O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Estados ignoram Ministério e não adotam cloroquina para casos leves de Covid-19

16 de junho de 2020 Dia a Dia
Compartilhar

Por Raquel Lopes, da Folhapress

BRASÍLIA – Ao menos 15 estados brasileiros ignoraram o protocolo do Ministério da Saúde de ampliar o uso da cloroquina e hidroxicloroquina para pacientes com sintomas leves de Covid-19. A recomendação foi feita no dia 20 de maio.

À reportagem os entes da Federação afirmam que não há evidências científicas da eficácia do remédio. A cloroquina entrou na agenda política da pandemia no país por causa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que seguiu o exemplo do americano Donald Trump e defende o uso da droga.

Antes da mudança do protocolo, a indicação dos medicamentos era apenas para pessoas com sintomas graves e críticos. O medicamento era receitado também a pacientes em acompanhamento hospitalar.

Apesar do empenho de Bolsonaro e do governo em popularizar a substância, na prática houve baixa adesão dos estados aos remédios. De 21 estados que responderam à reportagem, 14 afirmaram indicar os medicamentos apenas para pacientes em estado grave. São eles: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

A Paraíba não recomenda a cloroquina nem mesmo para casos graves. “Diante dos novos artigos publicados em diversos periódicos médicos, e seguindo as recomendações das instituições que regem as condutas mais atuais das doenças infecciosas no Brasil e no mundo, não recomendamos a utilização de hidroxicloroquina para tratamento de Covid-19”, afirmou o governo do estado, em nota.

Coordenadora de assistência farmacêutica da Secretaria de Estado de Saúde do Paraná, Deise Pontarolli disse que o governo publicou uma nota para orientar o uso de cloroquina apenas em casos graves.

“Não podemos proibir o uso, mas orientamos que não seja usada em casos leves e moderados por causa da falta de evidência de benefício que comprove o uso do medicamento. A nossa pergunta é: usar para quê?”

Apesar de liberar o medicamento apenas para casos graves, o governo do Paraná afirma que pode modificar a recomendação. Isso, porém, dependerá de novos estudos e evidências científicas. “Há dezenas de estudos clínicos nacionais e internacionais em andamento, avaliando a eficácia e segurança de cloroquina/hidroxicloroquina para infecção por Covid-19, bem como de outros medicamentos, e, portanto, essa medida poderá ser modificada a qualquer momento, a depender de novas evidências científicas”.

No Espírito Santo, um dos argumentos para ir contra o protocolo do Governo Federal é o risco de o medicamento gerar efeitos adversos. “Até o presente momento, não há evidências que recomendem o uso da cloroquina em pacientes com quadro leve”, afirmou o governo, em nota.

Estados como Pará, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins e Amapá afirmam que seguem o novo protocolo do Ministério da Saúde. Como previsto pela pasta, só liberam o medicamento mediante avaliação do médico e assinatura do paciente no termo de consentimento, após orientações do risco e benefício do uso.

Roraima, para evitar maiores efeitos colaterais, adotou uma medida adicional. “Antes do uso da medicação, é feito um ECG (eletrocardiograma) para verificar o intervalo dos batimentos cardíacos. Se a medida for 450 milissegundos, o uso da medicação é liberado”, afirmou o governo, em nota. “Se o ECG apontar um intervalo nos batimentos superior a 500 milissegundos, a recomendação é não usar”.

A médica pneumologista e pesquisadora da Fiocruz Margareth Pretti Dalcolmo critica o uso do remédio. Segundo ela, a cloroquina e a hidroxicloroquina deixaram de ser usadas em diversos hospitais brasileiros após orientações internacionais começarem a ser publicadas sobre o tema. Isso porque a substância se mostrou ineficaz em diversas ocasiões, até mesmo em casos graves.

“O medicamento era considerado um fármaco da esperança, mas ao longo desse tempo se mostrou sem benefício. Não há nada que tenha demonstrado que ele tem salvado vida em qualquer parte do tratamento”, disse Dalcolmo. “Já foi demostrado exaustivamente que ele não traz benefício para o tratamento em casos graves”.

Nesta segunda-feira, 15, a FDA (agência que regula medicamentos nos EUA) revogou a autorização de uso emergencial da hidroxicloroquina para tratar Covid-19.

O órgão americano disse que, com base em novas evidências, não é mais razoável acreditar que a cloroquina e a hidroxicloroquina poderiam ser eficazes contra a nova doença.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) mantém estudos clínicos com hidroxicloroquina para tratamento da Covid-19 no programa internacional Solidarity. A entidade havia suspendido, em 25 de maio, as pesquisas com o medicamento para reavaliar a segurança.

Notícias relacionadas

IBGE oferece curso sobre efeitos de eventos climáticos extremos

Invasão de terreiro: intolerância religiosa é a crença de que só uma fé é verdadeira

Inmet alerta sobre chuva intensa em cidades do Norte e Nordeste

Empresária é presa por torturar trabalhadora doméstica

IBGE prorroga inscrição para processo seletivo com 246 vagas no Amazonas

Assuntos cloroquina, coronavírus
Cleber Oliveira 16 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

‘Temos que fazer com que saibam quem foram os responsáveis’, diz Lula sobre mortes por Covid

11 de maio de 2026
manaus
Saúde

Sete anos após a pandemia de Covid-19, a política ainda se sobrepõem à ciência, dizem pesquisadores

26 de abril de 2026
Governo de Jair Bolsonaro publicou novo protocolo para uso de cloroquina, ampliando sua possibilidade de aplicação também para pacientes com sintomas leve (Foto: Facebook/Reprodução)
Política

Dino manda PF investigar relatório de CPI e incentivo ao uso de cloroquina por Bolsonaro

18 de setembro de 2025
Jair Bolsonaro e a cloroquina
Dia a Dia

TCU manda anular nota técnica sobre prescrição de cloroquina em Manaus

11 de setembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?