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Dia a Dia

Advogados dizem que não há prova que ligue donos do Vitória à morte de sargento

27 de setembro de 2021 Dia a Dia
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jordana e joabson
Joabson Gomes e Jordana Freire são investigados pela morte de Lucas Ramon (Foto: Reprodução)
Da Redação

MANAUS – A defesa do empresário Joabson Agostinho Gomes, e da esposa dele, Jordana Azevedo Freire, donos da rede de supermercados Vitória, afirma que não há nenhuma evidência que ligue diretamente o casal ao homicídio do sargento do Exército Brasileiro Lucas Ramon Silva Guimarães, de 29 anos.

O casal, que está preso, é investigado pela morte de Lucas Ramon em 1º de setembro deste ano. Um indivíduo, ainda não identificado, em uma motocicleta, disparou três tiros contra o sargento na cafeteria de sua propriedade, Mizes Café, no bairro Praça 14, zona sul de Manaus.

Em nota, seis advogados informam que não foi produzida nenhuma prova material que ligue Joabson ou Jordana ou qualquer pessoa que tenha se relacionado com eles à execução da vítima.

“Nada, absolutamente nenhum vestígio ou evidência consegue atrelar diretamente nenhum dos investigados ao fatídico dia em que a vítima Lucas veio a ser cruelmente morta, conforme destacou a própria autoridade policial na entrevista coletiva dada à imprensa local no último dia 21.09.2021”, dizem os advogados.

A defesa alega que as investigações recaem sobre Joabson única e exclusivamente pela suspeita de que a esposa dele tivesse mantido um relacionamento extraconjugal com Lucas Ramon.

Leia também: Delegada diz que sargento morto tinha caso com mulher de dono do supermercado Vitória

lucas ramon guimaraes
Lucas Ramon Silva Guimarães, de 29 anos, foi morto em 1º de setembro deste ano (Foto: Divulgação)

Na nota, os advogados afirmam que detalhes mais específicos da investigação, que não podem ser revelados por conta do segredo de justiça, demonstram a ausência de qualquer relação ou contato, ainda que eventual, entre Joabson e Lucas, nem mesmo por outra pessoa.

Em entrevista coletiva no último dia 21 de setembro, a delegada Marna de Miranda, da DEHS (Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros), afirmou que Lucas tinha uma gráfica que foi contratada para prestar serviços à rede de supermercados. A partir disso, ele conheceu Jordana com quem manteve um relacionamento desde dezembro de 2020.

“O Lucas possuía uma empresa, uma gráfica, que através de contatos de amigos e clientes ele passou a prestar serviços para o supermercado Vitória. Mas no trato com o Joabson, que segundo a vítima era uma pessoa muito rude e grossa, ele não mais queria fazer esse tipo de serviço com o Joabson. E foi aí que entrou a Jordana e passou a ter contato direto com o Lucas”, disse Miranda.

Para os advogados, a linha de investigação apenas aponta uma pessoa com possíveis motivos para cometer alguma represália contra a vítima, tendo em vista a suspeita de uma traição.

Na entrevista, Marna de Miranda afirmou que Joabson descobriu a traição pelo celular da esposa e a partir disso o sargento começou a ser ameaçado. A delegada informou ainda que a linha de investigação é que a morte de Lucas foi encomendada.

Leia também: Advogado diz que dono do Vitória e esposa sentiram ‘desespero momentâneo’ e não fugiram

Os advogados consideram a prisão de Jordana Freire como “medida absolutamente ilógica”, pois, segundo eles, a esposa do empresário nunca foi tratada na investigação até o momento como possível autora, mandante ou cúmplice da morte de Lucas. “A defesa vê com absoluta perplexidade a conversão de uma possível testemunha do fato em eventual sujeito ativo do crime sem qualquer justificativa probatória legítima para tanto.”, dizem na nota.

Os advogados também criticam a prisão do casal. Eles alegam que além de não haver provas que liguem diretamente Joabson e Jordana ao homicídio, a esta altura, a prisão cautelar não se justifica mais, pois já foram colhidas todas as provas de interesse da investigação.

Leia também: Juíza de audiências de custódia decide manter preso o casal dono do supermercado Vitória

“A prisão cautelar – notadamente a custódia temporária – não pode se converter em uma espécie de antecipação de pena, expiação pública ou de assassinato de reputações. Muito pelo contrário, há de ser sempre concretamente justificada e perdurar enquanto os fundamentos de sua decretação se fizerem presentes”, argumentam.

Leia a nota na íntegra AQUI.

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Assuntos Defesa, destaque, Joabson Gomes, Jordana Freire, lucas ramon
Redação 27 de setembro de 2021
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