O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Favelas no Amazonas são reflexos de ‘desgovernos’, afirma o TCU

2 de março de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
educandos
De 2012 a 2021, Manaus aparece sempre nas últimas posições do ranking do saneamento (Foto: Valter Calheiros)
Do ATUAL

MANAUS – A grande quantidade de favelas ou comunidades urbanas no Amazonas é reflexo da baixa governança dos municípios, da falta de regularização fundiária, da falta de governança interfederativa nas metrópoles e da falta de acompanhamento qualitativo e dos planos setoriais. A conclusão é do TCU (Tribunal de Contas da União) ao analisar as ações do governo federal para implementação da PNDU (Política Nacional de Desenvolvimento Urbano).

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2020, o Amazonas é o estado com maior proporção de domicílios em favelas (34,6%). Para uma população estimada em 4.144.597 pessoas há 1.138.985 moradias. Desse total, 393.995 são irregulares.

Depois do Amazonas vem Espírito Santo (26,10%), Amapá (21,58%), Pará (19,68%) e Rio de Janeiro (12,63%). Em São Paulo, 7,09% dos domicílios estão nessas localidades. O estado mais populoso do país, contudo, tem pouco mais de um milhão de casas em aglomerados subnormais. O estado com a menor proporção é o Mato Grosso do Sul (0,74%).

Entre municípios com mais de 750 mil habitantes, Manaus é o segundo com maior proporção de domicílio em favelas (53,4%), atrás apenas de Belém (55,5%).

De acordo com o ministro Jorge Oliveira, relator do levantamento, a baixa capacidade administrativa dos municípios brasileiros interfere no cumprimento de políticas públicas voltadas para as cidades, principalmente nos aspectos de mobilidade, saneamento e habitação.

“Há consideráveis diferenças nas capacidades das 5.570 administrações municipais brasileiras em relação a seus recursos financeiros, adoção de instrumentos de planejamento e presença
de pessoal qualificado para a execução de políticas públicas”, diz o ministro.

Leia também: Municípios ‘ricos’ do AM dependem de ajuda para oferecer serviço básico

Ainda conforme o Jorge Oliveira, a captura dos implementadores das políticas públicas por grupos de interesse também influenciam na atual situação das cidades.

As incorporadoras do mercado imobiliário, as forças políticas locais, as concessionárias de transporte público, a sociedade civil organizada, e outros grupos de interesse exercem influências na formulação da política de planejamento urbano.

“Daí a preocupação de que os implementadores da política urbana sejam capturados por determinados grupos com poder de influência e seja afastada a participação efetiva de atores mais vulneráveis. Assim, é necessário garantir que a participação conjunta seja equilibrada e as decisões guiadas pelo interesse público”, disse Jorge Oliveira.

Outro risco apontado pelo TCU é que alguns grupos de municípios sejam preteridos pela PNDU. O Brasil possui municípios que são pequenos vilarejos, bem como grandes metrópoles com milhões de moradores. A divisão de um número tão alto e díspar de entes em grupos com perfis semelhantes é um enorme desafio.

“Dadas as circunstâncias, há elevada probabilidade de, por melhor que seja o agrupamento final a ser adotado, em alguma medida a PNDU não conseguir abarcar de modo satisfatório toda a gama de situações e diversidade de problemas dos milhares de municípios brasileiros”, afirmou o ministro-relator.

Tema complexo

Para o ministro Jorge Oliveira, o desenvolvimento urbano é um tema complexo, multidisciplinar e que envolve os diferentes entes da federação. A execução se concentra, predominantemente, em nível municipal, mas o governo federal tem relevante papel na elaboração de programas e projetos de fomento.

As políticas públicas para desenvolvimento das cidades deveriam estar previstas na PNDU (Política Nacional de Desenvolvimento Urbano), que seria um “guia para as políticas setoriais (de habitação, mobilidade urbana, saneamento básico e outras), de modo a impedir a criação e a adoção de soluções desconciliadas ou até mesmo antagônicas”.

O país, apesar de ter leis que versam sobre políticas públicas urbanas, não tem uma norma que formalize a PNDU. “De acordo com as informações apresentadas pelo próprio Ministério das Cidades, a política nacional de desenvolvimento urbano não existe no contexto de uma legislação, mas tão somente como uma discussão, travada há muito tempo, no governo federal”, diz trecho do relatório.

“Numa singela comparação, a PNDU tem função semelhante à de um maestro de uma orquestra sinfônica: conduzir todos os músicos de modo a mantê-los na cadência, tempo e dinâmica”, afirmou Jorge Oliveira.

De acordo com o TCU, a ausência de interação entre esses instrumentos de planejamento contribui para a ocupação irregular do solo, em áreas inviáveis para o recebimento de infraestrutura para o tráfego de veículos e o saneamento básico, além da realização de
investimentos de baixa efetividade.

“A concentração populacional, sem a correspondente oferta de infraestrutura física e social, leva parte da população a viver em condições precárias, onde se prolifera a pobreza, o crime organizado e a degradação ambiental”, diz o documento.

“Não é difícil concluir que, se as políticas setoriais correrem desconectadas, sem uma visão estruturante de conjunto, os investimentos públicos serão ineficazes para qualificar o território e melhorar as condições de vida de seus cidadãos. Nesse contexto, a PNDU deve ser um instrumento facilitador de convergências de ações no nível local, indutor da eficiência dos investimentos públicos e consequentemente da melhoria da qualidade de vida nas cidades”, diz outra parte do documento.

Notícias relacionadas

Arquidiocese faz 10 pedidos para conter incêndios e fumaça em Manaus

Candidatos no AM travam ‘guerra judicial’ na reta final de campanha

Justiça condena ex-gerente de banco preso por aplicar golpes em clientes

Governo alega efeitos da estiagem e decreta emergência no Amazonas

Médico é afastado das funções ao ironizar paciente com sobrepeso

Assuntos favelas, governo, manchete, políticas públicas, prefeitura, regularização fundiária, TCU
Felipe Campinas 2 de março de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

campanha eleitoral
Política

Candidatos no AM travam ‘guerra judicial’ na reta final de campanha

25 de setembro de 2026
Ambulãncias do SAMU em hospital de Manaus: macas ficam retidas para acomodar pacientes (Foto: Luiz Felipe Santos)
Dia a Dia

Retenção de macas trava 2,2 mil atendimentos do SAMU em Manaus, diz DPE

25 de setembro de 2026
Pacaraima é a nova área de livre comércio no Norte do Brasil (Foto: ALRR/Divulgação)
Economia

STF barra norma de São Paulo e mantém incentivos fiscais no Norte

25 de setembro de 2026
Vereador Sargento Salazar teve recurso negado em ação sobre homicídio (Foto: Rayssa Lima/Assessoria)
Dia a Dia

Saiba o que alega o MP ao pedir a condenação de Sargento Salazar

24 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?