O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Em despedida privada, Mandetta falou em ingratidão e risco de colapso

18 de abril de 2020 Política
Compartilhar
Com menção à santa Irmã Dulce dos Pobres, canonizada em 2019, que Luiz Henrique Mandetta começou a se despedir (Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)
Da Folhapress

BRASÍLIA – “Eu agora sou mais um nessa galeria de ex-ministros”, afirmou Luiz Henrique Mandetta a servidores, momentos antes de deixar o prédio do Ministério da Saúde.

A fala se deu em uma cerimônia informal para colocar a foto dele na galeria, no hall do prédio da pasta, depois de ele ter sido exonerado na tarde de quinta-feira, 16, pelo presidente Jair Bolsonaro.

O ex-ministro discursou por dez minutos após ouvir aplausos, cantoria e falas emocionadas de aliados que estiveram com ele durante 1 ano, 3 meses e 16 dias na pasta. A reportagem acompanhou o encontro.

Foi com uma menção à santa Irmã Dulce dos Pobres, canonizada em 2019, que Mandetta começou a se despedir.

Antes, ele pediu que colocassem a imagem da santa baiana atrás da moldura da sua foto que ficará na galeria. Emocionado, quase derrubou o quadro para checar se a imagem estava no lugar.

“Quando fui a Salvador ver o hospital da obra de Irmã Dulce, estava com o prefeito ACM Neto e ele se ajoelhou. Eu decidi ajoelhar também e rezar para que ela iluminasse o país. E disse: ‘Irmã Dulce, se a senhora for santa, vou no Vaticano’. Achei que ia demorar 30 anos e pagar a promessa lá na frente, mas fui. Chegando lá, o que pedi foi: protege o SUS, porque, ao proteger o SUS, a senhora protege muita gente.”

Mandetta usou do exemplo da santa para se referir ao coronavírus e o desafio em implementar medidas de isolamento social –alvo de críticas de Bolsonaro.

“A obra dela era para gente pobre, gente da rua. Tudo o que fizemos aqui foi pensando nos mais humildes. No dia que gente desse ministério me falou como era o ônibus que vinha para cá, o grau de proximidade das pessoas, vamos falar em isolamento social como? O SUS vai pagar a conta de séculos de negligência com o povo mais humilde que é a grande massa trabalhadora desse país”, disse.

“O que é falar para eles: ‘vão trabalhar, porque temos que passar por isso rápido’? Se passar por isso rápido significa estressar muito além do razoável o sistema de saúde.”

Em seguida, Mandetta disse que, caso sejam afrouxadas as recomendações atuais da pasta, o sistema de saúde brasileiro poderá ter reflexos como o da Europa, em que há funcionários que já atendem “com saco de lixo na cabeça”.

“Porque não tem equipamento de proteção individual em quantidade e qualidade que todo mundo quer.”

Em recado indireto a Bolsonaro, que já chegou a comparar a Covid-19 a uma “gripezinha”, Mandetta disse que idosos “não são e nunca serão descartáveis, sob o argumento da economia que for”.

“Não existe ninguém que a gente esteja autorizado a largar para trás. A gente tem que pensar na cracolândia, na favela”, afirmou o ex-ministro.

Ele expressou preocupação com o relaxamento de medidas de isolamento social e pediu a técnicos da pasta que “não tenham medo de andar ao lado da verdade”.

Horas após a demissão, Bolsonaro anunciou que Mandetta seria substituído pelo médico oncologista Nelson Teich, que se declarou alinhado às demandas do presidente.

Embora com aparência firme, o ex-ministro deixou transparecer que sai da pasta com um pouco de ingratidão. “O Padre Antônio Vieira falava: ‘se tudo que fizeres pela pátria, e ela ainda assim lhe for ingrata, não tereis feito mais do que sua obrigação’.”

Em nome dos servidores, o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos, Denizar Vianna, afimou que foi um privilégio trabalhar com Mandetta e que o corpo técnico da pasta poucas vezes teve um ministro tão humanista e que pautava “suas decisões na ciência”.

Vianna, que é próximo de Teich, fez questão de ressaltar os panelaços ocorridos durante o anúncio da demissão de Mandetta feito por Bolsonaro.

“O panelaço comeu solto na sua demissão. Mostrando que a população te apoia”.

O secretário afirmou que, sem as ações de Mandetta, o quadro de mortalidade no país poderia ser maior e que suas entrevistas viraram “a novela do brasileiro”. “Todo mundo queria ouvir o ministro.”

Em outro momento, uma servidora começou a puxar o coro da canção “Timoneiro”, de Paulinho da Viola.

Depois de se despedir, Mandetta saiu pela garagem, nos fundos do prédio. Na portaria, ao menos quatro servidores se despediam de colegas com caixas com objetos pessoais nas mãos. Alguns choravam.

Na despedida, houve uma pequena aglomeração de servidores. Parte deles usava máscara e evitou abraçar o ex-ministro.

Notícias relacionadas

Datafolha registra 40% de intenção de voto para Lula e 31% para Flávio Bolsonaro

Lula disse que vetará disparo em massa de menagens nas eleições, caso Senado aprove

Validação de norma beneficiará criminosos, afirma autor da Lei da Ficha Limpa

André Mendonça vai julgar ações sobre propaganda na campanha eleitoral

Fausto Júnior retira apoio ao adiamento do fim da escala 6×1 para 2036

Assuntos Luiz Henrique Mandetta, Ministério da Saúde, SUS
Redação 18 de abril de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (Foto: Wallison Breno/PR)
Saúde

Governo anuncia R$ 2,2 bilhões para tratamentos contra o câncer pelo SUS

15 de maio de 2026
Dia a Dia

Amazonas receberá 65 veículos para transporte de pacientes do SUS

5 de maio de 2026
Vacina é a melhor forma de prevenção contra a doença (Foto: Altemar Alcântara/Semcom)
Saúde

Ministério da Saúde lança vacinação para quem vai à Copa do Mundo

30 de abril de 2026
Amamentação é benéfica para a mãe e o bebê (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Saúde

Manaus atinge 97,8% de amamentação exclusiva de bebês

22 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?