O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Conselho de Ética tem três representações contra Eduardo Bolsonaro

29 de junho de 2020 Política
Compartilhar
Eduardo Bolsonaro enfrenta ações no Conselho de Ética (Foto: Vinicius Loures/Agência Câmara)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Com as atividades paralisadas desde março por causa da pandemia do novo coronavírus, o Conselho de Ética da Câmara se prepara para retomar os trabalhos na segunda semana de julho, em meio a questionamentos sobre o julgamento dos processos contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).

O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem três representações tramitando no colegiado. Uma delas, da colega de partido Joice Hasselmann (PSL-SP), acusa Eduardo de quebra de decoro parlamentar por ter promovido um “verdadeiro linchamento virtual” da parlamentar, com postagens ofensivas e ataques pessoais nas redes sociais.

O processo é dos tempos da briga que rachou o PSL e opôs bolsonaristas a aliados do presidente do partido, Luciano Bivar (PE). Membros do conselho de ética veem o episódio como desrespeitoso e agressivo, mas avaliam, nos bastidores, que não deve resultar em punição pelo colegiado.

Há relatório favorável ao arquivamento sob o argumento, principal, de que o deputado tem imunidade por suas falas e opiniões.

Os outros dois processos, no entanto, são vistos com mais cautela pelos parlamentares. Ambos têm como base o mesmo episódio, a entrevista que Eduardo deu à jornalista Leda Nagle em 31 de outubro do ano passado.

Na conversa, o deputado disse que, se o Brasil tivesse protestos como os que ocorriam na ocasião no Chile, chegaria um momento igual ao do final dos anos 1960, quando houve sequestros de aviões e autoridades durante a ditadura militar.

“Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. E a resposta, ela pode ser via um novo AI-5, via uma legislação aprovada através de um plebiscito, como ocorreu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada”, afirmou, fazendo referência ao ato institucional que determinou o fechamento do Congresso e a suspensão da garantia de habeas corpus no país.

Duas representações foram protocoladas no conselho por causa do episódio: uma pela Rede, e outra assinada por PSOL, PT e PC do B – essa última foi incorporada à primeira.

O processo voltou à tona na última semana por causa de um episódio envolvendo o relator da ação, o deputado Igor Timo (Podemos-MG).

Reportagem do UOL mostrou que Timo gravou um vídeo com Bolsonaro agradecendo o presidente por ter repassado verbas para seu estado. Em nota enviada ao portal, a assessoria afirmou que o parlamentar mantinha sua imparcialidade e disse que o episódio não interferia no trabalho que ele realiza no conselho.

O episódio gerou mal-estar no conselho e irritou a oposição, que enviou um ofício ao presidente do conselho de ética, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), pedindo a adoção de medidas por causa da suspeição ou impedimento do relator.

O documento, assinado pelos líderes e presidentes do PSOL, PT e PC do B, diz que a postura de Timo “compromete a credibilidade do presente Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados, tornando o seu parecer preliminar acerca do caso tratado em tela com conteúdo previsível e potencialmente viciado, visto a proximidade que o mesmo adquiriu perante o genitor do deputado federal representado”.

Para a líder do PSOL na Câmara, deputada Fernanda Melchionna (RS), a demora na análise da representação é grave.

“Ela foi feita em 2019, depois que Eduardo Bolsonaro ameaçou o povo brasileiro com o ato mais violento e sombrio da ditadura: o AI-5. A publicação de vídeos elogiosos e que mostram proximidade política e pessoal com isso demonstra que não há a imparcialidade necessária ao relator Igor”, afirmou.

“Além disso, a liberação de emendas parlamentares tem sido uma das mais velhas formas de montar uma base alugada na Câmara dos Deputados”, disse.

Na mira dos membros do colegiado também estão outros parlamentares bolsonaristas que acabaram jogando as atenções sobre o conselho de ética. Um deles é o deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), conhecido por quebrar placa em homenagem à vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março de 2018.

Partidos como Rede, PSOL e PSB entraram com uma representação contra Silveira pelo que interpretaram como incitação à violência e discurso de ódio do deputado a manifestantes contrários ao governo.

Em junho, o parlamentar apresentou um projeto para tipificar como organização terrorista grupos que se denominam de antifascistas e que protestam contra o presidente Jair Bolsonaro.

Além disso, o resultado da investigação da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre uso de cota parlamentar para financiar atos antidemocráticos também pode levar outros nomes bolsonaristas, como os deputados Guiga Peixoto (SP), Bia Kicis (PSL-DF), Aline Sleutjes (PSL-PR) e General Girão (PSL-RN), ao conselho.

Integrantes do colegiado dizem que a atitude dos parlamentares e declarações contra o Congresso e o STF (Supremo Tribunal Federal) podem levar a uma postura mais firme do conselho, com o objetivo de enviar um recado de que manifestações antidemocráticas não serão toleradas.

A posição é compartilhada por deputados de partidos de espectros políticos distintos. Eles avaliam que a disputa não se dá entre direita contra esquerda, e sim entre democracia contra autoritarismo.

“Porque não dá para aceitar como normal que um parlamentar pregue o fechamento do Congresso”, disse um dos membros do colegiado que pediu para não ser identificado.

No conselho, as punições previstas são censura verbal ou escrita, suspensão de prerrogativas regimentais por até seis meses, suspensão do mandato por até seis meses e perda de mandato.

Nos três últimos casos, o processo é levado a plenário e a votação exige maioria absoluta (257 deputados).

Notícias relacionadas

Governo veta gratuidade e descontos na passagem do transporte público

Com emendas, vereadores ‘abocanham’ orçamentos em 2.613 cidades

Procurador-geral da República afirma que combate a deepfakes nas eleições será imediato

Nunes Marques rejeita pedido de deputado e advogado para barrar filme sobre Bolsonaro

Produtora de filme sobre Bolsonaro diz que usou R$ 75 milhões de fundo ligado a Eduardo

Assuntos AI-5, Conselho de Ética, Eduardo Bolsonaro
Cleber Oliveira 29 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ator Jin Caviezel como Bolsonaro em cena de Dark Horse: deputado do PT quer proibir exibição do filme antes das eleições (Imagem: YouTube/Reprodução)
Política

Produtora de filme sobre Bolsonaro diz que usou R$ 75 milhões de fundo ligado a Eduardo

13 de junho de 2026
Eduardo Bolsonaro
Política

AGU pede adiamento de ação penal contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro

13 de junho de 2026
Julia Zanatta
Política

Eduardo defende deputada Júlia Zanatta (PL-SC) como vice do irmão, Flávio Bolsonaro

11 de junho de 2026
Deputado Marcos Pollon alega que núcleo do governo não inclui polícias (Foto: Bruno Spada/Agência Câmara)
Política

Conselho de Ética suspende deputado Marcos Pollon por ofensas a Hugo Motta

9 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?