pente-fino e a continuidade da estratégia de “fila zero”.

A procura por benefícios irregulares já não apresentava tanto resultado. O dinheiro liberado para as famílias atendidas pelo programa era quase que totalmente sacado (98%).

“Na medida em que as famílias que recebem são de fato aquelas que precisam, elas tendem a sacar os benefícios nos prazos estabelecidos”, diz um dos documentos, ressaltando que esses fatores pressionam o orçamento do programa.

Em julho, o Ministério da Cidadania apresentou uma nova estimativa de necessidade de recursos: R$ 1,9 bilhão. Mas a Junta Orçamentária rejeitou o pedido. “A situação fiscal atual do país não permitir ampliação de gasto”, justificou.

Em outubro, quando a fila já se estava próxima de 1 milhão de famílias, novo documento alertou para o fato de que a espera continuaria crescendo, por causa da lenta recuperação da economia.

“O atual contexto de frustração dos principais indicadores econômicos reforça ainda a importância da continuidade dessa estratégia [fila zero]”, aponta o estudo.

Para minimizar os impactos, foi sugerida, então, a liberação parcial de novos benefícios para reduzir a fila em quase 700 mil famílias.

A solicitação de orçamento caiu, assim, para R$ 784,9 milhões. O dinheiro também seria usado para a manutenção do pagamento a quem já está no programa. Mas o pleito foi novamente negado.

Em novembro, o jornal Folha de S.Paulo mostrou que o orçamento do Bolsa Família não seria suficiente para bancar os pagamentos de dezembro, que incluiu a 13ª parcela, mesmo para quem já estava no programa. Bolsonaro foi às redes sociais chamar a reportagem de mentirosa.

Um mês depois, o governo teve de mexer no Orçamento, tirando verba da Previdência Social, que economizou por causa do pente-fino e fila de espera por benefícios do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), e repassando recursos para o Bolsa Família.

Sobre a rejeição aos alertas que começaram em fevereiro, o Ministério da Economia afirmou, na semana passada, que o Orçamento de 2019 estava pressionado por outros gastos e o governo teve de fazer escolhas diante de inúmeros pedidos de aumento de repasses para diversos programas.

Houve uma folga maior no Orçamento, segundo a pasta, apenas no fim do ano, quando foram recebidos os recursos do megaleilão de petróleo da cessão onerosa. Apesar disso, o governo teve dificuldade em fechar as contas do Bolsa Família.

“Mesmo tendo suspendido novas concessões de benefícios a partir de junho, as projeções apontavam para falta de recursos tanto para a retomada da política da fila zerada quanto para o fechamento do orçamento de 2019 sem concessões”, destacou uma nota técnica de 17 de dezembro.

Naquele mês, o Ministério da Cidadania já nem pedia mais dinheiro para reduzir a fila do programa social. Foi solicitada uma verba de R$ 412,7 milhões para conseguir cumprir o pagamento de quem já estava no programa. São esses os recursos que saíram da Previdência.

Os documentos internos do governo foram obtidos pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP) via Lei de Acesso à Informação e confirmados pela reportagem.

Para 2020, o governo ainda não tem previsão para conseguir ampliar o orçamento do Bolsa Família, que caiu de R$ 32,5 bilhões, no ano passado, para R$ 29,5 bilhões.

CRONOLOGIA DOS ALERTAS DO GOVERNO
6 de fev.19
Pedido de R$ 3,7 bi, sendo R$ 2,5 bi para a 13ª parcela, promessa de campanha, e R$ 1,2 bi para manter fila zerada

3.jul.19
Documento ressalta alta no percentual de saques para 98% -indicador de alto grau de eficiência

8.jul.19
Mais um pedido de recursos, de R$ 1,9 bi

8.ago.2019
Junta Orçamentária (Guedes e Onyx) nega os pedidos

17.dez.19
Pedido de R$ 412,7 mi para pagar a quem já estava no programa

Notícias relacionadas

Amazonas tem o pior retorno de impostos em bem-estar à população

Novos brigadistas do Ibama chegam a Manaus para combater incêndios

Euforia do mercado com Flávio esbarra na falta de compromissos concretos

Governo espera que subsídio ao diesel reduza o preço ao consumidor

Suframa e Receita farão cooperação para implementar a reforma tributária

Assuntos Bolsa Família, Bolsonaro, economia, governo
Redação 26 de fevereiro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Novos brigadistas do Ibama chegam a Manaus para combater incêndios

11 de outubro de 2026
Lula
Política

Lula diz que ‘não há nenhuma razão’ para ele não ser reeleito no 2° turno

5 de outubro de 2026
Variedades

Famosos defendem Gil do Vigor das críticas feitas por jornalista

25 de setembro de 2026
Política

Reajuste do Bolsa Família gera ataques de bolsonaristas; aliados de Lula comemoram

17 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?