O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Empresas recorrem mais ao crédito e geram menos recursos próprios

12 de julho de 2023 Economia
Compartilhar
Capacidade de fazer caixa diminuiu entre as empresas (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Capacidade de fazer caixa diminuiu entre as empresas (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Por Alexa Salomão, da Folhapress

BRASÍLIA – Levantamento mostra que as principais empresas brasileiras vivem um ambiente adverso. As despesas financeiras com a tomada de crédito, como capital de giro para o negócio se manter, cresceram fortemente, enquanto a geração de caixa, que mede a capacidade de colocar dinheiro para dentro do negócio, vem caindo desde o final do ano passado.

Um raio-X desse problema foi divulgado nesta terça-feira (11) na nota técnica “Riscos de uma crise de crédito e a situação financeira das empresas abertas (II)” produzida pelo Cemec-Fipe (Centro de Estudos de Mercado de Capitais da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). O estudo considera as demonstrações contábeis de mais de 400 companhias listadas na Bolsa brasileira.

Entre os indicadores avaliados está a relação do custo da despesa financeira e a geração de caixa medida pelo Ebitda, sigla em inglês para lucro antes dos descontos com impostos, juros, amortização e depreciação.

“Se essa relação ficar abaixo de 1, significa que a empresa não gera recursos suficientes para pagar as suas obrigações. Se for 1, empata”, explica Carlos Antonio Rocca, coordenador do Cemec-Fipe. “No conjunto, esse indicador vem caindo desde o final de 2021”.

Segundo o levantamento, essa relação chegou a 3,3 no terceiro trimestre daquele ano e fechou o primeiro trimestre deste ano em 1,8.

A taxa de variação anual da despesa financeira, que representa o custo do crédito, chegou a bater em 68,9% no ano passado e ficou em 36,4% no primeiro trimestre deste ano. Segundo Rocca, ela não vai cair enquanto o Banco Central não reduzir a taxa básica de juros.

A taxa de variação do Ebitda, no entanto, que mede o desempenho das companhias, vem caindo desde o final de 2021 e entrou no terreno negativo desde o final do ano passado. Em 2021, o indicador chegou à marca de 46,6%. Fechou o primeiro trimestre deste ano em -7,1%.

Rocca diz que, por causa da recuperação judicial da Americanas, debruçou-se particularmente sobre as empresas de comércio. No conjunto, o indicador Ebitda/Despesa financeira delas ficou em 1,44.

Do total das companhias, a análise mostrou que 13% tiveram indicador abaixo de 1, ou seja, não geraram caixa suficiente para cobrir as despesas financeiras.

Ainda que a economia tenha apresentado bons sinais nos últimos meses e a aprovação do arcabouço fiscal tenha melhorado a perspectiva econômica, Rocca estima que a situação ainda é frágil, e um número maior de empresas tende a registrar piora nos indicadores.

“É difícil reverter imediatamente algo assim”, diz Rocca. “A tendência é de piora desse quadro antes que ocorra uma melhora. Ainda que o Banco Central inicie a redução da taxa básica de juros em agosto, como se espera, o efeito prático demora”.

Segundo Rocca, olhando para trás, uma associação de fatores levou a esse ambiente adverso. No final 2020, com a forte queda da taxa básica de juros e os incentivos do governo para combater o impacto econômico da pandemia, as empresas puderam negociar as dívidas e contrair novos créditos. Na sequência, ao longo de 2021, houve uma forte recuperação da economia. Foi o melhor ano da década para companhias abertas.

Esse quadro mudou a partir de 2021. Os juros começam a subir e a economia começou a ceder. “Ao mesmo tempo, ocorreu aumento das taxas de juros e redução na oferta de crédito”, afirma Rocca.

A taxa de juros média do crédito bancário, por exemplo, que era de 11,6% em dezembro de 2020, passou para 23,8% março deste ano.

A TPB (Taxa Preferencial Brasileira), uma espécie de taxa premium, que os bancos oferecem para empresas de primeira linha, com baixo risco, foi de 8,2% para 15,8% no mesmo período.

No início deste ano, as dificuldades financeiras da Americanas, que atingiram os principais bancos, geraram ainda uma desconfiança no sistema financeiro, o que levou à retração na oferta de recursos e dificultou a rolagem de dívidas em todo o sistema.

Comparando o primeiro trimestre deste ano com o do ano passado, houve uma retração correspondente a 2% do PIB (Produto Interno Bruno) na oferta total de crédito bancário.

“O problema ainda está aí”, diz Rocca. Segundo ele, os dados reforçam a necessidade de renegociação ou reestruturação de dívidas, em um cenário que pode levar a uma continuidade do aumento da inadimplência. “O mercado avalia que neste momento as empresas tentam reestruturar cerca de R$ 100 bilhões em dívidas”.

Notícias relacionadas

Pix proporcionou inclusão financeira da baixa renda, diz presidente do BC

Índice de ESG no futebol mapeará relação com bets e até lixo dos times

Brasil busca investimento chinês para projetos de infraestrutura

Pix enfrenta instabilidade na manhã deste domingo

Prazo do Dívida Zero é ampliado até outubro em Manaus

Assuntos crédito, empréstimos
Cleber Oliveira 12 de julho de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Omar promete mais crédito e preparar comércio para Reforma Tributária

18 de agosto de 2026
MEI
Economia

Programa para renegociar dívidas é prorrogado até o dia 31 de agosto

3 de agosto de 2026
Consumidores em rua comercial de São Paulo: indicadores de desenvolvimento humano melhoraram no Brasil (Foto Marcelo-Camargo-ABr)
Dia a Dia

Programa de renegociação de dívidas é prorrogado até 31 de agosto

2 de agosto de 2026
A lei estabelece que motoristas devem conduzir as pessoas vulneráveis á autoridade policial ou unidade de saúde (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
Economia

BNDES começa a analisar crédito para motoristas de táxi e de aplicativos

19 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?