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Expressão

Decreto de restrição do comércio começa a ser desobedecido em Manaus

13 de fevereiro de 2021 Expressão
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Rua do Comércio, no Parque 10
Comerciantes começam a pressionar o governo por maior abertura das atividades em Manaus (Foto: Marcio James/Semcom)
EDITORIAL

MANAUS – A segunda semana de fevereiro termina com uma série de estabelecimentos comerciais em Manaus desobedecendo as normas de restrição estabelecidas no decreto governamental para combater a pandemia de Covid-19.

Desde os decretos mais severos editados em janeiro, no momento mais crítico da saúde na capital, alguns comerciantes desafiavam as autoridades e faziam atendimentos de clientes de forma clandestina, permitindo a entrada nos estabelecimentos de pessoas dispostas a também burlar o decreto.

Nesta semana, que se encerra neste sábado, a desobediência já começou a aparecer mais nitidamente, aos olhos de quem quisesse ver. Lojas de materiais de construção nos bairros passaram a trabalhar de portas abertas, atendendo a clientela normalmente.

Oficinas mecânicas, que só a partir de segunda-feira, 15, poderão reabrir as portas, também vinham trabalhando normalmente, desde os primeiros decretos e mais escancaradamente nesta semana.

Nos bairros também já era possível encontrar restaurantes de portas abertas, servindo refeição nas mesas, o que também está proibido e continuará assim mesmo com o novo decreto anunciado neste sábado.

Grandes lojas do ramo de material de construção e elétrico, passaram a atender por uma porta lateral, colocando clientes para dentro, tanto quantos chegavam aos estabelecimentos. Em outros casos, a entrada era combinada via aplicativo que deveria servir para atendimento.

Essa desobediência é um indicativo de que parte da população, principalmente os empresários e trabalhadores do comércio, está no limite. E quem esperava uma abertura maior da economia a partir de segunda-feira, 15, se frustrou com o anúncio do governador Wilson Lima, neste sábado.

Nos comentários da live em que as novas medidas foram anunciadas, houve muita reclamação.

O governo, de novo, no combate à pandemia, está entre a cruz e a espada, como já dissemos em editorial do dia 27 de dezembro de 2020, quando o comércio reagiu a outro decreto que fechava os estabelecimentos na semana que antecedeu o Ano Novo.

Naquela ocasião havia uma onda de crescimento dos casos e mortes por Covid-19 na capital, e o resultado veio logo em seguida, com um janeiro que entrou para a história como o de maior letalidade do coronavírus na capital amazonense.

Agora, há um movimento contrário, de queda nos números. Preocupa, no entanto, o fato de que essa queda ainda não é suficiente para a reabertura total da economia, mas já são suficientes para deixar a população com menos medo e para aumentar a pressão sobre quem decide.

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Assuntos Covid-19, Covid-19 em Manaus, decreto estadual, reabertura do comércio
Valmir Lima 13 de fevereiro de 2021
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7 Comments
  • Rodrigo Walter disse:
    13 de fevereiro de 2021 às 17:13

    Por causa desse povo quadrúpede é que os hospitais e cemitério estão lotados!
    Nojo de ter nascido nesta terra.

    Responder
    • Anônimo disse:
      14 de fevereiro de 2021 às 10:36

      Você é empresário ou empregado do comércio?
      Ou é funcionário público?
      Você não sabe o que é ter a tua empresa fechada ou teu emprego tomado por uma atitude arbitrária sem fundamento científico, por isso que você fala isso.
      Quadrúpede é você que só pensa (se é que pensa) no próprio umbigo.

      Responder
  • Jair Castro Moreira disse:
    13 de fevereiro de 2021 às 17:58

    E as academias que são essenciais a saúde, continuam fechadas, os profissionais passando necessidades financeiras, sem ter a quem recorrer. Vergonha desse governador

    Responder
  • Zeni Rosa disse:
    13 de fevereiro de 2021 às 20:24

    Se os comércios não abrirem quem vai pagar a conta?
    Quem dará a cesta básica para a família que tá parada sem renda?
    O governo ou a prefeitura?
    Quem vai pagar a luz e água?
    O leite das crianças?

    Responder
  • Nardi disse:
    14 de fevereiro de 2021 às 07:16

    Sobre o secreto, eu acho certo o que o governo vêm adotando, mas me digam porque só os estabelecimentos pequenos que pega covid19… Quer dizer que o Carrefour , baratão, Assaí e outros estabelecimentos não pegam kkkk… Brincadeira, meus amigos esses supermercados estão lotados, e mais no supermercado não têm só alimentação, não, eles têm eletrodomésticos e muito mais, iai ninguém vê isso… Então deveriam ser vendidos só alimentação e pronto, aí sim séria um combate contra esse vírus…

    Responder
  • Kelly disse:
    14 de fevereiro de 2021 às 13:12

    O melhor de tudo são os comentários…
    A falta de amor pelo próximo…
    Explícita,
    Não somos obrigados a concordamos uns com os outros…
    Deixa !!!
    QUE cada pessoa decida o que é melhor para si….
    Se o comércio abrir ou não…
    Vc decide se sai da sua casa ou não…
    Vc não é obrigado a ir lá…
    Fica em casa…..Quem quer fica!
    Somos livres pra pensar e agir da forma que julgamos o melhor para nós mesmo..
    Graça e paz a todos!!!
    A paz do senhor …
    A verdadeira paz!!!🙌

    Responder
  • R.C. disse:
    14 de fevereiro de 2021 às 18:22

    Nessa reportagem, vocês colocaram uma foto que parece ser da Rua do Comércio no Parque 10. E eu lhes digo que essa Rua foi uma das mais perseguidas pela Polícia Militar. Minha mulher tem uma loja nessa rua comercial e lhes afirmo categoricamente, que os comerciantes de lá, embora a maioria esteja quebrada, obedeceram esse Decreto absurdo que só serviu pra quebrar de vez os comerciantes. De quê adianta fechar os comércios e diminuir a frota de ônibus e os usuários andarem em um transporte coletivo abarrotado de gente, uns contaminando os outros?

    Responder

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