O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Governo recorre de decisão para não pagar Hapvida por contrato encerrado

26 de janeiro de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
hapvida adrianopolis
Governo do AM diz que decisões o obrigam a permanecer com contrato encerrado (Foto: Reprodução/Facebook)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – Decisões do desembargador Hamilton dos Santos, do TJAM (Tribunal de Justiça do Amazonas), têm “forçado” o Governo do Amazonas a “permanecer numa relação contratual que já se extinguiu” com o Grupo Hapvida, afirmou a PGE-AM (Procuradoria-Geral do Estado do Amazonas). A empresa oferta planos de saúde a professores da rede estadual.

No dia 17 deste mês, a procuradoria recorreu da decisão de Saraiva que obrigou o estado a pagar R$ 22 milhões ao grupo Hapvida. O valor é referente à prestação dos serviços nos meses de junho, julho e agosto de 2023.

A decisão foi tomada em novembro no âmbito de um processo que se discute a rescisão unilateral do contrato, que encerraria em março de 2023, mas teve o fim antecipado para dezembro de 2022 em razão de falhas na prestação do serviço.

Após a Seduc reincidir, a Hapvida conseguiu liminares que impedem o estado de contratar nova empresa para prestar os serviços. E em novembro, o desembargador ordenou o governo a pagar o montante.

De acordo com o Governo do Amazonas, a Hapvida conseguiu transformar o processo em “mais célere e impressionante ação de cobrança já vista”.

“Foi determinado o pagamento imediato da vultosa quantia de 22 milhões de reais, sem que essa matéria tenha sido anteriormente debatida nos autos, sem que houvesse comprovação da prestação do serviço e, especialmente, fora do regime de precatórios”, afirmou a procuradoria.

Apesar do curto prazo fixado por Saraiva, o estado não pagou o valor. A procuradoria recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal). Em 10 de novembro de 2023, o ministro Luís Roberto Barroso suspendeu a decisão do desembargador.

Barroso entendeu que “os valores devidos pela Fazenda Pública em razão de condenação judicial devem ser quitados com respeito à ordem de expedição do precatório ou da requisição de pequeno valor”. Afirmou, ainda, que “a manutenção da decisão impugnada pode causar desequilíbrio das contas estaduais”.

No recurso apresentado neste mês, o governo estadual pede a reforma da decisão de Saraiva. A procuradoria afirma que a Hapvida está prestando serviço com um contrato vencido há quase um ano.

“Com isso, fica a empresa prestando serviço com um contrato vencido, e o Estado sem poder dar continuidade ao procedimento licitatório para a regular contratação, nos termos autorizados pela Lei de Licitações e pelo art. 37, inc. XXI, da Constituição da República”, diz a procuradoria.

Ainda conforme o governo, as decisões de Saraiva “impedem nova contratação do objeto, e
inclusive forçam o Estado a permanecer numa relação contratual que já se extinguiu”.

A briga pelos serviços envolve uma cifra milionária, pois inclui 30 mil beneficiários. O valor do contrato celebrado com a Hapvida, por exemplo, foi estabelecido em R$ 44,6 milhões, ou seja, R$ 7,4 milhões mensais

A disputa também envolve a Samel, que foi contratada de forma emergencial pela Seduc logo após a rescisão do contrato com a Hapvida.

O valor do contrato celebrado com a Hapvida, por exemplo, foi estabelecido em R$ 44,6 milhões, ou seja, R$ 7,4 milhões mensais. E o contrato com a Samel foi fixado em R$ 41,6 milhões, equivalente a R$ 6,9 milhões por mês.

Notícias relacionadas

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

INSS informa vazamento de dados do Dataprev de 50 mil CPFs

Fintechs facilitaram movimentação de dinheiro por Deolane, diz polícia

Governo lança formulário para adesão ao programa de alimentos

Motociclista tem dedo decepado em acidente de trânsito em Manaus

Assuntos contrato, Governo do Amazonas, Hapvida, manchete, Seduc
Felipe Campinas 26 de janeiro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Campanha de proteção à mulher contra violência doméstica: mais denúncias e pedido de medida protetiva (Foto: Divulgação/PC-AM)
Dia a Dia

Lei determina proteção imediata à mulher vítima de violência

22 de maio de 2026
Contas do governador Wilson Lima no TCE
Política

TCE recua de ampliar poderes, mas propõe recondução ilimitada do presidente

21 de maio de 2026
Orla de Autazes: Potássio do Brasil vai construir porto para escoar minério (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Economia

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

21 de maio de 2026
Suspeitos de integrar quadrilhas de agiotas chegando à delegacia: ação violenta contras as vítimas (Imagem: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Agiotas tomavam imóveis, atiravam em vítimas e usavam cárcere privado

20 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?