O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Pontes Filho

Desafios à segurança pública – parte 13

8 de julho de 2019 Pontes Filho
Compartilhar

Violência organizada

A violência potencializa seus impactos quando organizada. Torna-se mais viciosa sistemicamente, venal e perigosamente mais ‘lucrativa’. A violência organizada, legítima ou não-legítima, constituiu-se, sobretudo a partir do século XX, num grande e lucrativo negócio, muito difícil de frear e praticamente impossível de combater apenas com o modelo repressivo policial-judicial e milionárias campanhas publicitárias para manipular a sociedade.

A violência legítima, aquela praticada com a tolerância ou conivência da sociedade, inclusive com respaldo de regra jurídicas, apresenta-se em franca expansão, em especial sob a forma de produtos, serviços e entretenimentos. Basta verificar a massa de adeptos entusiasmados que o “pão e circo” de certas competições pseudo-esportivas reúne. Associadas a isso, estão certas práticas eivadas de violência psicológica, violência física, violência verbal, exacerbação química etc.

A propósito, a violência simbólica está organizada, também sob o manto da legitimidade conferida pelo direito, em blogs e sites na internet, em certos produtos de mídias sociais e programações em veículos de comunicação de massa.

Fundamental ainda lembrar que a violência do poder político praticada pelo Estado, seja por meio de seus poderes, órgãos e funções (legislativo, executivo, judiciário, polícias, ministério público e qualquer outra instituição ou organismo), somente é legítima quando executada de acordo com a lei para defender a vida, a integridade, a liberdade e a dignidade humana, inclusive na assistência e proteção aos mais vulneráveis socialmente e às vítimas de condutas criminosas.

Inexiste contemporaneamente legitimidade para que o Estado e o governo, conforme as regras de direito internacional, e em muitos países no próprio direito interno, permita que a população definhe e morra nas periferias e nos corredores de hospitais, não ofereça programas e ações de socialização para convivência segura e digna, não oportunize educação de qualidade às pessoas, não combata a corrupção, o saque e o desvio de recursos públicos, Não há legitimidade ao poder estatal que responda aos protestos do povo por seus direitos com repressão policial e lavagem cerebral por meio de caras peças publicitárias. Essas formas violências organizadas a partir dos artifícios legais e oficiais são inteiramente ilegítimas e abusivas, muito embora se tente persuadir massivamente do contrário.

A condução a uma função ou cargo público, por via eletiva ou por via de concurso público, não é uma procuração em branco que confere legitimidade para que o gestor, funcionário público ou representante eleito proceda como bem entenda ou atue sem o necessário comprometimento para com a superação da violência, da corrupção e das ineficácias institucionais no enfrentamento dos dramas, dos problemas e das injustiças da realidade social.

É compromisso de quem exerce ou ocupa cargo público ou na administração pública atuar na perspectiva de liberdade, justiça, segurança, cidadania condizente com a dignidade humana. Só é autoridade quem age dentro da lei, de pleno acordo com ela, pois é a lei quem confere o alcance das atribuições, poderes e legitimidade da autoridade que constituí. Quando se age fora da lei, estando investido por ela para exercício de alguma autoridade, perde-se a mesma. Por isso todos os atos ilegais e abusivos são nulos ou anuláveis, podendo ser questionados.

Em meio às atuais formas de violência organizada, é essencial nortear as ações sociais e intervenções institucionais para que concorram com o tratamento e superação da violência não-legítima e ilegítimas. Por mais que se busque combater repressivamente a violência não-legítima, aquela que consiste na delinquência da economia do crime e das organizações criminosas, sem uma efetiva revisão do Estado e de sua relação com a sociedade, reformando seus poderes e instituições, muito dificilmente se poderá alcançar resultados concretos e duradouros no combate à lucrativa máquina da violência organizada e seus associados.


Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

Notícias relacionadas

Em um mês, 4,1 toneladas de drogas são apreendidas no Amazonas

Pesquisa: violência contra a mulher é o problema de segurança mais grave no país

Justiça converte em preventiva prisão de dupla detida com drogas em Itapiranga

De olho em você; câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública

Secretário pede mais investimento para ampliar combate ao crime no AM

Assuntos Pontes Filho, segurança pública
Redação 8 de julho de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Em um mês, 4,1 toneladas de drogas são apreendidas no Amazonas

14 de junho de 2026
Basta mostrar um X vermelho na palma da mão para que o atendente ou o farmacêutico acione a polícia e encaminhe o acolhimento da vítima (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Pesquisa: violência contra a mulher é o problema de segurança mais grave no país

1 de junho de 2026
Polícia

Justiça converte em preventiva prisão de dupla detida com drogas em Itapiranga

25 de maio de 2026
Câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública, afirmam especialistas (Imagem i8lustrativa gerada por IA/Meta)
Dia a Dia

De olho em você; câmeras vigiam, mas não proporcionam segurança pública

24 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?