O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Sem categoria

Da arrogância à incompetência. Uma crise fabricada

22 de novembro de 2015 Sem categoria
Compartilhar

Depois de 12 anos de fabricação, o lulopetismo, rico em incompetência e pobre em moralidade, deixou as instituições em frangalhos, a economia na UTI e a mais profunda crise moral e ética da nossa história.

No campo político, por exemplo, transborda o envolvimento de muitos nas mais diversas falcatruas. Pela permanência no poder, valem-se de todas as armas, inclusive as que não guardam compromissos com os princípios da moral e da ética. O que, aliás, não é novidade.

Inflação, desemprego e crescimento negativo dominam a economia. Mas a presidente atribui a culpa ao mundo e à oposição. É um complô do mundo que cresce com a oposição que falece para derrubar o governo. É acreditar que aqui vivem imbecis, tolerantes à mentira e ao cinismo, atributos que junto com a incompetência construíram a crise.

As atrocidades da política econômica provocaram o desequilíbrio fiscal. E agora, para o país crescer precisa ajustar. E o governo acredita que resolve metendo a mão no bolso do contribuinte. A visão atrasada do curto prazo não permite enxergar que essa alternativa está esgotada.

É como fazer viaduto. Empurra-se o congestionamento mais pra frente, onde em pouco tempo se exigirá a construção de outro. Sem contar que tem como efeito colateral o aumento da carga tributária, que barra o crescimento e piora a competitividade, principal problema brasileiro no mundo globalizado.

A saída já foi experimentada nos anos 1990, quando reformas e privatizações se realizaram, com o fim de reduzir o tamanho do Estado e ganhar competitividade.

Em 2003, porém, veio a era lulopetista e a direção mudou. Aparelhar o Estado e suspender reformas e privatizações foi a nova ordem. Tudo dentro da equivocada percepção comunista de que o Estado pode tudo.

Para manter-se no poder promoveu a gastança desordenada, que junto com o crescimento astronômico da dívida e altos juros, são os responsáveis pelo monumental desequilíbrio fiscal, que nos convocam para resolver.

Junte-se a isso o extraordinário desvio dos recursos públicos e se completa a receita do desastre político-econômico, que pode representar um retrocesso de pelo menos uma década na economia brasileira.

A situação é precária. Só resta ao País cair na real. Não há dinheiro para sustentar a sua paquidérmica, cara e ineficiente estrutura.

O mundo globalizado atua com dinâmicas velozes e contraditórias. O que vale hoje pode caducar amanhã, situação que não admite convivência e nem conivência com ideologias atrasadas, estruturas pesadas, educação desprezada, carga tributária elevada, eficiência emperrada e planejamento de fachada.

O momento é questionar para mudar. Quanto custa a estrutura atual Brasil afora? O executivo nas três esferas da Federação é de uma ineficiência brutal. Pense em tudo que você conhece de estrutura emperrada com gigantesco desperdício e multiplique pelos 27 Estados, 5.560 Prefeituras e a União. É muito dinheiro e pífios resultados.

No Congresso Nacional, como tem mostrado a imprensa, estão os legisladores mais caros do planeta e, em grande quantidade, os funcionários mais bem pagos da Nação, além de inusitadas mordomias e desperdícios aos montes. Outra montanha de dinheiro para resultados em montinhos.

Essa estrutura é o espelho no qual se miram 27 Assembleias Legislativas e   5560 Câmaras Municipais. São mais ou menos 150 mil legisladores, que dão origem a uma fantástica estrutura de apoio que nos custam alguns bilhões de reais em troca de resultados duvidosos.

Na democracia o Legislativo é um pilar importante. Se cumprisse bem a função de fiscalizar, asseguraria a aplicação salutar dos recursos, mas…

Nos planos nacional e estadual, a oposição é pequena e na maioria dos municípios ela sequer existe. A grande maioria de parlamentares se alia com quem tem as chaves do cofre, os executivos, de onde vai contribuir, com inusitada criatividade, para formação de riqueza pessoal, com os recursos que deveria proteger.

A estrutura, contaminada pela corrupção e pelo desperdício, está podre. E só os vermes mais desqualificados podem sustentar-se nessa podridão. Aumentar impostos é alimentar a podridão.

É preciso romper com essa estrutura podre e perdulária. Acabar com todas as “Bras” da vida e demais penduricalhos é uma exigência. Deixar o Estado apenas com as atividades básicas e reguladoras uma obrigação.

Fundir municípios e cortar drasticamente os cargos eletivos é outra necessidade. Por que 513 deputados federais? Não poderiam ser 300, por exemplo? Por que 150 mil cargos eletivos (aproximadamente)? Cortar a metade traria algum prejuízo? Ou seria ganho?

Isto fere o princípio da representatividade dirão alguns. Não tem problema. Que se resguarde o princípio e cortem-se 50% da verba atual.

Crise em chinês é representada por dois ideogramas. Um significa perigo e o outro oportunidade. A situação brasileira é perigosa, mas talvez estejamos diante de uma oportunidade extraordinária para mudar.

Bravos e abnegados juízes que honram a toga que vestem, juntamente com a Polícia Federal e o Ministério Público, mesmo contra poderosos interesses, estão abrindo túneis e nos fazendo acreditar que será possível enxergar no fim deles a luz da moralidade. Nos juntemos a eles e talvez possamos ajudá-los a construir mais túneis que nos permitam enxergar um futuro mais digno para esta grande Nação.

Francisco R. Cruz
[email protected]

Notícias relacionadas

Manaus: Livro discute impacto das tecnologias no Direito brasileiro

TSE mantém condenação do ex-deputado Hildebrando Pascoal por crimes eleitorais em 1998

Máscaras da folia

Brasil registrou 84 mil desaparecidos em 2025; média de 232 por dia

TCE-AM investiga transporte e obras escolares no Careiro a pedido de Amom

Assuntos ajuste fiscal, Crise, Francisco Cruz, Lulopetismo
Valmir Lima 22 de novembro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Fernando Haddad com Eduardo Braga: ajustes no texto da reforma tributária (Foto: Valter Campanato/ABr)
Política

Braga apresenta a Haddad últimos ajustes no texto da reforma tributária

16 de setembro de 2025
Augusto Barreto Rocha 2023
Augusto Barreto Rocha

Crise permanente

18 de agosto de 2025
CPI havia convocado ministro Rui Costa , mas convocação foi anulada (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Economia

Ministro diz que governo fará novos ajuste para conter gastos

20 de janeiro de 2025
Plenário do Congresso: PEC do pacote fiscal é promulgada sem mexer em supersalários (Foto: Saulo Cruz/Agência Senado)
Política

Congresso promulga PEC sem uso do Fundeb para escola de tempo integral

20 de dezembro de 2024

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?