O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Corregedoria do MPF abre sindicância sobre forças-tarefas da Lava Jato

4 de agosto de 2020 Política
Compartilhar
(Foto: Antonio Augusto/SecomPGR)
Corregedoria do MPF irá apurar sobre ações da Lava Jato (Foto: Antonio Augusto/SecomPGR)
Da Folhapress

BRASÍLIA – A Corregedoria-Geral do MPF (Ministério Público Federal) determinou a abertura de uma sindicância para apurar se houve irregularidade na distribuição de investigações conduzidas pelos integrantes das forças-tarefas da Lava Jato.

De acordo com a portaria assinada pela corregedora-geral do MPF, Elizeta Ramos, na quinta-feira, 30, a apuração tem o objetivo de averiguar se as forças-tarefas cumpriram regras internas para a escolha dos responsáveis pela condução de inquéritos e outros procedimentos, como delações premiadas. A cúpula da PGR (Procuradoria-Geral da República) levanta suspeitas sobre a regularidade nesta distribuição.

A Lava Jato tem três frentes de trabalho na primeira instância da Justiça Federal: Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. E um braço na PGR, encarregado de tocar o caso nos tribunais superiores. A apuração da corregedoria terá prazo de 30 dias, podendo ser prorrogada. Foi designada a subprocuradora-geral Raquel Branquinho para conduzir os trabalhos.

Branquinho foi uma das auxiliares mais próximas de Raquel Dodge, antecessora de Augusto Aras no comando da PGR. Ela coordenou o grupo de trabalho da Lava Jato na gestão Dodge e retornou ao GT no início deste ano a convite de Aras.

A corregedoria tem outra sindicância relacionada à Lava Jato em curso, aberta após integrantes da força-tarefa em Curitiba acusarem a subprocuradora Lindora Araújo de ‘manobra ilegal’ ao tentar ter acesso a dados armazenados pela operação.

A apuração determinada por Elizeta Ramos ocorre após o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, ter enviado à Corregedoria-Geral do MPF, no mês passado, um pedido para que fosse instaurada investigação interna para rastrear a existência de 50 mil procedimentos considerados ‘invisíveis’ pela atual gestão da PGR.

São, segundo Humberto Jacques, investigações, negociações de acordos de delação premiada e outros procedimentos cadastrados no Único, o sistema eletrônico do MPF, mas que apresentaram restrições de visibilidade.

Em portaria publicada em julho, Aras acabou com o ‘controlador’, uma ferramenta do sistema Único que possibilitava restringir a um número reduzido de pessoas o acesso a informações confidenciais – por exemplo, as delações premiadas em negociação.

De acordo com o procurador-geral, o controlador tinha poder para barrar no sistema “autoridades que, por força legal e normativa, devem poder acessar qualquer expediente dentro de sua esfera de atribuição, quando houver justificativa legal”.

Entre as autoridades, chamadas de delegantes, estão o próprio procurador-geral, a corregedora-geral do MPF e os coordenadores das câmaras de coordenação e revisão. Vinculadas à PGR, as câmaras revisam atos dos procuradores.

Após revogada a figura do ‘controlador’ e preservados os casos sensíveis com as classes de sigiloso, confidencial e reservado, disse o vice-procurador-geral à Corregedoria, restou um passivo documental que permanecia inacessível e sobre o qual se faz necessária a realização de correição.

“Esse nível de opacidade no exercício de poderes por agentes políticos desafia o ‘Ethos’ do Ministério Público, e coloca em risco a integridade institucional permitindo toda sorte de expedientes dentro de 50 mil escaninhos de controle e visibilidade personalíssimos”, afirmou Jacques.

Notícias relacionadas

Procurador-geral da República afirma que combate a deepfakes nas eleições será imediato

Nunes Marques rejeita pedido de deputado e advogado para barrar filme sobre Bolsonaro

Produtora de filme sobre Bolsonaro diz que usou R$ 75 milhões de fundo ligado a Eduardo

Lula reclama de lentidão na execução de projetos e pede que população cobre o governo

AGU pede adiamento de ação penal contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro

Assuntos força-tarefa, Lava Jato, MPF
Cleber Oliveira 4 de agosto de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Comunidade no Médio Purus (Foto: Divulgação/MPF)
Dia a Dia

Justiça determina à União e Prefeitura de Lábrea que melhore assistência na saúde

12 de junho de 2026
Profissionais do programa Mais Médicos: MPF investiga cursos de medicina em todo o país (Foto: Fernando Frazão/ABr)
Dia a Dia

MPF aciona Justiça para obrigar Hospital Albert Einstein a cumprir lei de cotas

8 de junho de 2026
Bruno Pereira e Dom Phillips
Dia a Dia

MPF lança página especial sobre os 4 anos do caso Bruno e Dom

5 de junho de 2026
Água turva no Rio Tiaraju: indígenas alegam que é efeito de poluição por mineradora (Foto: ACWA/Divulgação)
Dia a Dia

MPF aciona Polícia Federal para apurar contaminação de rios no AM

29 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?