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Economia

Diretor da PPSA defende atratividade do País para investimento em óleo e gás

28 de agosto de 2015 Economia
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A Petrobras não reconhece os poços da Bacia de Campos como único
Durante o seminário Perspectivas para o pré-sal, o diretor defendeu a atratividade do País para investimentos no setor de óleo e gás. “Pré-sal com toda sua potencialidade precisa de muitos investimentos e precisa atrair esses investimentos não só no País”, afirmou (Foto: Divulgação)

RIO DE JANEIRO – O diretor da Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA), Oswaldo Pedrosa, afirmou nesta sexta-feira, 28, em seminário no Rio de Janeiro, que a União poderá ter direito a reservas estimadas entre 1,8 bilhão e 2,3 bilhões de barris de óleo equivalente com os atuais acordos de unitização em curso. São 11 processos em curso, articulados entre a PPSA e as empresas consorciadas para, em seguida, serem encaminhado à Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Durante o seminário Perspectivas para o pré-sal, o diretor defendeu a atratividade do País para investimentos no setor de óleo e gás. “Pré-sal com toda sua potencialidade precisa de muitos investimentos e precisa atrair esses investimentos não só no País”, afirmou.

“O investimento externo vai para onde existem dois fatores: potencial petrolífero da província e a estabilidade institucional do país hospedeiro, que passa por questões de geopolítica e também diz respeito às regras claras, transparentes e estáveis. Reconhecimento de direito de contratos e regulamentação que seja aderente às melhores práticas da indústria. Nós temos esses ingredientes para atrair investimentos com o regime adotado no País”, afirmou Pedrosa.

Queda de preço

No mesmo evento, o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo (IBP), Jorge Camargo, avaliou que a crise vivida pela indústria de petróleo não é transitória. “Vivemos o fim de um ciclo”, disse o executivo. Camargo afirmou ainda que a crise aqui tem como “epicentro” a Petrobras, mas tem “efeito devastador” sobre toda a indústria.

“Não é um momento transitório de curto prazo. Poucas empresas estão trabalhando com a hipótese de aguentar firme que o preço vai voltar. Está se formando um consenso de que as variáveis mudaram. Empresas fazem seus orçamentos para 2016 e avaliam seus projetos com valores na faixa de 50/55 dólares por barril. É um novo paradigma”, afirmou o executivo.

Camargo avalia ainda que a situação no Brasil é mais delicada, em função dos problemas vividos pela Petrobras. “Se temos uma tempestade em terra, o epicentro é a Petrobras, com efeito devastador sobre toda a cadeia.” Para ele, o momento é de transição em toda a indústria. “Estamos vivendo o fim de um ciclo e início de outro. É difícil enxergar com o nevoeiro que a transição provoca”, completou.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

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Assuntos Amazonas Atual, futuro, Investimento, leilão, Petrobras, união
Valmir Lima 28 de agosto de 2015
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