O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Escritora questiona por que livros didáticos só mostram o corpo branco

15 de maio de 2023 Dia a Dia
Compartilhar
Escritora Bárbara Carine lança livro sobre educação antirracista (Foto: Acervo pessoal/Divulgação)
Escritora Bárbara Carine lança livro sobre educação antirracista (Foto: Acervo pessoal/Divulgação)
Por Catarina Ferreira, da Folhapress

SÃO PAULO – “Se a história das pessoas pretas começou quase 350 mil anos atrás, porque só me contam quatro séculos?”

O questionamento é da escritora Bárbara Carine, autora de “Como Ser um Educador Antirracista”, e faz referência aos primeiros registros do Homo sapiens encontrados na África.

A obra da professora baiana aborda problemas do ensino eurocêntrico, que ignora ou estereotipa registros dos saberes usados por sociedades africanas e ameríndias, por exemplo, e levanta a importância de temas como a branquitude e o racismo na sociedade brasileira.

“O corpo humano é um corpo branco e não é por falta de tinta para pintar os livros didáticos. Há uma intencionalidade informativa na construção de um imaginário do que é ser humano”, diz.

Finalista do prêmio Jabuti nas edições de 2021 e 2022, ela defende uma posição ativa que, além de mitigar os efeitos do preconceito racial, construa também novas referências de conhecimento.

O objetivo, diz, é apresentar a riqueza de culturas afro-brasileiras, africanas e indígenas antes que o racismo se instale na percepção de mundo dos estudantes. Adolescentes e crianças que já tiveram contato com as dores causadas pelo racismo precisam aprender a negá-lo, assim como os adultos, para então construir novas possibilidades de futuro.

Além de dados que mostrem o contexto socioeconômico da população negra, segundo a autora, é preciso levar aos jovens conexões com a atualidade explicando, por exemplo, de onde vem o preconceito com religiões de matriz africana.

Para Carine, ter orgulho da ancestralidade negra e entender que o conhecimento não é patrimônio exclusivamente europeu reflete na construção subjetiva do jovem e estimula seu pensamento crítico.

O educador antirracista, escreve ela, é “uma pessoa consciente de si” e um “sujeito que, em uma sociedade estruturalmente racista, compreende que não há como fugir psicologicamente desse mal se não destruirmos o racismo em suas bases”.

Os privilégios da branquitude, afirma, estão entre essas bases. “Como alguém que sobrevive da manutenção desse sistema, a pessoa branca é responsável por seu enfrentamento”.

Ela ressalta que, ao pensar em conteúdos ligados a relações étnico-raciais, dificilmente um professor planeja uma aula sobre o papel das pessoas brancas.

Mas, como o antirracismo existe para combater um preconceito criado pelos brancos, um caminho fundamental está na compreensão do que significa ser branco no Brasil. “Mesmo que a pessoa seja aliada à luta antirracista ela continua se beneficiando de um sistema injusto com o qual diz não concordar”.

A trajetória de Bárbara começou com o questionamento da ausência de pessoas negras nos ambientes educacionais quando estudava química na Universidade Federal da Bahia. E seguiu até a construção da Escola Afro-Brasileira Maria Felipa, idealizada por ela, em Salvador.

O colégio atende a educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental e constrói todo o currículo a partir da dinâmica das relações étnico-raciais. “Se existem escolas alemãs e inglesas, por que não uma escola afro-brasileira?”

Sua experiência com a organização e formação de professores no colégio está presente em todo o livro. Cada turma tem o nome de um reino africano ou de um território indígena; papiros são usados para estudar os primórdios da linguagem; padrões de tecidos africanos e do trançado dos cabelos crespos estão nas aulas de matemática para estudar geometria.

A iniciativa, pioneira, ainda é solitária. A escritora diz ver apenas projetos pontuais tratando de relações étnico-raciais na escola, mas ressalta avanços do movimento negro, como a lei que inclui o ensino de história africana e afro-brasileira nas diretrizes da educação nacional, há 20 anos.

Dados de um estudo feito em 2022 pelo Instituto Alana e pelo Geledés Instituto da Mulher Negra mostram, porém, a baixa adesão da lei. Apenas 29% das secretarias municipais de educação têm ações consistentes para garantir sua implementação.

Notícias relacionadas

Advogados alegam surpresa com prisão de delegado por roubo de ouro

Governo processa rede Discord e pede R$ 500 milhões de indenização

Prefeitura propõe R$ 3 milhões para bancar micro-ônibus em Manaus

TJAM decide que Lei Maria da Penha se aplica a agressão entre irmãs

TikTok tratou dados de 8 milhões de crianças de forma irregular, diz ANPD

Assuntos Bárbara Carine, livro didático, Racismo
Cleber Oliveira 15 de maio de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Professores têm até 8 de setembro para definir livros didáticos

25 de agosto de 2026
Discriminação e violência contra pessoas LGBTQIA+ são equiparadas ao racismo Foto: Marcello Camargo/ABr)
Dia a Dia

Saiba os canais para denunciar violência contra pessoas LGBTQIA+

5 de agosto de 2026
Abordagem policial de suspeito: projeto de lei estabelece novas diretrizes para ação de agentes de segurança (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Dia a Dia

Nove estados registraram 4.330 mortes por policiais; no AM foram 43

1 de julho de 2026
Variedades

Anitta critica Rodrigo Branco e Lucas Leto debocha de famosos

25 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?