O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Diretor da PPSA defende atratividade do País para investimento em óleo e gás

28 de agosto de 2015 Economia
Compartilhar
A Petrobras não reconhece os poços da Bacia de Campos como único
Durante o seminário Perspectivas para o pré-sal, o diretor defendeu a atratividade do País para investimentos no setor de óleo e gás. “Pré-sal com toda sua potencialidade precisa de muitos investimentos e precisa atrair esses investimentos não só no País”, afirmou (Foto: Divulgação)

RIO DE JANEIRO – O diretor da Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA), Oswaldo Pedrosa, afirmou nesta sexta-feira, 28, em seminário no Rio de Janeiro, que a União poderá ter direito a reservas estimadas entre 1,8 bilhão e 2,3 bilhões de barris de óleo equivalente com os atuais acordos de unitização em curso. São 11 processos em curso, articulados entre a PPSA e as empresas consorciadas para, em seguida, serem encaminhado à Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Durante o seminário Perspectivas para o pré-sal, o diretor defendeu a atratividade do País para investimentos no setor de óleo e gás. “Pré-sal com toda sua potencialidade precisa de muitos investimentos e precisa atrair esses investimentos não só no País”, afirmou.

“O investimento externo vai para onde existem dois fatores: potencial petrolífero da província e a estabilidade institucional do país hospedeiro, que passa por questões de geopolítica e também diz respeito às regras claras, transparentes e estáveis. Reconhecimento de direito de contratos e regulamentação que seja aderente às melhores práticas da indústria. Nós temos esses ingredientes para atrair investimentos com o regime adotado no País”, afirmou Pedrosa.

Queda de preço

No mesmo evento, o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Jorge Camargo, avaliou que a crise vivida pela indústria de petróleo não é transitória. “Vivemos o fim de um ciclo”, disse o executivo. Camargo afirmou ainda que a crise aqui tem como “epicentro” a Petrobras, mas tem “efeito devastador” sobre toda a indústria.

“Não é um momento transitório de curto prazo. Poucas empresas estão trabalhando com a hipótese de aguentar firme que o preço vai voltar. Está se formando um consenso de que as variáveis mudaram. Empresas fazem seus orçamentos para 2016 e avaliam seus projetos com valores na faixa de 50/55 dólares por barril. É um novo paradigma”, afirmou o executivo.

Camargo avalia ainda que a situação no Brasil é mais delicada, em função dos problemas vividos pela Petrobras. “Se temos uma tempestade em terra, o epicentro é a Petrobras, com efeito devastador sobre toda a cadeia.” Para ele, o momento é de transição em toda a indústria. “Estamos vivendo o fim de um ciclo e início de outro. É difícil enxergar com o nevoeiro que a transição provoca”, completou.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Prospera Amazônia financiará negócios em 9 municípios do AM

Governo lança Plano Nacional de Mineração com 5 metas estratégicas

Vice-governador diz que é equivocada análise sobre PIS/Cofins na ZFM

Itamaraty rebate acusações dos EUA, contesta tarifas e defende o Pix

Governo pagará R$ 874,5 milhões a pescadores artesanais no dia 7 de julho

Assuntos Amazonas Atual, futuro, Investimento, leilão, Petrobras, união
Valmir Lima 28 de agosto de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Governo retira subsídio de R$ 0,35 por litro do diesel a partir desta quarta

30 de junho de 2026
Petrobras
Economia

BNDES e Petrobras firmam parceria para explorar minerais críticos

22 de junho de 2026
Polo Urucu de produção de petróleo e gás em Coari (AM): ampliação da produção (Foto: Ag. Petrobras)
Economia

Cresce mercado de petróleo no Norte, mas formação profissional é escassa

20 de junho de 2026
Virando o Jogo

Wellness: o presente – futuro

19 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?