O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Eletrobras: decisão deve acelerar privatizações

31 de julho de 2016 Economia
Compartilhar
A Eletrobras Amazonas Energia é uma das empresas mais deficitárias do grupo (Foto: Reprodução)
A Eletrobras Amazonas Energia é uma das empresas mais deficitárias do grupo (Foto: Reprodução)

BRASÍLIA – A decisão dos acionistas da Eletrobras de não renovar as concessões de suas seis distribuidoras de energia no Norte e Nordeste deve acelerar a venda dessas empresas e ao mesmo tempo garantir um movimento mais rápido de recuperação econômico-financeira da estatal, na avaliação de especialistas e analistas ouvidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.

“Foi uma decisão histórica e pautada em uma análise econômica”, disse o professor Nivalde de Castro, coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da UFRJ, a respeito do resultado da Assembleia Extraordinária de Acionistas realizada na última sexta-feira (22). “Foi uma decisão mais racional do que fazer o aporte de R$ 8 bilhões”, acrescentou.

Ele lembrou que o segmento de distribuição – no qual a Eletrobras deve deixar de operar com a venda das distribuidoras – “é uma fonte perpétua de prejuízo, motivada, na origem, pela incapacidade de gestão eficiente por conta da interferência político-partidária, em nível federal ou estadual”, disse.

Também para o analista da Haitong, Sergio Tamashiro, a decisão mostrou ainda uma mudança de foco do comando da companhia, deixando para trás uma agenda de governo para olhar o que é melhor para a empresa. “Só de tirar o resultado negativo dessas distribuidoras” do balanço da Eletrobras “já é positivo”, acrescentou.

Castro considerou que a opção pela não renovação das concessões de distribuição “sairá mais barato para a Eletrobras do que o prejuízo que a companhia vinha tomando”, e que poderia seguir registrando se optasse por renovar as concessões para então tentar vender as distribuidoras.

O Bradesco BBI lembrou, em relatório, que as distribuidoras representam uma substancial perda de fluxo de caixa para a Eletrobras, “que historicamente financiou operações ineficientes no âmbito de seu papel ‘social’ como empresa estatal”. Os analistas Francisco Navarette e Arthur Pereira lembraram que em 2015 as seis distribuidoras reportaram um prejuízo líquido de R$ 4 bilhões.

A Eletrobras controla atualmente as distribuidoras que atuam nos Estados de Piauí, Alagoas, Acre, Rondônia, Amazonas e na cidade de Boa Vista (Roraima). Pela decisão dos acionistas, a estatal não assinará novos contratos de concessão dessas empresas, mas seguirá operando cada uma delas, em regime de operação e manutenção, até 31 de dezembro de 2017. Durante esse período, segundo a Eletrobras, as distribuidoras terão de receber recursos diretamente da União ou via tarifa. A estatal definiu que poderá devolver as concessões a qualquer momento, se as distribuidoras deixarem de receber recursos da União ou da tarifa de energia para cumprir com suas obrigações e caso a privatização não seja concluída até o final do ano que vem.

Essas condições, na avaliação dos especialistas, tendem a acelerar o processo de privatização. Castro sugeriu que o governo deve iniciar a venda pelas melhores, como a Ceal, que atende o estado de Alagoas, e a Cepisa, do Piauí. De qualquer forma, ele salientou que os leilões não devem gerar grande arrecadação, uma vez que as empresas estão muito endividadas.

Tamashiro também defendeu que a melhor opção seria privatizar uma a uma as distribuidoras, ainda que com pouco prazo entre um leilão e outro. E considerou que as companhias devem atrair interesse, mesmo sendo deficitárias, a depender do preço definido. “Não interessa se o ativo é bom ou ruim, mas se o preço é adequado”, disse. “Existe a máxima no setor elétrico que distribuidora ruim é um bom negócio”, acrescentou Castro.

Os analistas do Bradesco BBI lembraram de outras condições que podem colaborar para atrair investidores, como o fato de que, com a não renovação, o novo dono terá uma concessão de trinta anos, “o que implica em um prazo suficiente para recuperar as distribuidoras e capturar qualquer benefício potencial de melhorias operacionais”. Adicionalmente, a nova administração terá 10 anos para alcançar as metas regulatórias de perdas de energia e custo de operação, ante os cinco anos previstos para quem renova a concessão.

Entre os potenciais interessados, o mercado sugere nomes como das chinesas CTG e State Grid (por meio da CPFL ou não), Equatorial, Energisa e Enel. No caso da Equatorial, o Bradesco BBI lembra que a companhia é conhecida por ser bem sucedida na recuperação de concessões de distribuição difíceis no Nordeste, caso da Cemar. A casa também destacou a Enel, “que já opera uma distribuidora no Brasil, a Ampla, por meio da subsidiária Enersis, e que tem um histórico de recuperar distribuidoras ineficientes”.

Já Tamashiro lembrou que a Energisa, que está em processo de capitalização via uma oferta de ações, deve sair da operação mais forte e também tem sido bem sucedida na recuperação de distribuidoras em dificuldade.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Empresários rebatem Flávio Bolsonaro sobre mistura de etanol na gasolina

Pix proporcionou inclusão financeira da baixa renda, diz presidente do BC

Índice de ESG no futebol mapeará relação com bets e até lixo dos times

Brasil busca investimento chinês para projetos de infraestrutura

Pix enfrenta instabilidade na manhã deste domingo

Assuntos eletrobras, privatização
administrador 31 de julho de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sandoval Alves Rocha

Tribuna das Águas repudia a privatização do saneamento em Manaus

10 de julho de 2026
Política

Não temos controle sobre preço dos combustíveis porque BR Distribuidora foi vendida, diz Lula

30 de maio de 2026
Rio Madeira: governo defende concessão de serviços de hidrovia na Amazônia para manter rios navegáveis (Foto: Sindarma/Divulgação)
Economia

Governo descarta privatizar rios, mas defende cobrança por serviços

22 de março de 2026
Dia a Dia

TJAM discute ampliar apuração do caso Eletrobras, mas julgamento é suspenso

17 de março de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?