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Economia

Embraer acumula prejuízo com pandemia e fim de negócio com a Boeing

19 de março de 2021 Economia
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Avião da Embraer: perdas de negócios na pandemia (Foto: Valter Campanato-ABr)
Por Igor Gielow, da Folhapress

SÃO PAULO – Sob forte impacto da pandemia e do fim do negócio com a Boeing, a Embraer fechou 2020 com um prejuízo líquido quase três vezes maior do que em 2019. A perda foi de R$ 3,62 bilhões, ante R$ 1,32 bilhão no ano anterior.

A receita total, contudo, ficou apenas 10% inferior ao de 2019, em R$ 19,6 bilhões, devido a uma recuperação registrada no quarto trimestre da companhia.

Uma série de fatores concorreu para isso: a retomado do ritmo de entrega de aviões, em especial jatos executivos, o câmbio em média 30% mais alto (os produtos são em dólar), cortes de pessoal e operações financeiras. No período, houve um crescimento de receita líquida de 14% em relação ao quarto trimestre de 2019, R$ 9,8 bilhões.

No ano, o Ebit (resultado operacional) foi de R$ 523,7 milhões negativos, enquanto o Ebidta (o resultado retiradas amortizações e impostos), ficou em R$ 437,6 milhões positivos.

A queda abrupta na entrega de aeronaves, a maior da história recente da Embraer, se explica devido à interrupção da demanda de companhias aéreas por causa da Covid-19.

Segundo dados da Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo), o tráfego de passageiros caiu 65,9% em 2020, com previsão de uma retomada desigual, chegando aos níveis pré-crise apenas em 2024.

Com isso, a Embraer entregou 34% a menos aviões no ano passado em relação a 2019, 130 ao todo. A queda foi mais acentuada na aviação comercial, de 51% (44 aeronaves entregues), do que na executiva (56 jatos leves e 30 grandes entregues).

Boa parte disso veio no último trimestre, 28 aviões comerciais e 43 executivos, época em que sazonalmente se concentram entregas no mercado. A recuperação do mercado de jatinhos tem sido mais acentuada em todo o mundo. O outro problema que atingiu a fabricante aeronáutica foi o fim de seu casamento proposto com a gigante americana Boeing.

O namoro havia sido iniciado em 2017, sendo autorizado pelo governo brasileiro, detentor de uma ação especial com poder de veto sobre a ex-estatal brasileira, em 2019.

Durante um ano, equipes trabalharam para destrinchar a divisão de aviação comercial da Embraer para vendê-la para a Boeing, um negócio de US$ 4,2 bilhões (R$ 23 bilhões hoje) no qual os brasileiros ficariam com 20% das ações da nova companhia.

Só que a Boeing foi atingida pela grave crise do modelo 737MAX, seu maior best-seller, que passou quase dois anos proibido de voar por problemas de desenho e de software que geraram dois acidentes com 346 mortos em 2018 e 2019.

Pressionada, a empresa desistiu da compra da Embraer quando ficou claro que a pandemia destroçaria o mercado aéreo mundial. Alegou que os brasileiros não haviam cumprido parte do acordo, o que a Embraer contesta em uma arbitragem sigilosa em curso nos EUA.

Em janeiro de 2020, a empresa brasileira desembolsou R$ 98 milhões e parou sua linha de produção por um mês para fazer os ajustes finais do desacoplamento.

Pelo acerto inicial, a Embraer remanescente focaria em jatos executivos, segurança e defesa, mas tudo isso implicou um intrincado processo de separação de áreas, como a engenharia.

Com o fim do acordo com a Boeing, anunciado pelos americanos em abril, tudo teve de ser refeito. A Embraer está tentando reaver o dinheiro investido, mas o estrago nas contas já antes do advento da pandemia estava feito.

A vida segue dura para os americanos: a maior empresa aeroespacial do mundo teve um prejuízo de astronômicos US$ 11,9 bilhões (R$ 65 bilhões hoje) em 2020. Sua rival europeia Airbus sofreu menos, em termos: EUR 1,13 bilhão (R$ 7,4 bilhões hoje) em perdas no ano.

O céu segue nebuloso. A Embraer afirmou não ser possível fazer estimativas de desempenho para 2021, dadas as incertezas. A ascensão de variantes mais perigosas do novo coronavírus impediu, por exemplo, a recuperação do mercado doméstico no Brasil.

Em janeiro, o movimento de passageiros já havia atingido 79% do nível pré-crise, com a maior taxa de ocupação média de aeronaves dos grandes mercados mundiais: 82%. Em fevereiro, contudo, a curva inverteu e o nível caiu a 52% de antes da pandemia.

O Brasil não é o principal país de operação da Embraer, que é fortíssima nos EUA e na Europa, mas acende um sinal de alerta sobre o efeito das novas variantes sobre a demanda dos passageiros.

Do ponto de vista financeiro, a Embraer reportou uma situação de caixa boa, com R$ 14,3 bilhões, mais do que os R$ 11,2 bilhões de 2019. Sua carteira de pedidos firmes é de US$ 14,4 bilhões (cerca de R$ 80 bilhões nesta sexta).

Contribuíram para isso operações de reversão para a provisão de perda de crédito e o corte de 12,5% de sua força de trabalho, que era de 20 mil pessoas antes da crise. Parte foi demitida (900) e outra parte (1.600), aderiu a um programa de demissão voluntária.

Os custos trabalhistas do processo, R$ 80,3 milhões, foram absorvidos também pela baixa de ativos e da recuperação de valor de sua participação na Republic Airways, holding de empresas regionais americanas que tem a maior frota de aviões da Embraer em operação no mundo.

Por fim, houve notícias promissoras na sua área de Defesa e Segurança. A Hungria tornou-se o segundo país da Otan (aliança militar ocidental), após Portugal, a comprar o cargueiro C-390 – cujo quarto modelo, de 28 encomendados, foi entregue à Força Aérea Brasileira.

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Assuntos Boeing, Embraer, pandemia de coronavírus
Cleber Oliveira 19 de março de 2021
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