O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
>Dia a Dia

Diretora diz que Fucapi fechará em cinco meses caso Justiça não tome decisão

29 de abril de 2019 >Dia a Dia
Compartilhar
Fucapi Manaus
Fucapi enfrenta imbróglio jurídico há um ano (Foto: Divulgação/Fucapi)
Da Redação

MANAUS – A presidente da Fucapi (Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica), Isa Assef dos Santos, afirmou que a instituição pode paralisar as atividades em cinco meses caso a Justiça do Amazonas não julgue o mérito da Ação Civil Pública ajuizada pelo MP-AM (Ministério Público do Estado do Amazonas) em abril do ano passado.

A ação pede o bloqueio de bens no valor de R$ 150 milhões de membros do conselho diretor da Fucapi e a nomeação de um interventor até a regularização da instituição. De acordo com a ACP (Ação Civil Pública), o interventor irá apurar a real situação financeira da Fucapi, a possibilidade de continuação de suas atividades, com a entrada de um novo mantenedor ou o pedido de recuperação judicial, e a responsabilidade dos membros do Conselho Diretor nos dados patrimoniais sofridos pela fundação.

A informação foi repassada por Isa Assef dos Santos à promotora de Justiça Kátia Maria de Oliveira em reunião na última sexta-feira, 26. Segundo a diretora da Fucapi, a instituição não está conseguindo pagar em dia todos os salários dos professores e, se permanecer sem decisão da Justiça, a situação se agravará nos próximos meses.

Para o presidente do Cieam (Centro das Indústrias do Estado do Amazonas), Wilson Périco, que compõe o conselho diretor da instituição, a situação da Fucapi é “ruim e complicada”. Segundo ele, “a solução é passar por algumas medidas que a Justiça tem que acatar”.

Caso de Justiça Federal

No dia 23 de outubro de 2018, a juíza Mônica Cristina do Carmo determinou o envio do processo à Seção Judiciária do Amazonas entendendo que havia interesse da União no processo porque a Fucapi é beneficiária de recursos do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) e do Prouni, que são programas do Ministério da Educação.

A juíza também sustentou que a Fucapi é uma entidade sem fins lucrativos que presta apoio técnico e científico às indústrias instaladas na Zona Franca de Manaus, desenvolvendo atividades de pesquisa que beneficiem as empresas. Para a magistrada, “há uma intrínseca relação com a Suframa, novamente indicando o interesse da União”.

A Fucapi recorreu da decisão, mas o pedido foi negado no dia 4 de fevereiro deste ano e a ação foi arquivada provisoriamente na Justiça Estadual no último dia 3 de abril.

Imbróglio jurídico

O imbróglio jurídico completou um ano no último dia 6 de abril, na Justiça Estadual. Antes de ajuizar a ACP (Ação Civil Pública) contra membros do conselho diretor da Fucapi, em janeiro de 2018, o MP-AM já havia denunciado a falência da instituição e anunciado que recorreria à Justiça para impedir a entrada de novos alunos.

Na ocasião, a promotora Kátia Maria de Oliveira afirmou que o fim dos convênios da Fucapi com a Suframa e a Infraero resultou no acúmulo de dívidas de ordem trabalhista, salários atrasados e dívidas com o fisco municipal. Segundo a promotora, a Fucapi estava sem fluxo de caixa e com dívidas que superavam R$ 170 milhões.

Azione

Uma das medidas anunciadas pelo conselho diretor da Fucapi para evitar a falência foi ceder a área educacional à empresa Azione Educação, que assumiu a direção no dia 16 abril de 2018 com a perspectiva de investir U$ 10 milhões na instituição. A decisão, no entanto, foi reprovada pelo MP-AM, que alegou encontrar irregularidades no acordo firmado entre a instituição e a empresa.

A Azione permaneceu à frente das atividades da Fucapi por pouco mais de um mês, mas enfrentou sanções por parte do conselho diretor e do MP-AM. A primeira foi a recomendação do MP-AM para que nenhum órgão público do Estado firmasse acordo com a Fucapi ou a Azione, pois a instituição se encontrava em “situação irregular”.

Em seguida, o conselho diretor da Fucapi vetou o acesso ao Datacenter (sistema que emite boletos e certificados) da instituição pela Azione após a empresa não pagar o valor de R$ 300 mil referente ao aluguel dos prédios e nem as contas de água, luz e internet. A empresa recorreu à Justiça para ter acesso, mas o pedido foi negado.

No dia 7 de junho de 2018, funcionários da Azione foram expulsos das instalações da Fucapi por seguranças armados e acompanhados de ex-gestores da instituição. O conselho decidiu criar uma comissão para gerenciar temporariamente a fundação. À época, o diretor da Fucapi, Miguel Figlioulo, disse que a Azione havia deixado dívida de R$ 950 mil.

Após reunião com membros do MP-AM, representantes da Azione Educação e o conselho diretor da Fucapi, decidiu-se suspender a ACP ajuizada pelo MP-AM para que o próprio conselho realizasse uma auditoria interna na instituição.

Federalização da Fucapi

No dia 23 de julho de 2018, o então procurador-geral de Justiça, Fábio Monteiro, e a promotora Kátia Maria Oliveira se reuniram com o então ministro da Educação, Rossieli Soares, e representantes da Suframa para discutir a possível federalização da Fucapi. No entanto, a ideia não prosperou.

A reportagem tentou ouvir a presidente da Fucapi, Iza Assef dos Santos, mas ela não respondeu aos pedidos de informação.

Notícias relacionadas

Pandemia no AM: Justiça nega indenização coletiva contra hospitais

Fiesp alega na Justiça que benefício da ZFM pode tirar indústrias de outros estados

Defesa diz que PIX de R$ 210 mil a servidor do TJAM foi doação na pandemia

MPAM investiga contrato do lixo prorrogado sem licitação até 2035

MP denuncia 16 implicados na Operação Erga Omnes no Amazonas

Assuntos Azione Educação, Fucapi, Justiça Federal, MP-AM, suframa
Felipe Campinas 29 de abril de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
2 Comments
  • JANILDO ALVES disse:
    30 de abril de 2019 às 09:47

    OLA A CULPADA DE TUDO ISSO E A SENHORA DOUTORA ISA E SEU CONSELHO QUE NUNCA FIZERAM NADA PELA FUCAPI A SENHORA ERA DIRETORA DA BETA E A EMPRESA TAMBEM FALIU NA SUA GESTÃO AGORA SERÁ A FUCAPI, AGORA A SENHORA QUE RESPOSTA DA JUSTIÇA MAS NAO FOI A SENHORA QUE DISSE QUE IA ACABAR COM OS PARASITAS DA FUCAPI E A SENHORA E A PRIMEIRA PARASITA POIS AGORA TERA QUE TOMAR ESSA TRISTE DECISÃO, ENQUANTO ISSO EU AGUARDO PRA RECEBER MEUS DIREITOS TRABALHISTAS QUE JA GANHEI NA JUSTIÇA MAS A SENHORA FICA RECORRENDO PARABENS DOUTORA ISA ASSEF POR ACABAR COM UMA INSTITUIÇAO TAO QUERIDA PELO NOSSO ESTADO QUE A FUCAPI COMO A SENHORA COLOCA NO CONTRA CHEQUE FUCAPI 37 ANOS A AMAZONIA EM BOAS MÃOS MAS NAS SUAS MÃOS E NA SUA DIREÇÃO SE TORNARAM UM PESADELO. PARABENS DOUTORA ISA BELA GESTÃO A SUA CHEIA DE TRANSPARENCIA.

    Responder
  • Anônimo disse:
    30 de abril de 2019 às 14:53

    Reflexo de uma gestão que protegia seu “pupilos” é um conselho diretor que só mamava nas tetas de uma instituição que muito podia ter feito pelo estado. Onde está Sr. Miguel Giovani, que comandou a gestão financeira desta instituição por décadas? Onde está Sr. Plinio Ivan Pessoa, Coordenador da CGORF por um bom tempo e que foi parceiro de Miguel Giovani e demais parceiros da Fucapi? Vasculhem a vida destes e irão descobrir como uma instituição como a Fucapi pode chegar onde chegou.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Pandemia no AM: Justiça nega indenização coletiva contra hospitais

19 de maio de 2026
suframa
Economia

Fiesp alega na Justiça que benefício da ZFM pode tirar indústrias de outros estados

19 de maio de 2026
Dia a Dia

Defesa diz que PIX de R$ 210 mil a servidor do TJAM foi doação na pandemia

14 de maio de 2026
coleta de lixo semulsp
Dia a Dia

MPAM investiga contrato do lixo prorrogado sem licitação até 2035

14 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?