O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Valmir Lima

Em país tupiniquim e na barelândia, medalha é o que interessa

21 de novembro de 2017 Valmir Lima
Compartilhar

MANAUS – Sempre que se aproxima o fim de ano, os poderes constituídos (Legislativo, Executivo, Judiciário e afins) escolhem pessoas que “prestaram relevantes serviços à sociedade” para receber medalhas. Sem qualquer consulta popular, escolhem ao bel prazer amigos, amigos dos amigos, parentes e aderentes para presentear com uma condecoração que, de fato, nada representa. Mas satisfaz o ego de quem recebe e de quem a concede. O problema não é distribuir medalhas, mas fazer isso com dinheiro do contribuinte.

Isso me lembra uma história contada por um velho companheiro de profissão lá nos inícios dos anos de 1990: um homem que trabalhava para pessoas importantes queria, também, se sentir importante. Por isso, ao fim de cada serviço, o contratante perguntava: “Você quer receber em dinheiro ou em medalha?” A resposta era sempre a mesma: “Medalha!” O pobre homem não tinha, às vezes, o que comer, mas vestia um paletó em que faltava espaço para novas medalhas.

Imaginem os senhores que se em um país onde as instituições existem para servir à coletividade algum membro de poder se arvoraria a criar uma condecoração como se faz no Brasil? Nos menores municípios a medalha é uma forma de agradar gregos e troianos. Cada vereador, cada deputado, cada dirigente de polícia, cada membro do Poder Judiciário, cada membro dos Tribunais de Contas se sente obrigado a agraciar pessoas que muitas vezes não dão qualquer contribuição social. Até o Ministério Público participa da farra vez por outra.

O Brasil tem uma tradição monárquica arraigada. Vem daí as condecorações. Na Monarquia, todos os que não eram nada queriam reconhecimento das cortes reais. Ser olhado já era motivo de comemoração; ser convidado para uma festa era um prêmio; receber uma condecoração era como fazer parte da nobreza, e quem não desejava ser nobre pelo menos por um instante?

Ainda não acordamos para a realidade. Todos os que sobem os degraus do poder vestem as roupas da nobreza. Há comportamento mais ridículo do que o uso de togas pela magistratura brasileira, pelos membros do Ministério Público e do Tribunais de Contas? Nos parlamentos, os trabalhadores comuns, como jornalistas, são impedidos de adentrar ao plenário se não estiver vestido de terno, uma tradição da monarquia britânica.

Até quando teremos que conviver com isso? Quando iremos evoluir? Quando chegaremos ao nível da Noruega, onde deputado federal tem um cartão para andar de transporte público e ainda é questionado pela população, que considera uma regalia inaceitável?

Precisamos dizer não às medalhas e condecorações inúteis.

Notícias relacionadas

Amazonas é o estado do Norte com mais beneficiários do Gás do Povo

Lei institui obrigação de agressor pagar despesa da vítima de violência doméstica

Eduardo Braga e Alberto Neto lideram disputa para o Senado no Amazonas

Dívidas do Fies somam R$ 1 bilhão no AM; renegociação é pelo Desenrola

Abril foi o mês com menor ocorrência de roubo de celular no AM

Assuntos Amazonas, brasil, Homenagem, Judiciário, Legislativo, medalha, monarquia
Valmir Lima 21 de novembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Gás do Povo fornece vale no valor do botijão de 13 quilos (Foto: Ricardo Botelho/MME)
Dia a Dia

Amazonas é o estado do Norte com mais beneficiários do Gás do Povo

14 de maio de 2026
Vítimas de violência doméstica no Amazonas (Foto: Pixabay)
Dia a Dia

Lei institui obrigação de agressor pagar despesa da vítima de violência doméstica

14 de maio de 2026
Eduardo Braga e Alberto Neto lideram em preferência de voto para o Senado (Fotos: Divulgação)
Política

Eduardo Braga e Alberto Neto lideram disputa para o Senado no Amazonas

14 de maio de 2026
O prazo coA renegociação está disponível para estudantes que firmaram contratos até 2017 (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Dia a Dia

Dívidas do Fies somam R$ 1 bilhão no AM; renegociação é pelo Desenrola

13 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?