O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Cuba derruba internet para evitar novos protestos organizados por redes sociais

12 de julho de 2021 Política
Compartilhar
População fica sem internet em Cuba após protestos contra regime (Foto: Reprodução/Twitter/Vídeo)
Por Sylvia Colombo, da Folhapress

BUENOS AIRES- Um dia depois de manifestantes tomarem as ruas de Cuba em protestos contra o governo, o regime da ilha cortou a internet da população, e plataformas como WhatsApp, Facebook, Instagram e Telegram funcionaram nesta segunda-feira (12) com instabilidade –quando funcionaram. Organizadas por mídias sociais, as manifestações irritaram a cúpula do governo, que chegou a criticar os youtubers contrários à ditadura.

Pela manhã, o líder do regime cubano, Miguel Díaz-Canel, afirmou em pronunciamento que, “se as pessoas ouvirem esses youtubers, estarão apoiando uma mudança de regime que trará um sistema que não terá preocupação com o bem-estar da população”. Para que não houvesse comunicação, troca de informações ou convocação para novos protestos, a internet foi suspensa em quase 50 pontos do país, em toda a ilha, segundo monitoramento do NetBlocks, organização que monitora a internet livre pelo mundo.

Foi somente em 2018 que a internet móvel começou a funcionar em Cuba, um ano depois de a ilha autorizar a conexão nas residências dos cubanos. Em locais em que a rede é controlada, como na China, é comum que usuários utilizem VPNs, ferramenta que simula o acesso à internet a partir de outra parte do mundo, o que permite burlar o bloqueio. Assim, artistas, ativistas e organizações de dissidentes do regime comunista cubano usaram essa via para denunciar a medida do governo.

Além do bloqueio de internet, a agência de notícias Associated Press também reportou a ocorrência de cortes de energia em Havana e em outras cidades. As manifestações de domingo chamaram a atenção pelo tamanho e contundência dos atos, os maiores em décadas, em um regime sem plena liberdade de expressão. Milhares de pessoas foram às ruas por todo o país aos gritos de ‘liberdade!’ e ‘abaixo a ditadura!’, para expressar frustração por meses de crise, restrições devido à Covid e o que acusam ser negligência do governo.

No fim da tarde, jipes das forças especiais, equipados com metralhadoras, circularam por Havana. Milhares de pessoas se reuniram no centro da cidade e ao longo da estrada que beira o mar, e houve alguns episódios de tumulto, com prisões e brigas. Nesta segunda, Díaz-Canel afirmou que os atos foram realizados por “delinquentes” que “manipulam as emoções da população por meio das redes sociais”.

Em pronunciamento, disse que a verdadeira razão de existir escassez de alimentos e remédios na ilha é o embargo comercial imposto pelos EUA. “Se querem protestar pela falta de comida, que protestem contra o bloqueio, não contra o regime cubano”, disse.

Os protestos foram elogiados por setores da direita no Brasil, que se opõem ao regime cubano. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou a repressão aos atos. “Foram pedir, além de alimentos, eletricidade. Foram pedir… Pediram mais uma coisa. Por último, em quarto lugar, pediram liberdade. Sabe o que eles tiveram ontem? Borrachada, pancada e prisão”, disse o presidente a apoiadores em Brasília.

Crise econômica e escassez de comida e remédios motivou protestos No ano passado, Cuba viu o PIB encolher 11%. E a ilha, que importa mais de 70% do que consome, tem sofrido com a escassez de alimentos e remédios devido ao fechamento das fronteiras provocado pela pandemia de Covid. Posts em redes sociais mostram o quão comuns são as filas para comprar os itens.

A falta de comida é tão grande que o regime cubano impôs condições para permitir que camponeses matem vacas ou bois para consumo próprio. No pedido ao Estado pelo direito de matar o animal, é preciso declarar quanto leite a vaca já produziu e quantos quilos tem o boi. A carência de voos internacionais também interrompeu as remessas em dólares que cubanos radicados no exterior, principalmente nos EUA, enviam para as suas famílias.

Segundo dados oficiais, 65% delas recebiam ajuda de parentes. Há, também, o agravamento da situação sanitária devido à pandemia de coronavírus e à falta de estrutura hospitalar para atender toda a população. Ainda que Cuba tenha medicina de ponta e esteja fabricando vacinas, o sistema hospitalar da ilha não tem dado conta de atender tantos casos.

As manifestações ocorreram um dia após o regime ter negado um pedido de dissidentes para que se criasse um “corredor humanitário”, viabilizando a chegada de remédios. O governo recusou a solicitação. Por meio de um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores reconheceu a gravidade da situação sanitária, mas afirmou que está fazendo uma campanha e recebendo apoios do exterior.

Em uma postagem nas redes sociais, o chanceler Bruno Rodríguez afirmou que “Cuba recebeu doações de insumos médicos de 20 países, e outras 12 estão em processo de envio”. No dia em que aconteceram as manifestações em massa, as maiores no país em décadas, Cuba registrou um novo recorde diário de infecções e mortes por Covid, com 6.923 casos de um total de 238.491, além de 47 mortes em 24 horas, somando, ao todo, desde o início da crise sanitária, 1.537 mortes.

Essas cifras, porém, segundo opositores, não refletem a situação real dos hospitais, que estariam colapsados. A ilha vive há anos um apagão de informação, pois não há imprensa independente, e quem pede liberdade de expressão o faz sob censura e perseguição. Os artistas, como os cantores, intelectuais e escritores do movimento San Isidro, têm sido protagonistas dessa demanda, com reuniões e transmissões na luta por liberdade de expressão.

Um de seus integrantes, Maykel Castillo Pérez, está preso desde abril, acusado de traição à pátria, e é um dos nomes de dissidentes e presos políticos por quem os coletivos artísticos reclamam. Outros foram presos durante algumas semanas e depois soltos. Além das remessas de dólares do exterior, Cuba também perdeu, devido à pandemia, o turismo, uma de suas principais fontes de entrada da moeda americana. A indústria do turismo é responsável por 10% do PIB da ilha –incluindo atividades correlatas, como a gastronomia.

Outra de suas atividades econômicas mais importantes, a produção de açúcar, foi afetada por uma seca que já vinha se agravando ano a ano, fruto da mudança climática. No campo político, o líder do regime, Miguel Díaz-Canel, assumiu recentemente também a liderança do Partido Comunista Cubano. A situação macroeconômica que enfrenta, porém, é mais difícil que a de seu antecessor, Raúl Castro.

Na gestão do irmão de Fidel Castro, líder histórico do país, houve a tentativa de abrir parte da economia à iniciativa privada e um ensaio de aproximação com os EUA. A crise, no entanto, congelou a capacidade de consumo dos cubanos. Já a tímida reconciliação com Washington foi revertida por Donald Trump e ainda não foi retomada pelo sucessor, Joe Biden. Assim, o regime segue culpando o embargo imposto à ilha como responsável pela falta de alimentos à população.

Notícias relacionadas

Fausto Júnior e Alberto Neto apoiam adiar por 10 anos redução da escala 6×1

Brasil é o 26º em velocidade de internet banda larga entre 153 países

AGU defende no STF que Lei da Dosimetria, que reduz penas de golpistas, é inconstitucional

Flávio confirma que procurou Vorcaro após 1ª prisão para pôr ponto final em dinheiro de filme

Deputado e Prerrogativas pedem proibição do filme sobre Bolsonaro antes das eleições

Assuntos corte de energia, Cuba, internet, Protestos
Redação 12 de julho de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Internet Banda Larga
Tecnologia

Brasil é o 26º em velocidade de internet banda larga entre 153 países

19 de maio de 2026
A falta de acesso à internet ou a conexão de baixa qualidade ainda é uma das principais dificuldades para pessoas se manterem informadas (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)
Dia a Dia

Internet precária dificulta acesso à informação entre indígenas e nas periferias

14 de maio de 2026
Saúde

Uso de IA na saúde alcança 18% dos estabelecimentos no Brasil

13 de maio de 2026
Auxílio conectividade é para contratar serviços de internet (Foto: João Viana/PMM Semcom)
Dia a Dia

Anatel registra melhora na conectividade à internet nos municípios

1 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?