O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Combate global à Covid-19 resulta em vacina contra a malária de alta eficácia

9 de maio de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Por Ana Bottallo, da Folhapress

SÃO PAULO – Por anos, cientistas têm buscado uma vacina contra a malária, doença que atinge principalmente populações da África subsaariana e que causa mais de 400 mil mortes por ano.

Pesquisas têm sido feitas na última década e uma candidata a vacina chegou até a última fase do ensaio em humanos (a fase 3), mas, com 55% de eficácia, ela não atingiu o limite estabelecido como ideal pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de 75%. Até agora.

Uma nova candidata a vacina produzida pela Universidade de Oxford em parceria com o Instituto de Pesquisa em Ciências da Saúde de Nanoro (Burkina Faso) foi testada em 450 crianças no país africano e apresentou eficácia de 77% se aplicada com a dose mais alta e de 71% com uma dose menor por até 12 meses após a aplicação. Os resultados desse ensaio clínico inicial estão disponíveis na forma de pré-print no prestigiado periódico científico The Lancet.

Borrifação com inseticida ainda é usada no combate ao mosquito transmissor da malária (Divulgação/ FVS-AM)

O grupo pretende agora conduzir ensaios de fase 3 em quatro países africanos com cerca de 5.000 voluntários – crianças de cinco meses até três anos de idade serão incluídas no estudo.

A malária é uma doença causada por um parasita do sangue, um protozoário – espécie de parasita unicelular que não é nem uma bactéria, nem um vírus – do gênero Plasmodium.

A transmissão para o ser humano é pela picada da fêmea do mosquito Anopheles e, embora ocorra em todo o mundo (exceto nas regiões ártica e antártica), a África subsaariana concentra 93% dos casos e 94% das mortes.

Segundo o último relatório da OMS, em 2019 foram registrados 229 milhões de casos de malária (um milhão a mais em comparação ao ano anterior), mas por ocorrer principalmente em países em desenvolvimento do hemisfério Sul, ela é considerada uma das doenças tropicais negligenciadas.

Isso significa que poucos ou nenhum esforço global para mitigar essa e outras enfermidades – que incluem dengue, leishmaniose, doença de Chagas, tuberculose, zika, entre outras – foram feitos de forma coordenada e com alto investimento em pesquisa.

Se na era pré-pandemia o mundo só ouvia falar de vacinas de terceira geração no meio acadêmico, o advento das vacinas contra Covid-19 de mRNA e de subunidades de proteínas possibilitou expandir essa tecnologia para buscar imunizantes contra outras doenças.

Segundo Ministério, 99% dos casos de malária no Brasil se concentram na Amazônia (Foto: Divulgação)

Foi utilizando a plataforma da empresa de biotecnologia Novavax AB (braço da Novavax norte-americana em Uppsala, na Suécia), que combina fragmentos de proteínas a uma matriz (uma espécie de envelope) sintética para carregar a informação às células humanas, que a vacina R21 nasceu.

As proteínas do parasita são expressas em um vírus modificado de hepatite B, que não infecta as células. Desse modo, o corpo identifica a proteína do invasor (do plasmódio) e começa a produção de anticorpos.

Diferente do coronavírus, o plasmódio que causa malária possui um genoma mais complexo, com milhares de genes compondo o seu DNA, em comparação à dúzia de genes -já sequenciados e amplamente conhecidos- do Sars-CoV-2. Por isso, desenvolver uma vacina de DNA ou de proteína “do zero” para a malária não era uma opção viável até então.

A ideia de uma “vacinologia do futuro” foi defendida em um artigo de perspectiva publicado na revista científica PNAS em janeiro de 2021. “Os avanços na seleção e criação dos antígenos (reconhecido pelo nosso organismo como corpo estranho) junto com o uso de plataformas sintéticas inovadoras, como as vacinas de DNA e RNA, vacinas com vetores e a disponibilidade de adjuvantes licenciados permitiram acelerar tanto a descoberta quanto desenvolvimento de candidatas a vacinas de forma sem precedentes”, diz o texto.

Se o investimento pesado em ciência e tecnologia e na condução dos ensaios clínicos – em geral a parte mais custosa do desenvolvimento de uma droga ou vacina – continuarem, muitas outras vacinas promissoras podem ser descobertas e aprovadas, explica Luciana Leite, diretora do Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas do Instituto Butantan.

Leite trabalha com o desenvolvimento de vacinas de BCG recombinante (que causa tuberculose) e afirma que há uma sensação de esperança nos grupos de pesquisa de doenças negligenciadas. “Tem um potencial [para produção de vacinas], agora temos que convencer os governos e agências de fomento que vale a pena investir parte desse esforço e usar as mesmas estratégias [de aceleração de ensaios clínicos] para outras doenças”. “O Brasil tem uma vantagem que é usufruir de uma boa estrutura para ensaios clínicos, e isso é o mais difícil de montar. Não adianta ter uma tecnologia, ter o produto para testar e não ter essa rede”, diz.

Além disso, o processo final de produção e envase das vacinas, algo já realizado pelas duas principais instituições produtoras de imunobiológicos no Brasil, o Instituto Butantan e a Fiocruz, também é um fator determinante. “É importante que depois da Covid essas plantas não sejam desmontadas, porque o problema é que essas estruturas demoram a ser construídas, mas é muito rápido para desmontar”.

As plantas fabris construídas para produzir as vacinas contra a Covid-19 serão um benefício adicional para o desenvolvimento de vacinas para outras enfermidades.

No caso da candidata a vacina da malária, elas serão produzidas no Instituto Serum da Índia, o mesmo que produz a vacina da Oxford/AstraZeneca contra a doença causada pelo coronavírus.

O centro possui capacidade de produzir mais de 200 milhões de doses da vacina assim que ela passar pelos testes e for aprovada para uso. Segundo autoridades de saúde que acompanham o estudo da vacina, é possível aguardar o registro nos próximos anos, ajudando assim a salvar muitas vidas.

Notícias relacionadas

Prefeito anuncia mudança em agência para fiscalizar serviço de água em Manaus

Bombeiros encerram buscas por cinco desaparecidos em naufrágio em Manaus

Desembargador manda paralisar obra de ponte de R$ 125 milhões no AM

Homem é condenado a 57 anos de prisão e a pagar R$ 60 mil por estupro de crianças

Juiz anula trecho de portaria que proibia delegado de conceder entrevista

Assuntos Malária, vacina, vacina de Oxford
Cleber Oliveira 9 de maio de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Vacinação contra a Covid-19 (Foto: Divulgação/FVS)
Saúde

Amazonas recebe 60,5 mil doses de vacina contra a Covid-19

16 de abril de 2026
Senadora Dra. Eudócia, autora do projeto, disse que finalidade é assegurar acesso digno a tratamento pelos pacientes (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)
Política

Projeto institui gratuidade a vacina e terapias para tratar câncer

27 de março de 2026
Saúde

SUS disponibiliza novo tratamento da malária para menores de 16 anos

6 de março de 2026
vacinacao de indigenas
Dia a Dia

Líder indígena atribui morte de bebês à falta de vacina; governo nega

28 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?