O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Família de Fernando Santa Cruz vai à PGR cobrar explicações de Bolsonaro

30 de julho de 2019 Política
Compartilhar
Felipe Santa Cruz, presidente da OAB perdeu o pai durante a ditadura militar (Foto: Eugênio Novaes/OAB)
Da Folhapress

RECIFE, PE – Familiares de Fernando Santa Cruz, desaparecido em fevereiro de 1974 após ser preso por órgãos de repressão da ditadura militar, vão à PGR (Procuradoria-Geral da República) representar contra o presidente Jair Bolsonaro.

Nessa segunda-feira, 29, ao reclamar sobre a atuação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) na investigação do caso Adélio Bispo, autor do atentado à faca do qual foi alvo, Bolsonaro disse que poderia explicar ao presidente da Ordem, Felipe Santa Cruz, como o pai dele desapareceu durante a ditadura militar (1964-1985).

“Um dia, se o presidente da OAB quiser saber como é que o pai dele desapareceu no período militar, conto pra ele. Ele não vai querer ouvir a verdade. Conto pra ele”, declarou.

Irmão de Fernando, o advogado Marcelo Santa Cruz afirmou que o presidente tem a obrigação de informar tudo o que sabe sobre o desaparecimento e apontar, inclusive, onde estão as ossadas.

“É uma resposta que buscamos há 45 anos. Minha mãe passou a vida procurando o filho e terminou morrendo neste ano sem saber o que ocorreu. É mais um sofrimento que o presidente impõe à família”, afirmou Marcelo.

Segundo o advogado, quando Bolsonaro diz que sabe as razões, ele precisa explicitá-las formalmente. “Ninguém pode ter conhecimento sobre um crime e não declarar o que ocorreu. Vamos à PGR pedir que Bolsonaro diga à Justiça do seu país quem matou Fernando e onde estão os restos mortais para que, no mínimo, possamos fazer um sepultamento digno.”

Para Marcelo, que já foi vereador do PT por seis mandatos em Olinda, no Grande Recife, as declarações do presidente provocaram forte indignação na família. “Vamos pedir que, se ele não informar, que seja enquadrado em crime de responsabilidade. Ele, como presidente, tem informações privilegiadas.”

Militante da Ação Popular Marxista-Leninista, dissidência da Ação Popular, grupo de esquerda formado pela juventude católica em 1962, Fernando foi visto pela última vez por seus familiares em 23 de fevereiro de 1974, segundo o relatório da Comissão Nacional da Verdade.

Ele havia saído de casa para encontrar um amigo de infância e havia dito à família que, caso não voltasse até as 18 horas daquele dia, “provavelmente teria sido preso”.

Fernando Santa Cruz era militante da Ação Popular Marxista-Leninista e foi visto pela última vez por seus familiares em fevereiro de 1974 (Foto: Divulgação)

A Comissão Nacional da Verdade, criada pelo Estado para fazer um registro oficial dos crimes do regime militar, relata que Fernando e seu amigo -Eduardo Collier Filho, também militante contra a ditadura- provavelmente foram presos por agentes do DOI-Codi no Rio.

“Há outra hipótese de que meu irmão teria sido preso pela Aeronáutica. Há documentos que chegaram à Comissão da Verdade. Eles queriam saber informações sobre Jair Pereira de Sá, o Dori, dirigente da Ação Popular Marxista Leninista”, afirma.

Horas após a primeira declaração, Bolsonaro voltou ao tema e disse que não foram os militares quem desapareceram com Fernando Santa Cruz. Segundo ele, foram integrantes da própria Ação Popular.

“Isso não existe na Comissão da Verdade e em canto nenhum. Se ele sabe quem foi, precisa dizer de onde obteve essa informação. A nossa representação é justamente para isso”, explica Marcelo. Os familiares devem realizar uma coletiva nesta terça-feira, 30, no Recife para detalhar os procedimentos jurídicos que serão tomados.

O advogado diz que a família recebeu o atestado de óbito do governo federal em que se presume que ele foi assassinado. “O presidente tentou se salvar da informação inicial. Não há registro que aponte que ele foi morto pela AP. É a primeira vez que alguém levanta essa hipótese”, comenta.

Marcelo lembra que Bolsonaro não é mais um deputado. “Hoje, ele tem a responsabilidade do cargo. Tem um conteúdo muito grave. Existem mais de 150 desaparecidos políticos. Estas famílias passaram a vida procurando. Passamos 45 anos e o presidente, agora, diz que sabe. Precisa revelar.”

Notícias relacionadas

Eleitores de Lula ocupam ruas em apoio à reeleição do presidente no 2º turno

Direita cresce na Amazônia e pressiona políticas públicas e direitos sociais

Ministério aciona MPF contra a Meta por falhas que afetaram campanha de Lula

Deputada colhe assinaturas para instalar CPI que investigará big techs na eleição

Richarlison acusa Flávio Bolsonaro de tomar ilha e pede investigação da PF

Assuntos ditadura militar, Felipe Santa Cruz, Fernando Santa Cruz, Jair Bolsonaro, OAB
Redação 30 de julho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Oswaldo Eustáquio
Política

Moraes vota para tornar apoiador de Bolsonaro réu por associação criminosa

16 de outubro de 2026
Sandoval Alves Rocha

Brasil pela democracia e contra a pobreza

16 de outubro de 2026
Flávio Bolsonaro recusou-se a falar sobre apoio ao fim da jornada 6x1 (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
Política

Flávio Bolsonaro comemora decisão de Moraes e deve visitar o pai nesta terça (13)

12 de outubro de 2026
Jair e Flávio Bolsonaro
Política

Moraes libera visitas de Flávio a Jair Bolsonaro após 90 dias de proibição

12 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?