O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Expressão

Governo do Amazonas entre a cruz e a espada

27 de dezembro de 2020 Expressão
Compartilhar
delphina aziz
Com o avanço da Covid-19 nos últimos dias, a rede hospitalar em Manaus está chegando no limite (Foto: Rodrigo Santos/Susam)

MANAUS – O avanço da Covid-19 coloca o Governo do Amazonas entre a cruz e a espada. E o decreto que restringiu o funcionamento do comércio em Manaus, editado no dia 23 que passou a ter efeito no sábado, 26, foi uma prova dessa assertiva.

A grande preocupação na capital é com o estrangulamento do sistema de saúde. Os leitos estão praticamente lotados e o horizonte é uma zona cinzenta que indica uma situação bem parecida com o que ocorreu entre os meses de abril e maio, quando pessoas morriam nas portas dos hospitais.

O mais preocupante é que a capacidade instalada de leitos clínicos e de UTI agora é mais do que o dobro do que a capital tinha no começo da pandemia. Mesmo assim, a demanda por internações está deixando os hospitais no limite.

Outro agravante: nas festividades de Natal, o relaxamento das pessoas em relação à proteção contra o vírus foi generalizado, o que deve estourar o número de casos de pessoas com necessidade de hospitalização nos próximos dias.

Diante desse quadro, o governo editou um decreto fechando a maior parte do comércio no período em que os comerciantes apostavam numa recuperação do ano perdido. Houve revolta, houve protestos, houve aglomeração, houve desgaste.

Há informações de que os próprios empresários representantes de classe que participaram das reuniões em que o decreto foi formatado e concordaram com as regras, pressionados por seus pares, recuaram e passaram a atacar o governo nas redes sociais e nas ruas, com os manifestantes.

A reunião de sábado à noite, no dia 26, serviu para recolocar os pingos nos ‘Is’, mas também para dividir responsabilidades. Os comerciantes vão assinar um Termo de Ajustamento de Conduta, cujo teor ainda será fechado.

Certamente haverá aumento de casos de Covid-19. Essa é a previsão das autoridades sanitárias do Estado. Certamente não haverá leito para todos os que vão precisar de internações. Certamente mais pessoas vão morrer.

Não significa que a culpa vai ser do comercio, do setor de serviços e entretenimento. Se impedir o funcionamento desses serviços por um período é uma medida amarga demais, é preciso que cada um faça a sua parte, principalmente evitando aglomerações. E aí se incluem os cidadãos e cidadãs.

As festividades de Ano Novo não podem se transformar em uma ponte para a morte. É preciso preservar a vida.

Essa é a opinião do ATUAL.

Notícias relacionadas

Roberto Cidade muda slogan do governo para ‘A força da nossa gente’

Conversas de Lula e de Flávio com Vorcaro são incomparáveis

Pandemia reduziu expectativa de vida no AM em 5,8 anos, aponta estudo

Governo envia à Aleam projeto para alterar lei de doação de terreno à igreja

‘Temos que fazer com que saibam quem foram os responsáveis’, diz Lula sobre mortes por Covid

Assuntos coronavirus, Covid-19, fechamento do comercio, Governo do Amazonas, internações, reabertura do comércio
Valmir Lima 27 de dezembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Governador Roberto Cidade adota slogan para aproximar governo da população (Foto: Secom/Divulgação)
Política

Roberto Cidade muda slogan do governo para ‘A força da nossa gente’

20 de maio de 2026
entrerros covid-19
Dia a Dia

Pandemia reduziu expectativa de vida no AM em 5,8 anos, aponta estudo

16 de maio de 2026
Governo do Amazonas quer transferir aposetados de regime (Foto: Divulgação)
Política

Governo envia à Aleam projeto para alterar lei de doação de terreno à igreja

12 de maio de 2026
Política

‘Temos que fazer com que saibam quem foram os responsáveis’, diz Lula sobre mortes por Covid

11 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?