O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Governo pretende recorrer ao STF se veto à desoneração da folha for derrubado

10 de setembro de 2020 Política
Compartilhar
Plenário da Câmara dos Deputados em 01 09 2020
Plenário da Câmara dos Deputados (Foto: Najara Araújo/CD)

Isabella Macedo e Iara Lemos, da Folhapress

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que o governo deverá recorrer ao STF (Supremo Tribunal Federal) caso o Congresso decida derrubar o veto à desoneração da folha de pagamento até o fim de 2021.

Barros disse que, apesar de o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ser a favor da desoneração, o governo não tem como apoiar a manutenção do benefício fiscal. “Essa vai ser a solução se derrubar o veto”, afirmou.

“Eu vou trabalhar, obviamente, para manter o veto. Vou trabalhar a nossa base, explicando essa situação. E a gente pode fazer a desoneração, o presidente é a favor da desoneração, mas ele quer a desoneração para todos os setores e por um prazo permanente.”

De acordo com o líder, a AGU (Advocacia-Geral da União) concluiu que não é possível superar a inconstitucionalidade da prorrogação da desoneração por mais um ano.

Atualmente, o benefício fiscal é válido para 17 setores da economia, permitindo que seja adotada uma base de cálculo diferenciada para a Contribuição Previdenciária sobre a folha salarial. O benefício fiscal se encerra no fim deste ano.

A desoneração atende, por exemplo, empresas do ramo de informática, com desenvolvimento de sistemas, processamento de dados e criação de jogos eletrônicos, call center e empresas de comunicação (mídia).

No início da semana, entretanto, o governo negociava uma derrubada em troca da votação de matérias do interesse da equipe econômica.

Após uma reunião na terça-feira, 8, líderes da base de apoio de Bolsonaro afirmavam acreditar que o governo apoiaria a derrubada do veto.

Desde que o dispositivo foi vetado, no início de julho, a equipe econômica do governo alega que a reforma da Previdência tornou a prorrogação inconstitucional. Apesar disso, a justificativa não estava entre os argumentos do veto presidencial.

A equipe do ministro Paulo Guedes (Economia) afirma que as novas regras previdenciárias aprovadas no ano passado vedam a adoção de medidas que possam reduzir a arrecadação de recursos do fundo que banca a aposentadoria dos trabalhadores do setor privado.

Guedes tenta emplacar uma medida mais ampla de corte de impostos sobre a folha, sem distinção de segmentos da economia.

A tese de inconstitucionalidade já foi contrariada por um parecer da Mesa Diretora da Câmara.

Os técnicos da Casa afirmam no documento que a emenda constitucional que mudou as regras da Previdência veda substituição da base de cálculo das contribuições feitas pelas empresas. No entanto, exclui da vedação as substituições já estabelecidas -como era o caso da desoneração aos 17 setores.

O parecer também argumenta que a prorrogação não caracterizaria a criação de uma nova substituição da contribuição patronal. “Corrobora esse entendimento o fato de não serem alterados alíquotas, beneficiários ou quaisquer outros elementos que configuram a substituição”, indica o parecer.

Barros afirmou que ainda não há uma data fixada para que o veto à desoneração seja votado pelo Congresso.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), deve decidir sobre a data da próxima sessão na semana que vem.

No Senado, as declarações de Barros foram recebidas com surpresa pelos governistas.

Os governistas no Senado afirmaram também que não houve mudanças em relação ao que foi repassado pelos líderes do Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO) e Fernando Bezerra (MDB-PE).

“No Senado, o papo, que foi inclusive a base para se acertar a questão da pauta para a semana que vem, é que nós estamos navegando para uma derrubada do veto, sob consenso. Na nossa cabeça, eu mais do que nunca estou convencido que o veto será derrubado por concordância. Isso é o que trabalhamos com os líderes do governo”, afirmou o senador Esperidião Amin (PP-SC).

Embora seja do mesmo partido do líder do governo na Câmara, Amin disse que os senadores não vão se basear no que o líder na Câmara tem dito.

“Ninguém defende mais a folha com mínimo de encargos do que o Paulo Guedes. O Guedes tem repetido isso aos senadores. E a reunião de líderes foi nesta semana e não mudamos nada. Não temos de justificar o que o Barros falou”, disse.

Vice-líder do governo no Senado, Izalci Lucas (PSDB-DF) também desacreditou o posicionamento de Barros.

“O líder do Congresso é Eduardo Gomes, quem deu a declaração e já disse para todo mundo aqui no Senado, inclusive para mim várias vezes, que o governo concordaria com a derrubada foi ele, o Gomes, líder do Congresso. Ninguém fala por ele”, disse.

Para Izalci, embora tenha o cargo de líder, Barros não tem autonomia para negociar acordo sobre vetos. “Quem conduz a reunião de acordo de vetos é o Eduardo Gomes. Ele é que é o porta-voz.”

Na segunda-feira, 7, o próprio líder do governo afirmou que o governo entende a importância dos setores atingidos pela desoneração na manutenção dos empregos.

“Nós entendemos que esses 17 setores são importantes para a manutenção do emprego neste momento que o Brasil precisa”, disse.

Notícias relacionadas

É baixa a chance de candidatura de Renan Santos ser indeferida, dizem advogados

Rede social X contesta regra do TSE sobre publicações de candidatos para usuários

Justiça proíbe uso de ações da Saúde para promover Roberto Cidade

Ministro do TSE suspende campanha de Renan Santos e barra acesso ao Fundo Eleitoral

Não votou? Saiba o que fazer para regularizar a situação eleitoral

Assuntos desoneração da folha, STF, Veto
Redação 10 de setembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro Dias Toffoli
Política

Ofensiva contra a magistratura prejudica os mais pobres, afirma ministro do STF

31 de agosto de 2026
Prefeitos contestam no STF dispositivos da lei sobre o crime organizado (Foto: Gustavo Moreno/STF)
Política

Entidades propõem reduzir férias de juízes e adoção de código de conduta

26 de agosto de 2026
André Mendonça
Política

Salário do STF proporciona condição média de vida, afirma ministro

26 de agosto de 2026
Política

Fachin defende empenho do Judiciário para recuperar a confiança da sociedade

25 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?